BLOG DO VICENTE CIDADE

Este blog tem como objetivo falar sobre assuntos do cotidiano, como política, economia, comportamento, curiosidades, coisas do nosso dia-a-dia, sem grandes preocupações com a informação em si, mas na verdade apenas de expressar uma opinião sobre fatos que possam despertar meu interesse.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Um mês de Everaldo Martins, além do marasmo, o que mais está acontecendo?

Passeando pela blogosfera notei que a grande maioria dos blogs que se dedicam ao comentário do cotidiano político do estado estão passando por um momento de marasmo, pouco se lê sobre os movimentos que estão sendo dados pelos principais atores para 2010, será que todo mundo resolveu colocar as barbas de molho e esperar que a definição do cenário se dê realmente só no apagar das luzes?

O estranho nessa história toda é que, de uma hora para outra, parece que o Governo deixou de ter prioridades. O que está acontecendo, alguém pode me responder? Será que já aprovamos o empréstimo junto ao BNDES na Assembléia Legislativa? Será que já fechamos a aliança com o PMDB para a reeleição da Ana? O PTB e PR também já fecharam? Até um mês atrás tudo era urgente e agora deixou de ser?

Afinal, o que está fazendo o Chefe da Casa Civil? será que ele tá de férias ou ainda está atordoado com a falta da Sesta?

Ei mano, acorda !!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Mais um projeto nosso é aprovado no Banco da Amazônia.

Através de projeto de financiamento elaborado pela nossa empresa, o Grupo Zucatelli, empreendedores com negócios na Região Sudeste do Pará, contrata esta semana financiamento junto ao Banco da Amazônia, com recursos do FNO, com a finalidade de ampliação do seu capital de giro, para formação de estoque próprio de veículos e peças da marca Mitsubishi Motors, a qual o grupo representa na região.


No Estado do Pará e, especificamente na Região Sul e Sudeste, é muito grande a influencia dos projetos minerais para a formação da sua base econômica. Isso porque a implantação desses projetos de exploração mineral tem contribuído significativamente para a expansão das atividades econômicas para além das suas próprias produções, posto que atraem um contingente enorme de pessoas que buscam as oportunidades que surgem em torno de cada empreendimento, seja pela geração de grande volume de novos empregos diretos e indiretos, ou ainda como empreendedores que buscam as externalidades geradas, seja como fornecedor de insumos ou serviços diretamente ao empreendimento, ou simplesmente em aproveitamento a demanda gerada pela necessidade de consumo desse contingente, tendo em vista o crescimento acelerado que geralmente ocorre nos municípios em torno desses grandes empreendimentos.

A região Sul e Sudeste do Pará também é um importante pólo econômico do setor agropecuário paraense, inclusive concentrando a maior parte do rebanho bovino do estado. No caso de Marabá, por ser a acidade pólo da região, onde está implantada a loja, absorve boa parte da demanda por bens e serviços especializados dessa região.

Outro aspecto muito importante é quanto a frota de caminhonetes da cidade que tem apresentado um incremento de venda nos últimos anos superior à venda de automóveis, sendo de 23,50%, 26,41% e 31,63% respectivamente na comparação dos anos de 2007, 2008 e 2009. Apresentando um incremento anual médio em torno de 4% na evolução das vendas.

Só para se ter uma idéia da importância que o segmento das caminhonetes tem para o mercado dessa região, em 2006 as 2.094 caminhonetes da cidade representavam cerca de 25% em comparação com a frota de veículos da cidade, em 2009 esse percentual já chega a praticamente 35%.

sábado, 27 de março de 2010

Este LP foi muito bom. Marcou época !

Hoje Renato Russo faria 50 anos. Faço uma  pequena homenagem com a capa do disco que mais gostei do Legião.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Espaço aberto para debater o PT !!

Recebi do companheiro Antonio um comentário que me faz algumas provocações, no bom sentido, que achei interessante reproduzir aqui para que todos possam conhecer o seu teor e ao mesmo tempo entender minha avaliação sobre o que o Antonio me questiona.


O comentário foi o seguinte:

Cidade parabens pelo teu blog e suas opiniões mas sinceramente gostaria de sabe de fato o que na sua avaliação aconteçeu na SEIR tanto na estrategia politica quanto na sua estrutura funcional ?
Além disso mesmo sabendo que vc não está no governo vc e umas das pessoas mais influentes dentro do nucleo do Claúdio Puty qual é o mairo erro da sua propria tendencia no que diz respeito a tanta critica que ela sofre de outros grupos e por ultimo quem são as pessoas que fazem parte do seu grupo segundo as postagens de comentarios do blog da Edilza?
como vc avalia a releção do Claudio Puty com os secretarios MArcilio e Maurilio/ André e edilson Moura / Suely e José Julio e com a propria governadora ?
bom era isso espero que vc possa clarear as ideias.
Um forte abraço
Antonio da U.L e CNB.

Minhas observações:

Em primeiro lugar aproveito a oportunidade para agradecer suas palavras e seu interesse. Aproveitando ainda para dizer o quanto é difícil a manutenção desse espaço escrevendo sozinho, pois não tenho equipe de colaboradores ainda e minhas consultorias empresariais quase não me deixam tempo para me dedicar, mas, apesar disso, tenho feito esse esforço pois tenho me sentido bastante satisfeito quando recebo o incentivo da galera.

Ademais, acho que a blogosfera é um privilegiado canal de interação e no dia-a-dia o blog tem principalmente servido para me comunicar com companheiros do partido, embora essa não fosse a minha idéia inicial, mas, como o ano é de eleição e de certa forma, o partido tem poucos espaços de debates para aglutinar a militância, acho que esse espaço tem contribuído um pouquinho.

Vamos agora no que diz respeito especificamente ás indagações do Antonio:

Na maioria das minhas postagens tenho feito avaliações políticas que, de certa forma, já responderiam aos seus questionamentos, inclusive com autocrítica a atuação da DS e do próprio governo, mas vou tentar condensa-las aqui para que possamos abrir o debate.

Quanto a SEIR, pela sua função, julgo uma das mais importantes secretarias do governo, mas, não me julgo em condições de avaliar a sua estrutura funcional, pois tenho pouco conhecimento de como as coisas estão funcionando por lá internamente. Agora com relação á política, acho que houve um deslocamento natural para as pastas que estão mais diretamente envolvidas na campanha eleitoral, ou seja, neste período, há uma tendência de que as candidaturas acabem concentrando as atenções e dando a linha no andamento do governo, logo, como a SEIR ficou de fora desse processo, houve, em minha opinião, um esvaziamento político natural.

Quando o Antonio sugere que eu seja uma das pessoas mais influentes dentro do núcleo do Claúdio Puty, há um equívoco, talvez pelo fato de que o defendo publicamente nesse blog, mais não sou desse núcleo. Me vejo como um militante da DS que defende sim a pré-candidatura do Puty para Deputado Federal como estratégia de crescimento da tendência, porque o vejo como quadro político muito preparado. Obviamente que tenho ligações políticas com o Puty, pois já o conheço desde 1994, quando entrei na universidade e como militante do movimento estudantil, que tem inclusive a mesma formação de economista, conheço a sua história no CAECON, no DCE e no PT. Posteriormente o Puty ainda foi meu orientador da monografia de pós graduação, aumentando minha admiração, também por conta de sua capacidade intelectual.

Quanto ao meu grupo, é a DS, todas as pessoas com que eu converso sobre política são da DS e meus movimentos políticos são todos dados internamente. Antes, eu era visto como o “grupo” da SEIR, mas já não estou mais lá, então é o seguinte, se eu tiver que ser enquadrado em algum grupo, seria o grupo do Puty.

Com relação ao nosso maior erro, enquanto DS, é claro que foi não ter aumentado nossa importância na direção do PT, disputamos os dois últimos PED já como governo e não ampliamos. Esse foi nosso maior erro.

As críticas que sofremos são fruto da distorção de termos a maior liderança política do estado, que é a governadora Ana Júlia, mas não temos a maior liderança partidária. Veja o exemplo do presidente Lula, que ocupa as duas funções a nível nacional no PT, não é questionado. Isso se dá porque a tendência do Lula domina o partido e, por conseguinte, o governo. Ou seja, graças a um sistema eleitoral que elege pessoas e não partido, a DS tem domínio sobre o governo, mas não o tem sobre o partido.

Em minha avaliação, a grita das outras tendências com a DS se dá pelo entendimento que elas possuem de que a DS tenha, no governo, um tamanho maior do que deveria, distorcendo a relação partidária. Isso até poderia ser verdadeiro se algumas das secretarias credenciadas à DS, de fato fossem da DS. O que muita gente não faz, em minha avaliação, é a distinção entre as secretarias ditas técnicas e as outras secretarias.

Isso é importante, porque se formos realmente fazer um balanço político, muitas das secretarias que são credenciadas à DS, não fizeram nenhum movimento político que interferiu, de alguma forma, na relação interna do PT. Ademais, considerando que o CNB possui hoje, Casa Civil, SEDUC, SESPA, SAGRI, SETRANS, EMATER e SETER, façam as contas e vejam se essas estruturas não concentram pelo menos uns 70% das ações do governo? Sem falar das estruturas federais.

Para finalizar, também já disse isso aqui no blog numa postagem sobre os desafios da DS, pra mim, os problemas de organização da DS são fruto da falta de mandatos parlamentares que aglutinem seus movimentos, não se organiza uma estrutura política a partir de um governo, pois os interesses acabam se sobressaindo à política. Nesse sentido, na falta de uma hierarquia de comando bem visível, é natural que todos possam se postular à direção a tendência.

Sinceramente, acho que isso acabou ocorrendo, temos o governo, bons quadros políticos, mas não temos mandatos, por conta disso, naturalmente os movimentos e militantes da tendência foram se agrupando em torno das estruturas que possuímos. Por isso é tão importante para nós construirmos os nossos mandatos. Acredito que, assim como acontece no PT, a tendência agora é de haver uma acomodação dos grupos da DS e que, sob a liderança de Ana Júlia, vamos partir unificados para a luta e avançar com os governos populares no Brasil e no Pará.

Um abraço companheirada !!

quinta-feira, 25 de março de 2010

"Nóis é Nóis, o resto é M...."

Passeando pela blogosfera hoje, li a matéria e alguns comentários sobre a reunião do Conselho Estadual de Meio Ambiente que deveria dar inicio aos trabalhos de implantação da ALPA em Marabá, com a concessão da Licença Prévia - LP ao empreendimento, fato esse impossibilitado de ocorrer pela intervanção do Ministéri Público do Estado - MPE, que pediu vistas do processo, impedindo assim a votação e aprovação da LP.

