BLOG DO VICENTE CIDADE

Este blog tem como objetivo falar sobre assuntos do cotidiano, como política, economia, comportamento, curiosidades, coisas do nosso dia-a-dia, sem grandes preocupações com a informação em si, mas na verdade apenas de expressar uma opinião sobre fatos que possam despertar meu interesse.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Tijolaço (de volta): A diferença entre conservadores e burros




Descrita como “um poste” que não teria capacidade de governar, a presidenta Dilma Roussef está dando um “cala a boca” de alta classe na direita brasileira.

A nova edição da lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo da revista Forbes traz a brasileira como a segunda mulher mais poderosa do mundo.

Fica atrás, apenas, da alemã Angela Merkel que, com a crise econômica, passou de chanceler da Alemanha a chanceler da Europa, que lidera o ranking pela sétima vez em dez anos.

Dilma era a terceira colocada nas duas edições anteriores e tomou o lugar que era ocupado por Hillary Clinton, agora na quinta posição.

Na apresentação a revista fala dos desafios de Dilma em retomar taxas maiores de crescimento, de seu empenho em favor do empreendedorismo e que ela conta com um novo aliado, com a eleição de Roberto Azevedo para a presidência da Organização Mundial do Comércio, este mês.

E a presidenta não é a única na lista. Pela segunda vez, aparece a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, em 18° lugar, duas posições acima da que ocupava ano passado.

A Forbes é uma revista conservadoríssima. Mas não é como a mídia brasileira que trata nossa presidenta como se fosse uma “coitada” que está no cargo sem poder de comando, espremida entre a figura de Lula e as pressões da base aliada.

Ou seja, a Forbes é de direita. E a nossa direita é burra.


Por: Fernando Brito

Pegadinha do Malandro !! CPI do Detran-PA será presida por um tucano e relatada por outro quase. Pra que instalar essa merda ?!?!?


Blog da Franssinete Florenzano: Instalada a CPI do Detran-PA:

"... Aberta a sessão pelo deputado Carlos Bordalo(PT), membro mais idoso, foram eleitos os deputados Ítalo Mácola(PSDB) presidente e Fernando Coimbra(PSD) relator. A Comissão é integrada, ainda, pelos deputados Eduardo Costa(PTB) e Francisco Melo, o Chicão(PMDB).  São suplentes Simone Morgado(PMDB), Tetê Santos(PSDB), Nélio Aguiar(PMN), Zé Maria(PT) e Luzineide Farias(PSD)."

terça-feira, 21 de maio de 2013

OAB tira o debate sobre a PEC 37 do campo do maniqueismo e questiona a hipertrofia do MP



O Plenário do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil decidiu, nesta segunda-feira (20/5), apoiar o Projeto de Emenda à Constituição 37, que reitera a exclusividade da competência policial na condução de inquéritos criminais. Por maioria de votos, os conselheiros da OAB confirmaram que irão apoiar institucionalmente a PEC 37, por entender que é papel da entidade fazer frente à campanha do Ministério Público contra a aprovação do projeto.

Entre os conselheiros, prevaleceu o entendimento de que a PEC é “meramente declaratória”, uma vez que a Constituição é clara em conceder ao Ministério Público apenas poderes auxiliares de investigação e de fiscalização da atividade policial. Porém, frente às “distorções” provocadas por um cenário de constante desprestígio do direito de defesa e de militância pelo protagonismo do MP, a entidade da advocacia brasileira deve intervir.

Embora a OAB já houvesse proferido outras vezes pareceres contrários à tese de que o Ministério Público está autorizado a presidir inquéritos, o assunto voltou à discussão por meio de proposta do conselheiro federal pela seccional de Goiás Paulo Guedes de Medeiros. O relator da proposta, conselheiro Leonardo Accioly (PE), votou no sentido da OAB não se manifestar, uma vez que a discussão está superada, e a PEC, em si, incorre, segundo ele, em problemas técnicos. Para Accioly, o texto da PEC tropeça em “retrocessos", como os que retiram os poderes auxiliares de investigação e fiscalização do Ministério Público, estes, sim, previstos na Constituição.

