Na verdade o termo mais correto não seria coerência e sim convicção. O Dunga está convicto de que o sucesso do trabalho será alcançado pela confiança que depositou nesse grupo, obtendo como resultado a sua entrega, ou como se diz na linguagem do futebol, “o grupo ta fechado” e aí, de fato, para que isso aconteça é preciso que os jogadores percebam que o técnico avaliou o todo e não a parte, ou seja, o período e não só o momento.
Entretanto, além de discordar dessa postura dos acentos definidos no “buzão” da seleção, pois ta mais do que comprovado que o resultado no futebol é função do momento, também discordo da convocação pela sua premeditação, previsibilidade, não há nesta seleção do Dunga, jogadores que, quando acionados, mudem o jogo, a forma de jogar em razão de cada adversário, ou situação da partida. Na prática Dunga fora extremamente cartesiano, cada titular tem o seu suplente com “as mesmas” características.

Vamos ver no que vai dar. Mas eu também não gostei.
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