Vale ressaltar que todos os outros menbros do Conselho responsável pela emissão do documento já se posicionaram a favor, ou seja, só o MPE é contra. Essa postura é recorrente do Ministério Público, demonstrando a total arrogância com que seus promotores custumam atuar. É interessante notar, ainda que seja só coincidência, como a postura do MPE é sempre contrária às principais pautas do desenvolvimento do estado e o que é pior, atuam sempre como se só o MPE esteja com a razão. Apesar de fazerem parte de um colegiado, quando derrotados em suas posições, sempre arrumam formas de atrapalhar e tentar fazer prevalecer suas "verdades".

Da forma como atuam, logo terá gente questionando a sua importância como instituição democrática, pois, muitas vezes, não dá para saber se o Minístério Públigo está a serviço da sociedade ou de "radicais de plantão" que usam do poder que possuem para engessar o poder público, segmentos econômicos ou o próprio desenvolvimento.

No meu entendimento, o MP é uma instituição muito importante, por isso mesmo que não deve deixar margens para que a sua atuação seja tão criticada. O bom censo deve sempre prevalecer. O MP também tem que ser responsável na antecipação de fatos, não só em denúncias ou protelações.
sária    

Abaixo, reproduzi aqui a matéria publicada no site da SEMA sobre o assunto.


Publicado em 24/03/2010

Conselheiros antecipam voto a favor da licença ambiental da ALPA
Em reunião do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Coema), nesta quarta-feira, 24, 10 dos 11 Conselheiros presentes, anteciparam, e reconfirmaram, seus votos em defesa da imediata concessão da Licença Prévia (LP) para a instalação da futura fábrica Aços Laminados e Planos do Pará (ALPA), empreendimento sob a responsabilidade da VALE, a ser instalado no município de Marabá, sul do Pará.
O Coema, que é formado por 13 conselheiros que representam a Sociedade Civil Organizada, e é um órgão autônomo à estrutura institucional da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), registrou a presença de 11 titulares na reunião.
Mas o suplente do Ministério Público do Estado (MPE), Promotor Milton Gurjão, pediu vistas do processo da ALPA, com o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), e pelo Regimento do Coema esse recurso suspende a votação para apreciação do voto, em separado, numa sessão seguinte, a qual imediatamente foi marcada para o dia 29 deste mês, segunda-feira.
O Conselheiro Maurílio Monteiro, titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect), um dos entusiastas do projeto de verticalização da indústria de mineração no Pará, reagiu de forma enfática ao posicionamento do suplente do Ministério Público do Estado.
“O Ministério Público foi convocado a se manifestar sobre esse processo há mais de um ano, para se antecipar a um debate construtivo e democrático, e não o fez”, ao questionar, o “padrão de comportamento” do MPE no Coema, o qual o Conselheiro entende “não corresponder aos anseios da sociedade”, frisou.
Ao finalizar sua fala, Maurílio Monteiro perguntou se a atitude do Ministério Público, na reunião desta quarta-feira, “contribui para fortalecer ou fragilizar o órgão diante da sociedade”.
Em seguida, o secretário da Sedect fez algumas considerações do papel importante da verticalização da economia com a indústria do aço, e reiterou que será “uma nova fase industrial para o estado com a transformação mineral conciliando desenvolvimento com prudência ambiental”.
Parecer – Os 10 conselheiros decidiram acompanhar o voto do Relator da Câmara Técnica do Coema, e representante da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), Justiniano Neto, que numa longa exposição de motivos considerou os trabalhos de levantamento de campo e análise da equipe multidisciplinar de 18 profissionais da Sema, dentro dos mais altos padrões estabelecidos para essa área.
Justiniano recomendou a concessão da Licença Prévia da fábrica com 35 condicionantes, 8 recomendações e um inédito “Programa de Inserção Regional da Empresa”, no caso a VALE, remetendo temas de relevância ambiental, econômico e social à concretização de 10 subprogramas, num esforço para garantir mais qualidade ambiental e social ao projeto da ALPA, redobrando as precauções técnicas já recomendadas pela equipe da Sema.
O titular da Sema e Secretário Executivo do Coema, Aníbal Picanço, marcou, após consulta ao plenário, a reunião que decidirá pela concessão da LP para a ALPA, no dia 29 deste mês, às 9h, quando o MPE vai apresentar o seu voto, a favor, ou contra a licença ambiental.
Antes de encerrar a reunião do Coema, o ex-secretário de Estado de Meio Ambiente do Pará, e atual Deputado Estadual pelo PV, o geólogo Gabriel Guerreiro, apresentou alguns números do cenário mundial da pujança da poderosa indústria do aço.
Lembrou que um país como a China, que não tem em seu solo minério de ferro, pelo menos com o alto teor do material encontrado na Província de Carajás no Pará, produziu em 2009 impressionantes 608 milhões de toneladas de aço. O Brasil, com toda a riqueza de ferro, e minério de altíssimo valor, produziu apenas 38 milhões de toneladas de aço em 2009.
Guerreiro concorda que o Pará tem que se inserir logo nesse mercado promissor. Mas deixou o alerta que um processo de verticalização mineral não é fácil, exige muito planejamento estratégico, e tudo indica, ressaltou, que esse caminho está sendo construído, ajudado até próprias condições de localização geográfica do Pará em relação à área de implantação da futura fábrica.

Douglas Dinelli
Ascom Sema

quarta-feira, 24 de março de 2010

Recebi por e-mail e achei interessante...


LEIAM O QUE FOI PUBLICADO NO JORNAL THE ECONOMIST

A diferença é muito grande... É bom lembrar.
The Economist publicou!

Situação do Brasil antes e depois: Nos tempos de FHC e de LULA

Risco Brasil:
FHC 2.700 pontos
LULA 200 pontos

Salário Mínimo:
FHC 78 dólares
LULA 210 dólares

Dólar:
FHC Rs$ 3,00
LULA Rs$ 1,78

Dívida FMI:
FHC Não mexeu
LULA Pagou

Indústria naval:
FHC Não mexeu
LULA Reconstruiu

Universidades Federais Novas:
FHC Nenhuma
LULA 10

Extensões Universitárias:
FHC Nenhuma
LULA 45

Escolas Técnicas:
FHC Nenhuma
LULA 214

Valores e Reservas do Tesouro Nacional:
FHC 185 Bilhões de Dólares Negativos
LULA 160 Bilhões de Dólares Positivos

Créditos para o povo/PIB:
FHC 14%
LULA 34%

Estradas de Ferro:
FHC Nenhuma
LULA 3 em andamento

Estradas Rodoviárias:
FHC 90% danificadas
LULA 70% recuperadas

Industria Automobilística;
FHC Em baixa, 20%
LULA Em alta, 30%

Crises internacionais:
FHC 4, arrasando o país
LULA Nenhuma, pelas reservas acumuladas.

Cambio:
FHC Fixo, estourando o Tesouro Nacional.
LULA Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central

Taxas de Juros SELIC;
FHC 27%
LULA 11%

Mobilidade Social;
FHC 2 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza
LULA 23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza

Empregos :
FHC 780 mil
LULA 11 milhões

Investimentos em infraestrutura:
FHC Nenhum
LULA 504 Bilhões de reais previstos até 2010

Mercado internacional:
FHC Brasil sem crédito
LULA Brasil reconhecido como investment grade

Parauapebas abrigará o primeiro Shopping Center do interior do Estado.

Localizado no Sudeste paraense, o município de Parauapebas receberá, em breve, o Unique Shopping Parauapebas, primeiro empreendimento deste porte a se localizar fora da capital do estado. O investimento total será de aproximadamente R$ 42 milhões e gerará cerca de 2.000 empregos diretos, quando estiver em operação.


O empreendimento consagra, não só a cidade de Parauapebas, mas a região como um todo, uma das mais dinâmicas do estado. Com a sua chegada, o Pará entra na rota dos investidores do segmento que passaram a demonstrar interesse nesse dinamismo. Já a algum tempo o setor vem mostrando uma tendência de interiorização, buscando o mercado de cidades médias e com bom potencial de consumo. A chegada do Shopping em Parauapebas também despertou o interesse dos investidores para cidades como Marabá e Santarém.

Para a cidade, isso representará uma grande mudança, pois, passará a contar com um equipamento de entretenimento que possibilitará melhorar um pouquinho mais a qualidade de vida dos seus habitantes e ao mesmo tempo, potencializar ganhos econômicos em outros setores da economia do município, como por exemplo o setor de hotelaria, que vê a cidade se esvaziar durante o final de semana, por falta de opção de lazer na cidade.

O Shopping contará com uma área de 15.000 m² de ABL, distribuídos em 1 supermercado, 02 lojas âncoras, 02 mega lojas, 104 lojas satélites e 16 posições de fast foods, amplo estacionamento e serviços bancários. Além disso, a região também ganhará seu primeiro circuito de cinemas, estando previsto a implantação de 04 salas, inclusive com tecnologia de exibição em 3D, coisa nem em Belém existe ainda.

Considerando o raio de 70 km como determinante para a região mercadológica a ser mais afetada com o empreendimento, o Shopping beneficiará uma população estimada em aproximadamente 220 mil habitantes nos municípios de Parauapebas, Curionópolis, Canaã dos Carajás e Eldorado dos Carajás. Se considerarmos que o Shopping pode ser transformar numa atração para toda a região, principalmente em finais de semana ou datas com apelos comerciais, a população a ser atingida ultrapassará os 600 mil habitantes.

A pesquisa mercadológica encomendada pelo grupo investidor, apontou excelente potencial de consumo da região, que apresentou renda média mensal das famílias em condições iguais a de outras regiões do país, inclusive de grandes centros urbanos.

Como consultor econômico, que ajudou o empreendimento a captar recursos junto ao FNO, fico muito feliz em contribuir, de alguma forma, com esse momento especial para a cidade e região, estando também ansioso para ver a inauguração deste marco simbólico que representa a implantação desse empreendimento.

Boa sorte aos empreendedores e que a cidade fique cada dia melhor !!

terça-feira, 23 de março de 2010

Arena do Leão: Aviso aos Navegantes

Tenho postado aqui minha preocupação com esse projeto de venda do Baenão. Volto a afirmar que temerária essa idéia de construir a tal Arena do Leão em localização tão ruim. Agora, o que surge é a informação de que a arena seria lá para Marrituba, perto do antigo Círculo Militar, no final da linha de ônibus Marituba, lugar onde só passa três ou quatro linhas de coletivos.
Chamo a atenção, de novo, que ontem no clássico entre Flamengo e Botafogo, menos de 7.000 pagantes foram ao jogo, isso mesmo, só isso. Onde foi o jogo? no Engenhão. Será por acaso?
Cuidado Presidente Amaro. Olha o mico que isso pode se tornar para o Clube do Remo!!   

segunda-feira, 22 de março de 2010

Resposta à Profª Edilza: Chega de Incoerências !!