No entanto, o conselheiro relator reconheceu que o Ministério Público vem cedendo a “excessos midiáticos e arroubos corporativos”, com a finalidade de defender a falsa prerrogativa de titularidade sobre inquéritos criminais. Accioly afirmou ainda que, para a opinião pública, os membros do MP passaram a ser “heróis incorruptíveis e infalíveis”.

O conselheiro relator fez críticas ainda ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, que, segundo ele, colabora para o desequilíbiro entre as forças de defesa e acusação em inquéritos e processos criminais. "“É uma pena que o presidente de nossa corte suprema fale de conluios entre advogados e juízes quando, na verdade, fecha os olhos para a aproximação entre promotores e magistrados, enquanto os advogados penam nos balcões”, disse. O conselheiro criticou também o que chamou de “seletividade” do MP, que prioriza casos de grande repercussão pública e relega a segundo plano sua atuação em casos de menor visibilidade.

Matéria superada

Foi um debate longo, desorganizado e interrompido diversas vezes para que o Conselho Federal tratasse de outros assuntos e recebesse autoridades para firmar convênios em meio à sessão plenária. Os próprios conselheiros promoveram um rosário de questões de ordem a fim de esclarecer sobre o que, afinal, estavam discutindo.

O Plenário não conseguia chegar a um consenso sobre se estavam ou não reavaliando a posição da Ordem acerca do tema dos poderes de investigação do MP. Por fim, prevaleceu o entendimento de que a matéria era preclusa e que a discussão não deveria ser reaberta. O que cabia debater, portanto, era apenas se o Conselho Federal deveria ou não se manifestar em relação a PEC 37, uma vez que seccionais têm assumindo posições em sentidos contrários.

O relator acabou vencido no entendimento de que a Ordem não deveria apoiar institucionalmente a PEC 37, prevalecendo a divergência aberta pelo membro honorário do conselho, o ex-presidente do Conselho Federal da OAB Roberto Battochio, que fez um discurso inflamado sobre o tema.

Battochio abriu divergência afirmando que a Resolução 13 do Conselho Nacional do Ministério Público, que declara arbitrariamente a extensão de competência do MP em inquéritos, foi o que gerou a necessidade da PEC 37 tramitar no Congresso Nacional.

“Essa Resolução 13 do CNMP violenta a Constituição de República Federativa do Brasil”, afirmou. “Foi o avanço do Ministério Público nas atribuições institucionais previstas na Constituição, atribuídas à Polícia Judiciária, à Polícia Federal, escrevendo ainda leis processuais penais, reeditando o Código de Processo Penal a seu modo, que motivou a exigência dessa PEC 37, que é uma proposta de emenda constitucional meramente declaratória”, afirmou.

Battochio criticou ainda a tese dos “poderes implícitos” do Ministério Público para justificar a extensão de competência do órgão como titular de inquéritos. O ex-presidente da OAB disse que o Procedimento Investigatório Criminal (PIC), instituído por meio de resolução do Colégio de Procuradores de Justiça, em setembro de 2004, é uma “norma bastarda”, sem previsão no ordenamento jurídico e inconstitucional.

O conselheiro federal pelo Rio de Janeiro Siqueira Castro também disse, em fala breve, que a tese dos poderes implícitos não pode subsidiar uma "superposição de poderes, uma superposição de estruturas investigativas". Castro observou que, no âmbito do Direito comparado, o conceito de poderes implícitos só prevaleceu para reafirmar liberdades individuais e jamais em favor da repressão pelo aparelho estatal.

Antes de Battochio, o ex-presidente do Conselho Nacional da OAB, Cezar Britto, que não tem direito a voto, também afirmou que a Constituição é clara em atribuir ao MP apenas o poder de controle externo da autoridade policial. Desta forma, resta evidente que o órgão não pode ter papel concorrente com a polícia. Britto disse ainda que a Constituição divide as responsabilidades e atribuições para que “ninguém seja dono do inquérito, que é um peça fundamental do equilíbrio de nosso sistema jurídico”.

Britto criticou a militância do MP no convencimento da opinião pública, alimentando a ideia de que cabe principalmente ao órgão combater a impunidade. “O bom, o honesto é o órgão acusador. O cidadão passou a ser culpado até se prove o contrário”, disse Britto.

