
Fica evidente que há uma desfunção de valores no país e que, sozinho, Teixeira exercerá um "poder" superior aos exercidos pela (o) própria(o) presidente do Brasil. Segundo a revista, uma espécie de "Imperador" dos gastos desenfreados que ocorrerão nos próximos quatro anos.
A verdade é que governadores e prefeitos estão ajoelhados aos pés de Teixeira, vís-a-vís o que está acontencendo em São Paulo, relatado no post anterior.
Aqui no Pará, nós fomos a primeira vítma desse processo, com a exclusão de Belém como subsede de jogos da copa do mundo, mesmo sendo uma das cidades fora do eixo central do país, com maior preparo para receber o evento. Sofremos uma represália de Teixeira, agora foi a vez do São Paulo.
Qual será o seu limite?
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