Quando postei um comentário no blog da Edilza, o fiz porque realmente é a forma como avalio o processo político que fez com a ela, Edilza, pedisse a retirada do seu nome dos quadros da DS. Já disse várias vezes que discordo de certas posturas adotadas pela companheira e é exatamente por isso que sempre busco fazer o debate, para demonstrar isso.
É interessante como a companheira se desvirtua dos fatos para tentar construir uma espécie de “verdade paralela” onde, nesse universo, tudo conspira a seu favor, ninguém acerta, só erra. Quando a Profª. Edilza expõe suas avaliações sobre acontecimentos da política do estado, isso é opinião. Quando alguém a contradiz, como eu fiz, é leviano, falacioso e sem responsabilidade com o Governo.
Expressei minha opinião tal qual a Edilza o fez quando disse que a SEIR é, em palavras dela, “um pastel de vento”, quando afirma que “falta de orçamento” não é desculpa para má gestão, inclusive desrespeitando o secretário André, ou quando acusa o secretário da SEMA de implantar “uma Ditadura” na instituição. Isso tudo é o que professora? Respeito? Compromisso?
Abaixo transcrevo partes da postagem da Profª Edilza onde exponho algumas incoerências, que demonstram claramente essa perspectiva:

...Quando me deparo com uma avaliação como esta, penso tenho que falar. É a minha história que está em jogo e minha competência profissional. Uma avaliação como esta, devemos desconstruir o discurso, antes de apresentar um novo discurso para repor a verdade. É o que pretendo fazer agora, na parte I sobre o PTP...
Cidade seu discurso é falacioso e compromete a seriedade do governo. Deixa-me entender. Eu uma pessoa escolhida pela governadora, me aproprio de um programa dos mais importante do governo e a governadora não fez nada? Pior quando o governo percebeu minha tramóia resolve me tirar do PTP e acabar com o programa? O lógico não seria trocar as pessoas e preservar o PTP?
A participação popular é um dos elementos que compõe o discurso do PT e da DS. Quero dizer que na última reunião feita com o núcleo do governo, com a presença da governadora e do deputado Airton Faleiro foi dito que o PTP era o programa mais importante e eu perguntei se as dificuldades eram devidos a minha pretensão política de ser candidata e foi afirmado que não, por todos.
Eu fui convidada para assumir o PTP com o apoio de todos. O convite foi feito pelo Puty e pelo Charles. Insistindo muito na minha competência para realizar o trabalho, avaliação feita com base no trânsito que eu tinha entre todos os partidos da base aliada e entre todas as tendências internas do PT...

No trecho acima a Profª Edilza afirma que eu estaria duvidando da seriedade do governo só porque fiz críticas a sua conduta pessoal, ou seja, questionar uma gestora seria então questionar nosso governo? Colocá-lo em dúvida? O que faz então a companheira Edilza quando crítica o Puty, o André, o Aníbal e tantos outros membros do governo cotidianamente citados em seu blog?
Na minha postagem fiz questão de dizer que a ida da Edilza para o PTP foi importante para o programa, fato esse não mencionado, não disse que a Edilza fora incompetente, mas imprudente. E isso não demérito nem injúria é uma avaliação pessoal.
Num outro trecho a Profª Edilza afirma:

...Outra inverdade que quero deixar claro, é que eu teria lançado minha candidatura. Quem começou e lançou minha candidatura internamente no governo foi o Secretário Maurílio Monteiro e o Secretário Cláudio Puty. Tenho até hoje guardadas mensagens de telefones incentivando á minha candidatura e tenho testemunhas de pessoas que foram falar comigo a mando dos dois secretários citados. Eles insistiram muito, não aceitavam a candidatura já posta da Suely para deputada federal. Partes destas atitudes, foram pelo reconhecimento que eu e minha equipe estávamos fazendo um bom trabalho e até em uma pesquisa feita, para avaliação interna do governo, o meu nome era o único que aparecia entre todos os secretários. Tenho até hoje a mensagem do Claudio Puty e do então secretário Fabio, da SECOM comemorando ao aparecimento do meu nome e brincando Edilza 2014.

Se essa situação retratada for verdadeira, não estou dizendo que não o é, isso demonstra, ao meu ver, mais uma incoerência, quando foi para “lançar” o seu nome em detrimento a companheira Suely, o suposto “Núcleo Duro” era legítimo para fazê-lo, mas quando, por alguma razão, o mesmo grupo a defenestrou, esses passaram a ser a imagem do cão na terra. Muito conveniente, não é?.

...A sua acusação que eu fiz uso próprio do PTP precisa ser comprovada, por hora eu entendo como leviandade. Agora entrando no seu discurso, para mostrar sua incoerência, quero lhe perguntar, que se, o que não foi, o PTP tornou-se um rolo compressor eleitoral e por isto acabou, eu lhe pergunto e todos os rolos eleitorais, foram então desativados ? Não me parece!!!!!
Se o PTP dava uma visibilidade política á mim, o que dizer da SETRANS? Da SECULT? Da SEDURB? Quer dizer ou outros podem, eu não poderia? O que dizer da CASA CIVIL? Não pode tornar a gestão pública "rolo compressor", o que ocorreu, e que o trabalho com O PTP mexeu com poderes e representações estabelecidas. Inclusive de parlamentares. A proposta era muito avançada para o Estado e para a política no Pará. Aprofundarei isto na parte dois da resposta....

Neste outro trecho, a Profª. Edilsza mostra uma concordância com a crítica que fiz, quando menciona que outros companheiros também usaram suas estruturas de governo para dar suporte as suas eventuais candidaturas. Por que não ela, pergunta a Edilza? E a resposta ela mesmo dá quando afirma que: “o trabalho com O PTP mexeu com poderes e representações estabelecidas. Inclusive de parlamentares. A proposta era muito avançada para o Estado e para a política no Pará”. Ora, isso foi exatamente o que eu disse, por ser novo e importante para nós do PT e da DS é que deveria ser preservado, e não foi. De quem é a incoerência afinal?
Outro aspecto importante para esse debate é o fato que a Edilza menciona de que eu teria dito que o Conselho Estadual do PTP seria usado para se transformar em seus cabos eleitorais. Nesse ponto faço uma ressalva que talvez não tenha me expressado bem, de fato o Conselho é plural e, mesmo se quisesse, não conseguiria cooptar a todos. Mas, enquanto movimento político o Conselho é sim capaz de produzir esse efeito. Por outro lado a professora escreve o seguinte:

...Por fim você acusa que todo o processo de formação dos conselheiros tinha um único objetivo, de transformá-los em cabos eleitorais meus. Esta afirmação só demonstra que você desconhece o perfil dos conselheiros eleitos, muito deles vindo dos movimentos sociais, com vinculações partidárias, com vinculações com prefeitos e com vida política própria. Não são marionetes a disposição de manipulações. Todos não recebiam nada para ser conselheiros, mas o crachá de conselheiro lhes conferia um micro poder de fiscalizar obras no município e questionar o poder local e em alguns casos questionar o poder dos deputados e prefeitos...

Longe do que tenta a Edilza, em querer se apropriar do PTP, como se fora uma bandeira própria e não fruto da determinação da governadora Ana Júlia, a responsabilidade do gestor imediato é fazer dar certo, nem que pra isso tenha de abdicar de aspirações pessoais. É assim que funciona, as vezes é preciso dar passos atrás para se avançar na luta mais á frente. O que estou dizendo é que os avanços dos governos de partidos de esquerda não são instantâneo. Não se questiona a ordem, sem que essa ordem resista. Essa é uma tarefa sutil, militante. Neste sentido, a “ordem posta”, que já tinha “medo” do PT, vê surgir um instrumento “avançado” de política pública que poderia “em alguns casos questionar o poder dos deputados e prefeitos”, e ainda por cima ter como gestor um eventual candidato. Como fazer dar certo?
Em minha opinião, o PTP, enquanto instrumento de política pública, não tinha a responsabilidade de ser revolucionário pela sua condição de interferir no orçamento público, que infelizmente, muitas vezes, se torna mera peça decorativa. Mas, a sua maior responsabilidade é com a construção da cidadania, da mobilização e intervenção social e isso não se constrói em uma só gestão.
Para finalizar, não vou mais cansar ninguém com esse assunto, só queria dizer, em relação às outras postagens da Profª Edilza em seu blog, que diminuir o compromisso da governadora Ana Júlia com PTP é uma irresponsabilidade política da companheira, essa postura de atacar o governo e o PTP só porque não faz mais parte dele, não contribui em nada. Entendo que críticas e contribuições são sempre bem vindas, só dizer que é a maior defensora da Participação Popular não é suficiente.

NÃO SOMOS NÓS QUE ENSINAMOS AO MUNDO. É O MUNDO QUE NOS ENSINA.

Valeu !!

domingo, 21 de março de 2010

O Governo do Pará dá sinalizações claras de que cuidar de gente, é cuidar do futuro II

Em voltas com a realização do leilão que vai dar início a construção da UHE de Belo Monte, a agenda com o MAB ganha importância ao dar sinalizações para o movimento social de que o governo do Pará não se omitirá em exigir do consórcio vencedor, a implementação total das ações mitigadoras propostas para viabilizar a sua execução.
Ressabiados e temerários pelo abandono ocorrido em Tucuruí, a maioria dos movimentos sociais da Região do Xingú, se posicionaram contrários a execução da obra. Enquanto os governos Federal e Estadual vêem na usina uma das mais importantes obras em planejamento no país, pois sem investimento em infraestrutura o Brasil, e o Pará, não terão condições de sustentar o crescimento de suas economias, tratando-se portanto de uma necessidade imperiosa para país.
O que fazer então para resolver esse delicado impasse?
No meu entendimento, não repetir os erros de Tucuruí já seria um bom começo, e isso, ao que parece estar sendo cuidadosamente trabalhado. Além de ações sócio-ambientais mitigadoras, que estão estimadas em cerca da R$ 1,5 bi, o governo do Pará também estabeleceu uma exigência de que parte dessa energia a ser gerada em Belo Monte seja direcionada exclusivamente para que o estado possa verticalizar a sua produção mineral, posto que, sem energia não há como se desenvolver um parque industrial no setor da minero-siderurgia.
Na verdade temos que fazer uma opção, somos favoráveis, a partir de exigências que torne a relação custo benefício do empreendimento o mais positiva possível ou somos contra, sobre qualquer aspecto. Independente das conseqüências que isso venha a trazer. Não é fácil, é verdade, mas ocorre que a energia hidroelétrica ainda é a forma mais limpa e viável de se gerar os grandes volumes necessários ao contínuo crescimento do país.
Na China por exemplo, está sendo concluída (ou já está em operação) a maior UHE do mundo, que inundará cidades inteiras, inclusive áreas de grande valor histórico para a humanidade, seja no que diz respeito a patrimônios milenares ou arqueológicos. Isso tudo para dar conta do seu crescimento, que alias tem como um dos seus principais fornecedores a produção mineral paraense de minério de ferro, que sai daqui na forma primária para ser beneficiada lá, gerando emprego, renda e divisas para os chineses. Será que em pleno século XXI ainda é esse tipo de relação comercial que queremos?
O que ocorre na China é mais ou menos o que ocorreu aqui em Tucuruí, quando o regime militar decidiu e fez a UHE, independente dos impactos que viriam a ser criados. Hoje, a realidade aqui é diferente e para ser construída, a UHE de Belo Monte terá que ser pactuada, seus impactos mitigados e o desenvolvimento econômico local conquistado.
Portanto, acredito que a postura do governo do Pará dá espaço para que o povo do Xingú possa debater esse empreendimento, sabendo que terá um parceiro intransigente na defesa dos direitos da população, desta e das gerações que virão.