Apartes técnicos

O conselheiro federal Guilherme Zagallo (MA) foi o único que se manifestou no sentido contrário em relação ao mérito da matéria. Zagallo afirmou que o sistema policial e de Justiça no Brasil “é muito ruim” e que a cada 100 ocorrências, apenas 11,5 tornam-se inquéritos policiais. Desta forma, não é absurdo avaliar o papel do Ministério Público na condução de inquéritos. Para o conselheiro, a Carta Magna não é tão clara quanto a estabelecer o papel do MP em investigações criminais, tanto que o Supremo Tribunal Federal parece ter dúvidas sobre o tema. O conselheiro citou como exemplo os votos de ministros em sentido contrário no Recurso Especial com Repercussão Geral que trata do assunto.

Mas coube, sobretudo, à bancada de São Paulo as manifestações mais contundentes e pontuais sobre a necessidade de a OAB apoiar institucionalmente a PEC 37. Os criminalistas Luiz Flávio Borges D´Urso e Guilherme Battochio (filho de Roberto) interromperam os colegas conselheiros repetidas vezes, com “apartes técnicos” sobre a natureza da PEC e a atuação do Ministério Público em inquéritos. Em alguns momentos, ficou evidente a impaciência de ambos os criminalistas com o desconhecimento de alguns dos conselheiros sobre aspectos envolvendo a matéria.

D´Urso afirmou que o Ministério Público se serve de uma “colcha de retalhos de normas, com a finalidade de construir uma tese sem base jurídica e constitucional”. Para o criminalista, embora a PEC “reprise o óbvio” , ainda assim é preciso apoiá-la pois, ao contrário do que o MP preconiza, trata-se apenas de uma “disputa de poder e de espaço”, disse.

“O MP antagoniza com a defesa porque Estado dividiu as atribuições. Conceder a ele poder de investigação é a subversão de um sistema que busca controlar a atuação do próprio Estado”, afirmou D’Urso.

Ao decidir por apoiar a PEC 37, o Conselho Federal da OAB também resolveu estabelecer uma Comissão de Acompanhamento e Aperfeiçoamento da proposta de emenda constitucional no âmbito do Congresso Nacional. Apenas as bancadas do Ceará, Maranhão e Pernambuco votaram a favor do Conselho Federal não se manifestar em relação à PEC no mesmo sentido da conclusão do relator.

(Consultor Jurídico/247)

Blog da Cidadania - Boato sobre Bolsa Família exigiu aparato amplo e “profissional”

Ainda há pouco o que dizer de concreto sobre a origem do boato literalmente criminoso de que o programa Bolsa Família seria suspenso, mas, preliminarmente, pode-se tirar algumas conclusões interessantes desse episódio.

Em primeiro lugar, o fato de que o boato expôs a importância do benefício para um setor extremamente amplo da sociedade.

Para mensurar a importância do programa, basta dizer que 13 milhões de famílias (um contingente de cerca de 50 milhões de brasileiros) são beneficiadas pelo seu orçamento de quase 25 bilhões de reais.

As multidões que, angustiadas, foram arrastadas às agências da Caixa Econômica Federal pela informação falsa mostram que qualquer grupo político que, no poder, tente desidratar o programa para atender ao clamor da mídia conservadora, está fadado ao suicídio político.

Em editorial desta quarta-feira, por exemplo, o jornal Folha de São Paulo, assim como tantos outros veículos alinhados à direita do espectro político, pede que o pré-candidato tucano Aécio Neves defenda a extinção do Bolsa Família publicamente.

O texto, como de costume laudatório ao PSDB, reclama de que Aécio “Reluta, ainda, em assumir uma dicção mais liberal com denúncia ácida de seu aspecto assistencialista”.

O “ainda” contido nessa frase dá margem a muita reflexão. Sugere que aquilo que o jornal chama de “denúncia ácida” do “aspecto assistencialista” do Bolsa Família ainda ocorrerá…

Como se vê, o PSDB pode até ter um discurso de que, no poder, iria manter o Bolsa Família, mas os interesses que estão por trás desse grupo político esperam dele que interrompa o investimento de um volume tão grande de recursos só para ajudar pobres, caso vença a eleição do ano que vem.

Nesse aspecto, a comoção em torno do boato mostra que a eleição de um governo tucano poderia resultar em grave comoção social, caso programas sociais como o Bolsa Família fossem desidratados ou até extintos.