Governo do Pará dá sinalizações claras de que cuidar de gente, é cuidar do futuro - parte I

Recentemente o governo popular concedeu a diversas famílias da Região do Lago de Tucuruí o benefício do programa Cheque Moradia. Essas famílias são oriundas de um movimento popular chamado de MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens. Essa gente se organizou para reivindicar seus direitos junto à Eletronorte, estatal responsável pela UH de Tucuruí, sempre sendo tratados como “foras da lei”, quando na verdade apenas estavam pedindo ajuda pela situação degradante a que foram expostos.
Esse reconhecimento aos movimentos sociais, bem como da sua pauta de reivindicações, é que torna a ação do estado de “vanguarda” e aí, fica negritado que um governo de esquerda, ao olhar as pessoas, respeitando sua organização, torna possível o caminho da mudança. Por isso ataques e perseguições serão sempre eminentes.
Aproveito esse assunto do MAB para abordar outro tema de igual relevância, de forma a mostrar como os programas sociais dos governos populares do PT, são, embora muita gente não perceba, fundamentais para o crescimento econômico do país. Não só pela inclusão social e distribuição de renda, como também pelas sinalizações que dão para a sociedade.
No caso do Bolsa Família, a inclusão de milhões de pessoas no mercado consumidor teve um efeito multiplicador tão importante, que, desde da era Vargas com a criação do salário mínimo, não tínhamos crescimento econômico com distribuição de renda nesse País, fato aliais que fez do Brasil, um dos países que menos sofreu com os efeitos da crise de setembro de 2008. Lula tinha razão, vendo o estrago que essa crise causou no mundo inteiro, de fato, aqui pode se dizer, em termos econômicos, ter sido mesmo uma “marolinha”. O Programa Minha Casa, Minha Vida, vem, não só para resgatar a cidadania do povo brasileiro, como tem impactos importantes na economia, posto que movimenta um dos maiores setores da economia, impactando diretamente tanto o mundo do trabalho como do capital.
No plano estadual, programas inovadores como o Bolsa Trabalho, que dá qualificação profissional; as diversas modalidades do Pró Jovem, que dão reforço pedagógico e profissionalizante para a juventude; o Navega Pará, maior programa de inclusão digital do país; são fundamentais para a colocação de milhares de trabalhadoras e trabalhadores no mercado de trabalho em condições mais favoráveis e, ao mesmo tempo, permitindo que as empresas possam ter ganhos de produtividade com a utilização de uma mão-de-obra mais qualificada.
Esses são alguns exemplos de como as esferas governamentais podem influenciar muito, cuidando das pessoas, o desenvolvimento econômico do país.

sábado, 20 de março de 2010

Vamos à luta Puty! Estou contigo companheiro.

PMDB quer ganhar mais uma no “Tapetão” !

A exemplo da chantagem que fez com o Prefeito de Belém, o PMDB quer agora repetir a dose com o PUTY e a Governadora Ana Júlia. Para isso já está mobilizando sua “máquina judiciária” para tentar impedir que o Puty seja candidato em outubro. Essa já é uma tática antiga e conhecida do PMDB, aciona seus contatos no judiciário, cria o fato político e depois chantageia suas vítimas.

Recentemente o Prefeito de Belém foi vítima desse golpe. Tudo começa com uma grande campanha de queimação junto à opinião pública através do Diário do Pará e TV RBA, meios de comunicação dos “sobrancelhudos”, depois vem uma denúncia acolhida pela sua “máquina Judiciária” e por fim vem o acordo. Pronto, resolvido! É hora de despir o rei. Lembrem que depois da sentença que cassou o mandato de Duciomar, nunca mais se viu uma única notícia sobre todas aquelas barbaridades denunciadas, a tal ponto inclusive, que o PTB hoje tem uma postura de total subserviência ao PMDB. Nunca vi isso, “Eu voto como o PMDB votar”, é frase mais dita hoje pelo Duciomar.

É exatamente isso que querem fazer com o Puty agora. Fizeram uma casinha, comandada pelo Dep. Parsifal, já acionaram a “máquina” e agora vão estabelecer a campanha de queimação. Exatamente igual. Quando eles não conseguem ganhar em campo, apelam para o tapetão.

Na verdade, o que está sendo gestado é a tentativa de impedir o surgimento de uma nova liderança política, muito mais preparada do que o Helder e capaz de fazer frente ao seu projeto político de futuro. Este é o verdadeiro motivo de toda essa perseguição política ao companheiro Cláudio Puty.

Temos visto muitas injustiças ocorrerem nesse campo da “arapongagem” política, mas tenho certeza que essa será rechaçada pela justiça, até porque tem muita gente que sempre fez e faz fortunas às custas do povo e que até hoje estão aí impunemente, continuando a enganar a sociedade, sobre os olhos da justiça.

Levar políticas públicas para pessoas que sempre viveram à margem do tal estado de direito é uma tarefa militante, prioridade do nosso governo, por isso companheiro Puty fique firme nesse propósito.

Sabemos que eles, tanto o PMDB como a Direita como um todo, estão acostumados a fazer isso, a diferença é nós levamos direitos, inclusão e cidadania. Eles, quando muito, o assistencialismo e a dependência.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Faça o que eu digo. Não faça o que faço!

Publico aqui o comentário que encaminhei ao Blog da Edilza, sobre sua postagem a respeito da SEIR, me dando ao direito de postá-lo com outro título.

Profª. Edilza,

Em primeiro lugar gostaria de saudar sua atitude de esclarecer esse assunto. Ontem até postei em meu blog uma matéria sobre o assunto, uma vez que fui citado e, ao meu ver, equivocadamente, pois todos sabem que deixei a SEIR e o Governo por motivos profissionais que nada tem a haver com o que foi dito na nota do, agora sabemos, anônimo.
Quanto a sua autonomia no blog, concordo contigo, não há o que questionar. Só discordo desse método de crítica que as vezes utilizas, pois entendo que figuras importantes do partido, como é o teu caso, não devem tentar se neutralizar de posições que tentam nos expor. Por isso, também te felicito pela postura de publicar a tua opinião, com as quais concordo em parte com algumas delas, mas, como tu mesmo provocas, queria debater algumas delas.
Quanto à SEIR, não acho que uma avaliação isolada, cartesiana, lhe fará justiça. No meu entendimento, se há sombreamento, temos então que avaliar o todo, não só a parte. Neste sentido, até concordo contigo quanto à crítica, mas, acho que nosso erro (me considero parte de governo petista, mesmo sem tomar as decisões) não está na reforma do estado e sim na incapacidade de alguns de nossos dirigentes de, primeiro, superar divergências e, segundo, compreender a magnitude da concepção política do que propomos.
Vejamos professora o seguinte:
1) SEPOF – quando a Governadora determinou que a gestão das finanças do estado retornasse à SEFA, o fez no intuito de valorizar o planejamento público. Na minha concepção, devemos entender como planejamento a sua plenitude de fazer, executar, avaliar e refazer, como ação dinâmica do processo de planejar. Ou seja, deveria caber a SEPOF a tarefa geral de acompanhamento dos indicadores de execução orçamentária geral do estado, visando orientar o conjunto do governo, quanto aos eventuais desvios que eventualmente a governadora julgasse necessários de correção de rumos (aliais, isso está diretamente relacionado ao PTP, que abordarei mais adiante);
2) SEGOV – A finalidade única de qualquer secretaria de governo, é eminentemente política. Se caberia ao planejamento a tarefa de corrigir a execução orçamentária do governo, à SEGOV cabe dar a condução política para que as ações executadas pelo governo vão em direção, primeiro ao respeito ao programa de governo, já que os gestores podem ter diversas orientações políticas, segundo, dar suporte aos acordos de governo com a base aliada, já que a estrutura da Casa Civil não permite administrativamente essa condução; e terceiro, pensar, aglutinar e coordenar, através das Câmaras Técnicas, a transversalidade das ações e políticas públicas do governo;
3) SEIR – Em minha modesta opinião, como economista, acredito que a Integração é um elemento central que deva fazer parte de qualquer política de governo, sem a qual não há desenvolvimento. Na esfera pública, devemos entender o desenvolvimento não só pela ação que liberte as pessoas individualmente, mas também, socialmente e neste caso, na relação que há entre as pessoas e seu habitat, ou seja, seu território, seu espaço.
No nosso governo, a SEIR nasce com a estratégia de desempenhar duas funções específicas, mas que são concatenadas: uma voltada para combater os desequilíbrios intra-regionais e a outra para aglutinas de forma republicana os atores instituídos de “poder”, com vistas a criar sinergia institucional, no caso específico, os prefeitos do Pará. Essa estrutura foi pensada a espelho do governo federal, só que lá, existe o próprio Ministério da Integração e a Sub-Chefia de Assuntos Federativos, ligada à Casa Civil.
No meu entendimento a SEIR, nestes três anos e pouco, ajudou a colocar a Integração na pauta do governo, inclusive com a proposição da rediscussão dos “espaços” de planejamentos do estado. Coisa que no governo anterior não existia, só a falácia da tal “Municipalização do Desenvolvimento”, que na verdade era somente a distribuição de asfalto para os prefeitos aliados.
Gostaria até de me prolongar um pouco mais sobre o papel da SEIR, posto que ajudei a construí-la, mas, não me sinto a vontade, pois envolveria paixão e ao mesmo não tenho procuração para isso. Portanto, vou me abster de fazer um balanço de gestão, espero que entendas, prefiro debater o instrumento.
Entretanto me permito dizer que os Centros de Integração foi uma promessa de campanha da governadora que foi resgatada pela SEIR, se o gabinete da governadora não o vê tal, o que se pode fazer? Também, vale ressaltar que os centros serviram para implantar ações de secretarias que antes só estavam em Belém, levando serviços e inclusão social.

Com relação ao PTP, acho que o primeiro exercício de busca deve ser feito a ti mesmo. O PTP não morreu com a tua saída, pode até ter sido esvaziado com ela, mas já estava morto há muito tempo.
Antes de entrar na polêmica, queria primeiro reconhecer que fortes muito importante para a implantação do PTP, vou mais longe, talvez, se fosse outra pessoa, o PTP nem saísse do papel, naquele momento, só alguém com força política junto a governadora teria condição de levar adiante, além da tua determinação, fruto da concordância com política, que é alias é uma das principais bandeiras da DS.
Contudo, após a implantação do PTP e sua consolidação no PPA do estado, fortes traída pelo maior erro que poderia acontecer, em minha modesta opinião, que foi a transformação do PTP em um instrumento político a favor de uma pretensa candidatura eleitoral, no caso a tua. Não percebestes (?) que ao se lançar candidata estando á frente do PTP, começastes a fazer dele uso próprio e que confrontava com os interesses dos demais parlamentares da base do governo, que viram na manobra uma possibilidade de serem prejudicados, ao montar palanque para um futuro adversário em bases eleitorais. Portanto, acho que o processo de construção do PTP foi atropelado, levando-o a ser visto como um “rolo compressor eleitoral” prestes a esmagar qualquer base a beira do caminho.
Somado a isso, o olhar na campanha, cegou as ações administrativas. A prioridade foi dada, de um lado, para ações externas e que contavam com boa visibilidade política e de outro, para a formação militante dos seus conselheiros, ou quem sabe cabos eleitorais. Seria este um ideário socialista?
Portanto Profª Edilza, espero poder contribuir um pouquinho com o debate, estou sempre por aqui !

quinta-feira, 18 de março de 2010

Mensagem de Desagravo à SEIR

Li somente hoje no blog da Edilza, que ontem ela publicou uma postagem intitulada Censura na SEIR assinada por um elemento mau caráter que, além das mentiras, difamações e citações indevidas, ainda teve a covardia de assinar a mensagem usando o nome do Paulo Henrique, que pelo que conheço, jamais assinaria tal documento.

Em primeiro lugar, é preciso repugnar esse tipo de atitude, quem tem críticas a fazer tem todo o direito de externá-las, mas, é preciso que assuma e não tente se esconder, ou pior, se passar por outra pessoa, para não assumir suas atitudes. Isso não é coisa de gente séria e sim desonesta.

Por outro lado, além de me solidarizar com a indignação do companheiro Chico, também entendendo que é de responsabilidade da Profª. Edilza, as informações que ela publica em seu blog, principalmente quando o faz em edição de capa, mesmo que destacando um comentário de terceiros. Ou seja, tudo indica que, ou a blogueira queria atingir o secretário André Farias, fazendo suas as palavras do leitor e aí demonstrando concordância em relação ao estado de arte da gestão na SEIR, ou precisa ter mais cuidado com o que posta, pois é inquestionável o fato de que essa postagem é desonesta e covarde.

No que me diz respeito, por ter sido citado, não concordo com nada do que foi dito naquela postagem. Trabalhei por dois anos na SEIR, me dedicando ao máximo para cumprir com todas as tarefas designadas à SEIR pela governadora. Tive a oportunidade de conviver com o companheiro André Farias, o qual se mostrou uma figura excepcional, demonstrando sempre muita competência, responsabilidade e lealdade. Pessoalmente é uma figura humana excelente, companheiro e democrático, motivo pelo qual sempre me empenhei para ser digno de sua confiança.

Minha saída da SEIR se deu exclusivamente por motivo profissional, pois como consultor empresarial, atividade que já exerço por mais de doze anos, tive muitas dificuldade de compatibilizar as duas atividades, tendo finalmente que, no início de 2009, optar por uma delas, motivo pelo qual pedi meu desligamento da SEIR, haja vista ter havido uma grande demanda de consultorias e que mereceram minha total atenção.

Quanto aos companheiros citados como o Marco Antônio, Luizinho e o “Paulo”, na tentativa de se fazer passar pelo Paulo Henrique, afianço minha palavra de que são pessoas honestas e merecedoras de respeito. O maldoso comentário não retrata, nem de longe, a verdade e o compromisso dessas figuras com a secretaria, com governo e com a governadora Ana Júlia.

quarta-feira, 17 de março de 2010

VIVER SEM METAFÍSICA: Cláudio Puty

Achei muito interessante esse balanço político feito pelo camarada Daniel. Republico aqui para quem se interessar em conferir. Valeu!
VIVER SEM METAFÍSICA: Cláudio Puty

PMDB: Paciência dos prefeitos com Jader está se esgotando!

Em recente reunião dos prefeitos eleitos do PMDB com o Dep. Federal Sobrancelhudo, ecoou em alto e bom som, o recado dado pelos prefeitos de que o PMDB, para lançar candidatura própria ao governo, somente se o “Dito cujo” o fizer. Ou seja, há muitos interesses em jogo, não só o seu.

O recado não foi em tom ameaçador à liderança do deputado, mas reflete na verdade o receio que os prefeitos estão sentindo de partirem, mais uma vez, numa canoa furada, tal qual ocorreu em 98, quando o partido saiu derrotado por Almir e quase foi exterminado do mapa político pela “máquina tucana”.

Com o PT no governo, o PMDB não tem do que reclamar, se recompôs enquanto força política, usufruindo das estruturas do governo, até hoje inclusive, e novamente ostenta a condição de maior partido do estado, com o maior número de prefeitos eleitos na ultima eleição. Isso porque o PT não disputa as mesmas lideranças políticas com o PMDB, abrindo espaço para o seu crescimento, independentemente da posição ora ocupada pelo PT.

Isto posto, o motivação da angústia dos prefeitos é compreensível, pois com um bom relacionamento com o governo, seus interesses estariam resguardados e, as condições políticas para a composição em 2012 também. Porque então partir para uma nova aventura?

Por outro lado, existe um “bolo” enorme a ser repartido, que são recursos previstos para serem repassados as prefeituras com a aprovação do empréstimo de R$ 366 milhões do BNDES. Ou seja, é melhor um pássaro na mão do que dois voando. Todos sabem que a candidatura à reeleição da governadora Ana Júlia tem muita viabilidade eleitoral, seja pela condição de máquina ou ainda pela excepcional condição que se desenha na candidatura da ministra Dilma, em que pese os percalços que tenha de enfrentar. Sabem também, das dificuldades que uma eventual candidatura do “Sobracelhudo” teria, face a sua imagem bastante desgastada, inclusive a nível nacional.





Como já mencionado várias vezes neste blog, tenho insistido nas adversidades que teria uma candidatura do Dep. Jader Barbalho para um cargo executivo, já que uma candidatura majoritária é completamente diferente de uma candidatura proporcional. Assim, embora as pesquisas momentaneamente possam até ser favoráveis a Jader, na campanha eleitoral, o processo pode ser revertido.

Portanto, neste plano, nem tudo é o que parece ser de fato, enquanto alguns acham que Jader está em campanha aberta, arregimentando seus soldados, eu particularmente acho que ele esta fazendo sondagens, mandando recados, se valorizando, ganhando tempo e, principalmente, acalmando os seus impacientes e ávidos correligionários.

O que tiver de ser, será !!

G1 > Economia e Negócios - NOTÍCIAS - 'Nós tínhamos que ter pressa', diz Zélia Cardoso sobre bloqueio da poupança

G1 > Economia e Negócios - NOTÍCIAS - 'Nós tínhamos que ter pressa', diz Zélia Cardoso sobre bloqueio da poupança

terça-feira, 16 de março de 2010

Investindo em conhecimento

Muito boa essa postagem do Puty. Vale a pena conferir.
http://claudioputy.blogspot.com/2010/03/investimos-alto-em-conhecimento.html

Falácia do PMDB sobre emprestétimo é pura estratégia de desgaste do governo. O Puty não tem nada a haver com isso!

Dizem por aí que em política nada é por acaso, toda vez que uma dificuldade é criada, é porque uma facilidade já está “precificada”.

Tem sido público a dificuldade que o governo do Pará vem tendo na tentativa de aprovar um empréstimo de R$ 366 milhões junto ao Governo Federal. Esse empréstimo na verdade é fruto de um acordo republicano, que tem como objetivo diminuir os efeitos negativos das medidas de desoneração fiscal adotadas pelo governo para combater os efeitos da crise econômica mundial, mas que gerou queda na arrecadação dos estados. Assim, com os empréstimos, os estados não teriam sua capacidade de investimento comprometida e as obras e ações em andamento não correriam o risco de serem interrompidas.

De acordo com as informações que saem na imprensa, todos os outros estados brasileiros já tiveram suas autorizações (compensação) aprovadas pelas suas respectivas assembléias legislativas. Restando apenas o Estado do Pará fazê-lo.

A recusa da autorização para que o estado contraia o empréstimo, se dá, principalmente, pela negativa do PMDB em votar o pedido. O fato é que o PMDB resolveu fazer dessa situação o seu principal arsenal político contra a Governadora Ana Júlia e esse oportunismo Já vem se prolongando por vários meses, tendo como principal prejudicada a população paraense.

Vale lembrar que, pegando carona nesse oportunismo, o povo do CNB/PT resolveu se apropriar desse episodio, tendo como foco em sua mira o Chefe da Casa Civil, Cláudio Puty, articulando, em conjunto com o PMDB a sua saída. Ocorre que o PMDB não tem nenhum compromisso com o governo, muito menos com o CNB, por isso acreditar que somente a mudança na Casa Civil seria suficiente para reverter o oportunismo do PMDB pode se transformar num preço muito alto a ser pago por essa turma (quem sabe até uma vaga no senado?).

Até agora o PMDB não tem dado demonstrações de que estaria disposto a votar o tal empréstimo, perdurando assim a indefinição quanto a sua aprovação na AL e tudo levando a crer que essa indefinição será adiada até que a sua verdadeira motivação seja satisfeita.

Portanto, fica muito evidente que a não aprovação do empréstimo até agora, longe de representar qualquer inabilidade do Secretário Puty, é fruto de uma estratégia partidária do PMDB de desgastar a governada Ana Júlia e que o atual Chefe da Casa Civil, Everaldo Martins, pouco, ou nada poderá fazer sobre isso.

20 anos do Plano Collor. Vinte anos que se foram !!

Há exatos 20 anos, o ex presidente Fernando Collor lançava o malfadado “Plano Collor”, tendo como o mais importante ajuste proposto o confisco da poupança. Essa medida visava combater a inflação através da restrição ao consumo das famílias. Ocorre que, ao optar pelo confisco, o governo retirou a liquidez do sistema econômico, tendo como conseqüência imediata o desequilíbrio da oferta de crédito no país, o que quase provocou uma quebradeira generalizada do sistema bancário brasileiro.
Lembro que naquela época nos morávamos na Av. 1º de Dezembro e uma vizinha nossa, havia vendido a sua casa, e isso me marcou porque perdi dois amigos nessa mudança, para aplicar o dinheiro numa operação bancária chamada de Overnight, que rendia, ilusoriamente claro, coisa de 100% ao mês. Ainda hoje consigo me lembrar do desespero daquela senhora contando para os vizinhos que “perdera” os seus rendimentos da venda da casa e que sua renda mensal mal poderia pagar o novo aluguel.
Em casa pouco sofremos, não tínhamos poupança a lamentar, pois como funcionário público o salário do meu pai era mais em forma de requisições, que eram vale compras que as associações de servidores dispunham através de convênio com fornecedores do que necessariamente dinheiro.
Lembro-me também de xingar muito o meu irmão, pois ele havia votado em Collor e, naquele período pra mim era como se ele fosse o verdadeiro, posto que a derrota de Lula na eleição de 89 foi traumática para nós, petistas. Também me lembro de ter sentido muita indignação por uma imagem da televisão que mostrava um encontro amoroso entre a então ministra Zélia Cardoso e o ministro Maurício Correa, desfilando numa charrete em Nova Yorque.
O tal “Plano” não durou muito, mas, as conturbações econômicas e políticas daquela época teriam grande influência em minha, pois, alguns anos mais tarde, lá estava eu entrando na faculdade de Economia.
O tempo é isso. Passa. Rápido por vezes. Ficam as lembranças e as experiências vividas. E lá se vão vinte anos!!

segunda-feira, 15 de março de 2010

G1 > Economia e Negócios - NOTÍCIAS - Marcado pelo bloqueio da poupança, Plano Collor completa 20 anos

G1 > Economia e Negócios - NOTÍCIAS - Marcado pelo bloqueio da poupança, Plano Collor completa 20 anos

Retificando informações sobre o PIB 2009.

Na postagem anaterior não consegui fixar o link para acesso às informações do IBGE sobre o PIB brasileiro de 2009. Estou fixando agora.

Em 2009, PIB varia -0,2% e fica em R$ 3.143 bilhões

IPEA lança estudo sobre juventude brasileira.

Segue link para o estudo do IPEA sobre Juventude e Políticas Sociais no Brasil. A publicção mapea as especificidades das políticas públicas para esse importante segmento social do país. Fica a dica de leitura. Tá bem interessante.

Ipea analisa a carga tributária brasileira de 2002 a 2009

Do site do IPEA:

A partir de levantamento feito pela Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta sexta-feira (12), a nota técnica Estimativa da Carga Tributária de 2002 a 2009.

O objetivo do documento é estimar a carga tributária no período delimitado, verificando quais tributos contribuíram para a queda registrada no ano passado. Impostos sobre produção e renda tiveram trajetória distinta da arrecadação sobre folha de pagamento, por exemplo.

O estudo traz ainda um resumo da carga tributária bruta, a desagregação da carga bruta e ainda um anexo com a matriz de estimação da carga.

domingo, 14 de março de 2010

No meu não "Dotô"!

Everaldo Martins, tratou de dar um fim na polêmica. A candidatura do Paulo Rocha ao senado é irrevogável. Só falta dizer que, se quizerem, pro bem do Pará, o PT negocia até a vaga de governador, mas senado jamais...
Brincadeiras à parte, será que a DS é que era o problema mesmo? o Puty?

Como se diz lá pela Bahia... faça o que eu digo, não o que eu faço.

Bom domingo a todos !!!

Esse Helder é um Mala !!


Alguém por favor avise pra esse projeto de "sombranselhudo barato" que a governadora Ana Júlia faz da Granja do Icuí o que o governo entender que trará maior benefício para a polução.
A questão da moradia é um dos principais problemas da região metropolitana, tem gente invadindo até praça pública e o MALA desse prefeito quer polemizar com a governadora só para aparecer bem na foto. Vê se te manca mané !!

Domingão de futebol: Urubu e Leão na parada!

Bom dia companheirada, hoje dá Mengão no Rio com o "Império do Amor" reconstituido, e aqui no Parazão não tem pra ninguém: LEÃO 2 x 0 timeco.


sábado, 13 de março de 2010

Vai começar a temporada 2010 de F1

Desde que me entendo por gente, sempre fui fascinado pela F1. Minhas lembranças desse esporte me levam ao início da década de 80, onde tive a oportunidade de ver, em minha opinião, a melhor fase que a F1 teve, tanto em competitividade de pilotos como de escuderias. Até hoje me lembro do arrojo dos pilotos Piquet e Senna, embora tivesse uma preferência pelo primeiro, para ficar somente nos brasileiros.
Mesmo que, desde a morte de Senna, não tenhamos mais brasileiros ganhando um título mundial, ainda sim, gostode acompanhar o campeonato e fico bastante envolvido com o seu desenvolvimento.



Neste ano, ao que parece, teremos pelo menos o Massa disputando o título mundial de pilotos, mas será preciso suportar as eventuais predileções dos europeus com o Alonso, o que poderia atrapalhar a vida de Massa, já que poderá haver uma tendência da equipe Ferrari a privilegiar o espanhol. Nos demais brasileiros, Rubinho, Di Grassi e Bruno Senna, não devemos ter muita espectativa. Rubens está se preparando para a aposentadoria; os outros dois iniciando em escuderias pequenas, devendo sempre brigar pelas últimas posições do grid.





Vale pela curiosidade em torno do retorno do sobrenome Senna a categoria, embora, do último retorno de sobrenome famoso, queiramos nos esquecer.



Há ainda o retorno do hepta campeão Shumi, após desistir da aposentadoria, um ingrediente de emoção a mais para este ano.




Vai começar a festa !!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Cartunista Glauco, morto em São Paulo nesta madrugada.

Polêmica no Xingu

Recebemos informação do correspondente da região do Xingu de que o MAB- MOVIMENTO DOS ATINGIDOS POR BARRAGEM deve fazer manifestações neste domingo em Altamira. Por lá seguem as polêmicas sobre a construção da AHE de Belo Monte. Setores ligados a ONG´s, ECOLOGISTAS e a Igreja Católica são contra, de outro lado setores desenvolvimentistas, empresarios, prefeitos, defendem a necessidade de construção de Belo Monte. Esta obra representa oportunidades com o aporte de 30 bilhões em recursos para a região, sendo capaz de dinamizar a economia desta região que hoje encontra-se estagnada. Além disso existe o forte debate da necessidade de realizar investimentos para evitar a crise energetica, que ja trouxe ao pais o apagão e racionamento. principalmente porque os investimentos no setor energetico trazem resultados em médio e longo prazo, pois uma hidrelétrica leva em torno de 10 anos para ser construida.
O Ibama, através de mediação do Governo do Estado do Pará e Eletrobras permitiu a Obra ser autorizada com 40 exigências sócioambientais. As quais se não cumpridas impedem o inicio da obra.
Estes condicionantes vão custar, R$ 1,5 bilhão ao consórcio vencedor, e devem ser investidos em mitigação dos impactos na região.
A usina deve ficar pronta em 2015, com uma capacidade de gerar onze mil megawatts.

PIB 2009: É pra rir ou pra chorar?

O ano de 2009, a princípio, poderia ser descrito como um ano nulo para a economia brasileira, afinal, tivemos, como diz o ministro Guido Mantega, "um crescimento negativo de -0,2%". Essa performance se deve principalmente aos efeitos da crise mundial defragada em 2208, valendo destacar o fato de que a maioria dos paíes obtiveram resultados muito piores, exceção feita à Índia e a China, que tiveram crescimento de 6,5 e 8,5m respectivamente. Por outro lado, esse resultado reflete os estímulos que o governo federal aplicou na economia, evitando que o país sofrsse de forma mais aguda as mazelas da crise.
Abaixo, link com o IBGE para visualização e análise mais detalhada do ano que terminou sem ter começado:

Perguntar não ofende !!


Pesquisando na net sobre o cenário político na Bahia, que também tem como elemento central a disputa com o PMDB, do ministro Gedel, percebi que a dinâmica do processo eleitoral está muito parecida com a nossa aqui no Pará.
Inicialmente, o PT estava disposto a bancar, qualquer que fosse a coligação, a reeleição do governador Jaques Wagner e uma das vagas para o senado, já que na Bahia, o PT está recheado de figurões e só no partido tinham quatro ou cinco lideranças disputando a indicação. Ocorre que hoje, o PT está disposto a abrir mão da vaga ao senado para abrigar uma coligação mais ampla, entendendo ser prioritário para o partido a reeleição de Wagner. Assim, a coligação poderá abarcar o PMDB do ministro Gedel Vieira e o PR do senador Cézar Borges como candidatos a senadores, tornado a chapa praticamente imbatível já no 1º turno e, de quebra, exterminar o resquício do “Carlismo” que ainda resiste na Bahia.
No meu entendimento político, que é limitado, fico imaginando se essa solução também não poderia ser aplicada aqui no Pará. Se a prioridade é a reeleição do PT ao governo do estado, como na Bahia, poderíamos abrir mão da candidatura ao senado do Paulo Rocha, para compormos uma chapa com Jader pelo PMDB e Duciomar pelo PTB, trazendo ainda o PR que seria contemplado pela herança da Prefeitura de Belém.
Será que o altruísmo e responsabilidade do CNB com o partido chegariam a esse ponto? O que queremos mesmo é o governo, não é? A Unidade estaria disposta a permitir que o nosso novo líder da Casa Civil opere acordo?
Não sei, o que vocês acham?
Abaixo, uma matéria publicada na net sobre assunto:

http://bahiaempauta.com.br/2010/02/waldir-pires-na-terra-magazinept-da-bahia-precisa-ter-candidato-ao-senado/

quarta-feira, 10 de março de 2010

Coveiros de sonhos da casa própria! O que fazer?

Tenho 36 anos de idade, sou filho de um servidor público aposentado e de uma dona de casa, que por ter de cuidar de cinco filhos optou por trabalhar exclusivamente em casa. Já aos 13 anos de idade comecei a trabalhar, pois nossa família sofreu demais com o arrocho salarial que teve início no governo do Hélio Gueiros.
Comecei como “faz tudo” num restaurante, sem salários, pela minha ajuda ganhava agrados dos proprietários e gorjetas dos clientes. Depois, conquistei a amizade dos proprietários e por lá fiquei por vários anos. Posteriormente, fui trabalhar no ITERPA como servidor público temporário. Em 1994, fui exonerado, mesmo ano em que passei no vestibular para o curso de economia da UFPA. De 1994 a 1998 fiquei basicamente só estudando, sobrevivendo de estágios, bolsas de estudos e ajuda financeira familiar.
A partir de 1998, começou a virada em minha vida, fui trabalhar numa empresa de consultoria, inicialmente a remuneração era conquistada através de comissões, obviamente que como todo iniciante a gente não sabe nada e como o salário era em função da produção, na prática eu não ganhava nada, ou melhor, pagava para trabalhar, posto que a soma de transporte mais alimentação sempre superava minha comissão. Nessa época, ainda estudava e morava lá no Médici, o que exigia que saísse de casa pela manhã e só retornasse à noite, após a universidade.
Depois que me formei, a empresa me contratou como economista, responsável técnico da empresa, permanecendo nessa condição até a dissolução da empresa, em 2005. Com o encerramento da empresa, um dos sócios me convidou para que abríssemos uma nova empresa no mesmo ramo de consultoria, o que fizemos e que continuamos até hoje.
Como todo empresário, sofri bastante nos primeiros anos, posto que até a empresa começar a gerar um fluxo regular de receitas demorou alguns anos.
Hoje, após todos esses anos de dificuldade, um dos grandes sonhos de qualquer cidadão brasileiro deveria estar se realizando para mim. O sonho da casa própria.
Hoje, 10 de março de 2010, deveria estar recebendo as chaves do meu apartamento, comprado junto a Construtora Villa Del Rey, após pagar regularmente em dia todas as prestações do apartamento adquirido. Não estou. Sequer fui comunicado sobre o que levou ao atraso na entrega e, muito menos e principalmente, qual a previsão de entrega.
Pois bem, a quem devo recorrer? Não me interessa brigar judicialmente com a construtora. Quero é receber o meu apartamento.
Por conta disso, resolvi propor a criação de Agência Reguladora da Construção Civil. Não é possível que as pessoas sejam descaradamente desrespeitadas nas suas maiores expectativas e nada, absolutamente nada possa ser feito. É a situação mais comum nesse ramo: não respeitar o prazo de entrega das obras.
Em minha opinião, as construtoras que não respeitam prazo, deveriam ser punidas de alguma forma, elas pegam financiamento da Caixa para executar uma obra e simplesmente a fazem como melhor lhes convierem. Um absurdo.
Fico aqui com o meu protesto solitário, que aliais rima com otário, que é o que estou me sentindo agora.

terça-feira, 9 de março de 2010

Cenários eleitorais para 2010




Numa eleição, é fácil saber como se começa, mas é extremamente difícil prevê como terminará. Tenho acompanhado a evolução dos cenários traçados por algumas pessoas na blogoesfera, mais, confesso que ainda não consegui me convencer de que haja uma tendência do PMDB a investir numa candidatura própria.

Na postagem que publiquei aqui, com título de “A Escolha de Barbalho”, aponto alguns motivos pelos quais acredito que o Dep. Federal Jader Barbalho assumiria um grande risco político se mantiver sua candidatura ao governo. Riscos esses que a cada dia ficam mais evidentes, tais como o resultado do julgamento do pedido de relaxamento da prisão do governador Arruda, por exemplo, que demonstrou sutilmente uma cerca tendência daquele colegiado em dar novas sinalizações para a sociedade, quanto à corrupção na esfera política.

Ao meu ver, a grande maioria das análises que colocam Jader como candidato a governador, ou relevam esse fato, ou acreditam na banalização da corrupção no jogo eleitoral, ou seja, o retorno do velho jargão do “Rouba mas faz”, o que eu particularmente não acredito.

Do ponto de vista do cenário eleitoral do estado, a aliança propalada que poderia envolver PMDB, PTB, DEM, PR e PDT, poderia eventualmente fortalecer nomes como o de Duciomar, Valéria/Vic, Anivaldo/Lúcio Vale, para uma possível disputa contra o Helder Barbalho em 2014. Por outro lado, partindo do princípio de que Jader não seja o candidato, que vantagem teria o PMDB em lançar outro nome e com isso, de carona, viabilizar a candidatura de Jatene do PSDB, inclusive indo de encontro a estratégia nacional de apoio à Dilma?

Concretamente, se o PMDB apoiar a reeleição da gavernadora Ana Júlia, o cenário para 2014 estará, aparentemente, mais controlado, em tese PT e PMDB sairiam fortalecidos e ambos teriam condições de disputar as eleições de 2014, em condições de igualdade, ou seja, com novas lideranças propostas à sociedade.

Hoje superamos 1.000 acessos. Obrigado galera!

Bom dia a todos os companheiros que compartilham desse blog comigo. Hoje, ainda com menos de dois meses de blogoesfera, já ultrapassamos os 1.000 acessos. Devo dizer que é grande a minha surpresa por essa marca, embora nunca tenha duvidado do poder excepcional que esta mídia possui, mas, sendo este um blog comum, sem grandes atrativos, fico realmente muito feliz que, de alguma forma, esteja contribuindo, comk minhas idéias,para fomentar um debate político com nossos leitores.
Obrigados a todos e continuem vindo por aqui. Um grande abraço.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Parabens a todas Mulheres do Mundo !!

Do Portal São Francisco:


O Homem e a Mulher

O Homem é a mais elevada das criaturas, a Mulher é o mais sublime dos ideais!

Deus fez para o Homem um trono, para a Mulher, um altar. O trono exalta, o altar santifica!

O Homem é o cérebro, a Mulher, o coração. O cérebro produz a luz; o coração, amor. A luz fecunda; o amor ressuscita!

O Homem é o gênio, a Mulher é o anjo... O gênio é imensurável; o anjo, indefinível!...

A aspiração do Homem é suprema glória; a aspiração da Mulher, a virtude suprema... A glória traduz grandeza, a virtude traduz divindade!...

O Homem tem a supremacia; a Mulher, a preferência... A supremacia representa a força, a preferência representa o direito!...

O Homem é forte pela razão; a mulher é invencível pela lágrima... A razão convence, a lágrima comove!...

O Homem é capaz de todos os heroísmos; a Mulher, de todos os martírios... O heroísmo enobrece; o martírio sublima!...

O Homem é o código; a Mulher, o evangelho... O código corrige; o evangelho aperfeiçoa!...

O Homem é o templo; a Mulher, um sacrário... Ante o templo, nos descobrimos; ante o sacrário, ajoelhamo-nos!...

O Homem pensa, a Mulher sonha... Pensar é ter cérebro; sonhar é ter na frente uma auréola!...

O Homem é um oceano; a mulher, um lago... O oceano tem a pérola que o embeleza, o lago tem a poesia que o deslumbra!...

O Homem é a águia que voa; a Mulher, o rouxinol que canta... Voar é dominar o espaço, cantar é conquistar a alma!...

O Homem tem um farol: a experiência; a Mulher tem uma estrela, a esperança... O farol guia, a esperança salva!...

Enfim, o Homem está colocado onde termina a Terra; a mulher, onde começa o Céu!...

Victor Hugo

O Desespero do PSDB e a Veja!

Nesta semana, a revista Veja vem novamente tentar colocar o PT em evidência, demonstrando o desespero que começa a tomar conta do núcleo dirigente da candidatura de Serra para a presidência da república. Atordoados com a queda nas pesquisas de intenção de voto do tucano, somado ao crescimento da candidatura de Dilma, e ao mesmo tempo, pela excepcional aprovação do governo Lula, a Veja começa a dar uma pista de como poderá ser o embate em outubro.

Intimidados com o sucesso do governo de Lula, o PSDB se tornou um ninho de discórdia, divididos entre os que defendem um confronto direto dos governos de Lula x FHC, em atendimento á vaidade de FHC que não suporta a idéia de que o seu governo fora inferior ao de Lula e os que defendem uma postura de olhar pra frente, discutir o futuro e, como tudo indica, vincular o governo do PT a uma imagem de corrupção, posto que os ataques a Lula, ao que parece, lhe trariam pouco benefícios.

A bem da verdade, o que parece estar acontecendo com o PSDB, é um “choque de realidade”, de repente a “Agenda Neoliberal”, outrora cantada em prosa e verso como a solução para os problemas do subdesenvolvimento do mundo, ficou defasada, ultrapassada, ou seja, a doutrina da social democracia que se alia ao liberalismo para produzir a falaciosa “modernização” do estado, de uma hora para outra, faliu, morreu.

Como desgraça que é desgraça nunca chega só, não bastasse perder o discurso da agenda neoliberal, junto com isso, outro ícone da falácia do PSDB também desmorona repentinamente, desta feita, o discurso da eficiência na gestão pública.

De um lado, o governo federal dá demonstração inequívoca de que a boa prática de gestão pública não negligencia os problemas históricos da sociedade brasileira, foi assim com a infraestrutura, com a segurança, com a educação, com a pobreza, com a corrupção, com o resgate de cidadania, entre outros temas, foram lançados vários programas de políticas públicas em todas as áreas de atuação do governo e resultado está, não só na aprovação interna do governo Lula, mas também no papel importante que o país assumiu nesses últimos anos na comunidade internacional. O Brasil passou a ser respeitado, ouvido e ainda, copiado.

Por outro lado, os governos estaduais administrados pelos Tucanos, sempre usados como exemplo de eficiência, demonstraram suas verdadeiras faces, da mentira e da enganação. No estado de São Paulo, por exemplo, bastou uma condição climática mais severa para que as mazelas de um governo enganoso viessem à tona.

Aqui no Pará, quando assumimos o governo, nos deparamos com uma máquina pública propositadamente destruída, só o que existia era a propaganda da falaciosa eficiência tucana. Temos o exemplo do abandono do Programa Alvorada, da caótica situação da COSANPA e da COHAB, que hoje, no nosso governo, são referencia nacional na captação de recursos do PAC, pra ficar só por aqui.

Portanto, a última cartada que resta para os tucanos, é apostar suas fichas no discurso da “austeridade”, que eles também empunham de forma desavergonhada.

Eleição é sempre uma surpresa, apostar nesse debate do quem rouba mais é sempre um risco muito grande, para o país inclusive, vamos ver se é esse realmente o preço que o PSDB quer pagar. Vamos aguardar !!

Oscar 2010: Novamente o "tostão" ganha do "Milhão"

Nesta madrugada a cerimônia de premiação do Oscar 2010 novamente teve como vencedor um filme pouco badalado. Desbancando o poderoso Avatar, que contou com um investimento superior a US$ 500 milhões, o filme Guerra ao Terror levou as mais importantes premiações da noite, como melhor filme e melhor direção. Aliais, pela primeira vez na historia desse prêmio, uma mulher foi coroada pela melhor direção.
A premiação de Guerra ao Terror, que contou com um orçamento de cerca de US$ 7 milhões, mostra que no mundo das artes nem sempre vale apenas o que se tem, mas como fazer.
Ao ganhar 06 premiações, todas eles em confronto direto com o filme Avatar, que foi cuidadosamente produzido, o filme Guerra ao Terror reafirma que sensibilidade, criatividade e talento, são essenciais na “oitava arte”.
A meu ver, a indústria cinematográfica demonstra que não está, pelo menos a princípio, disposta a fazer da experiência de Avatar uma tendência nos orçamentos das suas produções.

sábado, 6 de março de 2010

Fortalecimento do IDESP


encaminho aqui postagem do blog do Puty que demonstra que o IDESP está, aos pouco, ganhando força e começando, de fato, a resurgir para a alegria daqueles que, como eu, um dia tiveram a oportinidade de frequentar o antigo instituto e lá usifluir do conhecimento outrora gerado.

http://claudioputy.blogspot.com/2010/03/idesp-e-ipea-firmam-convenio-de.html

Eu não tenho dúvidas que esse, o resurgimento do IDESP,será um dos grandes legados deixado pela governadora Ana Júlia e sua equipe de economistas como o Puty e o Trindade, por exemplo.

sexta-feira, 5 de março de 2010

PSDB infiltra agitador nas agendas da Governadora


Prática muito comum da Direita, a farsa de infiltrar um “x9” nos movimentos de esquerda é tão antiga quanto desprezível. No Brasil essa pilantragem sempre foi usada contra os movimentos populares e de trabalhadores, ficando mais difundida durante o regime militar, que não só a utilizou em demasia, como também a profissionalizou.
Porém, atualmente, essa prática vem caindo em desuso, por ser degradante e conflituosa com os valores da democracia, além de representar o que há de mais repulsivo da herança política da ditadura.
Contudo, quero chamar a atenção dos companheiros do PT para uma "figurinha" repetida que freqüentemente vem comparecendo aos atos públicos da governadora Ana Júlia, sempre com o intuito de tumultuar, como fez na festa de comemoração dos 30 anos do PT, onde xingou e levantou faixa contra a governadora, ato esse inclusive que mereceu matéria na imprensa local.
Entretanto, chegou até mim, uma foto que deixa claro a quem esse cara está servindo.
É o desespero que começa a tomar conta desses senhores. Todos lembramos as baixarias que foram capazes de produzir na eleição passada. Vamos ficar de olho neles !!

Requentando postagem anterior sobre o desafio da DS

Achei interessante o comentário feito por leitor anônimo e resolvi trazê-lo pra cá para repercutir com todos:

Anônimo disse...
Vicente,

Essa tarefa de eleger parlamentares pode comprometer uma projeto maior que é reeleger a companheira Ana para o governo. Isso que a DS quer? Um Federal dois estaduais e nada no governo do Estado. Que maior representatividade do que o governo do Estado. Vocês disputaram dois PED com o governo na mão e perderam os dois. Vocês acha que com mandato parlamentar a corelação de força interna vocês vão se tornar maioria no PT Pará?
Repense melhor a estratégia. Mandato parlamentar é bom, porém melhor ainda e um governo no Estado.

Resposta do blog:

Vicente Cidade disse...
Companheiro, na nossa estrutura política, um governo deve, necessariamente, estar acima das questão internas do partido. Até porque, qualquer governo sempre será composto pela soma de esforços de um conjunto de partidos, muitas vezes até com um alargamento excessivo do laço de alianças.
Isto posto, reafirmo que a tarefa da DS, enquanto tendência interna do PT, é se qualificar para disputar a hegemonia do partido, respeitando nosso processo interno de organização.
O que tu comentas é, inclusive, uma das principais críticas que me faço, enquanto DS, que é a utilização do governo como instrumento de dominação do partido, equívoco esse cometido pela antiga Força Socialista do Edmilson, que, diga-se de passagem, a DS não teve a competência de fazer. É por isso que penso que os mandatos são os melhores instrumentos de organização político-partidária de uma tendência.
Portanto, discordo de ti quanto ao papel que o governo deve ter na relação com o partido, a Ana Júlia, no caso, deve estar, a princípio, dissociada dessa distinção. Sei que é difícil, mas a maturidade política deve ser perseguida. Valeu.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Arruda continuará preso !

Assistindo nesta noite o julgamento do pedido de relaxamento da prisão do governador José Roberto Arruda, tive a certeza de que o presidente Lula se equivocou na nomeação do advogado Dias Toffoli.
No meu entendimento ficou evidente a incapacidade desse rapaz para ocupar tal função. De fato, ele não estava preparado ainda, chegando a ser tratado pelos seus pares como aprendiz, chega até a ser conservador, para ele claro.
Trocando em miúdo, o cara é um pelegão, foi o único a votar a favor do governador Arruda, chefe do mensalão do DEM. O cara chegou a mencionar uma jurisprudência ocorrida durante o regime de exceção, ocorrida em 1964, quando o supremo estava sitiado inclusive pelos militares. Mané!!

Do blog Espaço Aberto

quarta-feira, 3 de março de 2010

A Escolha de Barbalho !!

Tenho lido frequentemente as análises políticas a respeito da eleição de outubro deste ano em nosso estado, que enfatizam a força eleitoral do PMDB, leia-se Jader Barbalho, dando conta de que a candidatura de Jader para Governador, estaria liderando as intenções de voto e que, por conta disso, o PMDB estaria avaliando qual seria o melhor caminho a ser seguido pelo partido: a candidatura de Jader ou o apoio à reeleição de Ana Júlia.

Não serei eu ingênuo a ponto de desconsiderar esse quadro, ou mesmo a perspicácia política desta “velha raposa felpuda” (ou sombrancelhuda, como queiram) que a tanto tempo consegue demarcar seu território no cenário político-eleitoral de nosso estado, mas, é preciso também avaliar outros cenários que possam também, de alguma forma, nos guiar para a construção de uma aliança eleitoral vitoriosa, em condições de diálogos mais favoráveis.

A verdade é que até a eleição de 2008, acreditava-se que chegaríamos em 2010 com três forças políticas definidas: a do Governo, o PMDB e a velha União pelo Pará. Ocorre que a nova conjuntura político-eleitoral que se desenha hoje, não só inclui um quarto bloco de forças, no caso o PTB/PR, como também apresenta um PSDB enfraquecido que não lembra nem de longe o que foi a União pelo Pará de outrora.

Em minha opinião o PMDB marchará conjuntamente com a Governadora em 2010, me atrevendo aqui a expor alguns motivos pelos quais acredito que Jader não será candidato a Governador e porque o PMDB não tem tanta margem de manobra, embora seja, de fato, fiel da balança.

1) A imagem do Deputado Jader é atrelada à corrupção. Nacionalmente sempre é citado como exemplo da impunidade de maus gestores públicos, sendo mencionado inclusive na regravação do álbum do RPM, na letra da música Alvorada Voraz. Considerando que o Brasil está vivendo novas experiências, onde políticos considerados corruptos estão não só perdendo espaço, como estão até sendo presos e, sabendo que o STF divulgará a lista dos chamados candidatos “Fichas Sujas”, quem será capaz de prevê qual o efeito real que isso terá numa eventual campanha de Jader para um cargo majoritário, onde se é o foco de todas as atenções;
2) Como atuará o Ministério Público diante de uma candidatura que se colocará de frente com o movimento de “resgate ético” na política brasileira. Terá o MP uma conduta republicana ou de “caça às bruxas”?;
3) Terá o Dep. Jader, a luz desses fatos citados acima, verdadeiramente disposição de arriscar o seu fórum privilegiado para concorrer numa eleição contra a Governadora Ana Júlia, que vem melhorando consideravelmente a aceitação de sua gestão a frete do governo do Pará;
4) Existe um grande interesse comercial nessa disputa que afeta diretamente o Grupo Liberal, que, provavelmente, usaria de todas as “armas” para não permitir, de forma alguma, que Jader seja eleito, sob pena de isso representar a própria decadência desse grupo;
5) É público e notório que existe um projeto político de Jader em torno do nome do seu filho para 2014, o prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho, sob o qual o peso de uma derrota agora seria insustentável para a família;
6) Do ponto de vista político, não consigo enxergar no Dep. Jader, nenhuma motivação para tirar o PSDB do atoleiro. O que ganharia o PMDB com a combalida candidatura de Simão Jatene, que é tão questionada, a ponto sequer de não conseguir levar para a aliança o Democratas, sempre aliado de primeira hora. Sem falar na derrocada da candidatura de Serra para a presidência da república;
7) Ademais, como nacionalmente o PMDB estará com Dilma em 2010, a equação política do PMDB no Pará, terá que passar necessariamente por alianças que contemplem essa variável, o que, fora o PT, implicaria numa aliança com o PTB de Duciomar e/ou PR de Anivaldo Vale;
8) Essa aliança PMDB/PTB/PR seria em tese uma aliança forte, com o nome de Jader na cabeça, mas, sem essa opção, quem seria o candidato capaz de dar singularidade eleitoral para essa composição? A meu ver, essa alternativa não está posta, nem mesmo com o nome de Duciomar, por isso será muito melhor negociar com o governo uma posição mais favorável para os partidos na base do governo, contemplando esses partidos com mais espaços, o que aliais, no caso do PTB e PR é questão de justiça. Nesse caso, o problema a ser resolvido é postura fortemente oposicionista da bancada do PT na Câmara de Belém;
9) Por fim, vale destacar ainda, que se o objetivo é se eleger Senador, Jader está numa posição privilegiada, pois, para duas vagas, temos três candidatos, sendo um deles, o Flexa Ribeiro, que nunca se elegeu nem vereador e está atrelado a Jatene.

Portanto, sei que o Deputado Jader é pessoa muito balizada para fazer análises políticas, mas, de qualquer forma estou dando a minha cara à tapa. Vamos ver!