Em segundo lugar, a escolha das regiões Norte e Nordeste como alvos do boato revela clara intenção política por trás dele.

Uma das perguntas mais significativas que se faz, é a seguinte: por que só Pará, Piauí, Paraíba, Bahia, Pernambuco, Ceará, Maranhão, Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte, Amazonas e Tocantins foram atingidos se o Bolsa Família está presente no país inteiro?

Em terceiro lugar, os meios para difusão do boato. Relatos das vítimas revelam que três instrumentos foram usados para difundi-lo: internet, telefone e “boca a boca”.

É evidente, porém, que uma população tão desassistida não iria ficar fazendo interurbanos para outros Estados para difundir a informação falsa. E tampouco teria como usar a internet em larga escala.

Uma pesquisa feita pelo Blog na internet, porém, localizou postagem (vide imagem no topo do post) em um fórum do UOL em que alguém que se diz “Filho de pai alemão e mãe finlandesa, nascido e criado no Brazil” trata de difundir o boato.

A pessoa coloca a seguinte frase em destaque:

“Tá rolando um boato de que o bolsa família vai acabar, minha empregada está preocupada”

Mais abaixo, na página, o cidadão que se diz filho de estrangeiros mostra que a tese de jornalistas da grande mídia como Ricardo Noblat de que o governo Dilma e o PT é que teriam espalhado o boato não tem a menor lógica.

O cidadão que difunde o boato afirma que sua empregada “Disse que se [o Bolsa Família] acabar nunca mais vai votar no PT” e que ele mesmo “Apesar de não votar no PT” estaria “Preocupado” por ter “Medo déla pedir aumento”

Observação: para visitar a página original da postagem basta clicar na imagem no topo do post

Como se vê, o boato não foi espalhado apenas por “boca a boca” entre gente pobre. Além da internet, telefonemas foram usados e não se imagina gente humilde fazendo ligações interurbanas para difundir a notícia falsa.

Perguntas importantes

Por que os Estados do Sul, do Sudeste e do Centro Oeste não foram atingidos pelo boato criminoso?

Quem e quantos fariam interurbanos para passar a informação falsa adiante?

Qual a motivação de pessoas como a que se diz “filho de pai alemão e mãe finlandesa” para colocar a informação falsa na internet?

Quem se beneficiaria da difusão desse boato?

É possível concluir, também, que se uma simples busca na internet permitiu a este Blog localizar alguém difundindo o boato alarmista, por certo a Polícia Federal não terá maiores dificuldades para localizar outras postagens parecidas.

As vítimas do boato também poderão ajudar a refazer seu caminho relatando quem as desinformou, que será procurado e, por sua vez, relatará quem lhe passou a informação e assim por diante, de forma a chegar na origem da farsa.

A principal conclusão que se pode extrair desse episódio, neste momento, é a de que um aparato significativo e muito dinheiro foram usados para espalhar uma informação que dificilmente interessaria ao PT e ao governo Dilma espalhar.

Vergonha: Mais uma denúncia expõe as tramoias do governo do Rio e a reconstrução do Maracanã


Dossiê Maracanã: superintendente do IPHAN que autorizou bota-abaixo do Maracanã é funcionário do Governo do Estado

Por Gabriela Moreira e Lúcio de Castro, do Rio de Janeiro (RJ), para o ESPN.com.br
Tiago Leme
Manifestantes protestaram contra privatização do Maracanã na reabertura do estádio
Manifestantes protestaram contra privatização do Maracanã na reabertura do estádio
Um tombamento desrespeitado, um patrimônio desfigurado, num processo apontado como ilegal. As intervenções que mudaram a arquitetura e o conceito do Maracanã só foram possíveis pela assinatura de uma pessoa: Carlos Fernando de Souza Leão Andrade, ex-superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Apuração feita pela ESPN mostra que o então chefe do órgão cuja autorização foi tratada como “criminosa” é funcionário do Estado do Rio de Janeiro. Após a saída do instituto, foi abrigado no Governo com um cargo de R$ 10 mil.

Atualmente, o arquiteto faz parte da secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços. Quando atendeu o Governo no pedido de autorização para demolir as arquibancadas e marquise do estádio, tinha matrícula na secretaria de Obras, a mesma beneficiada por sua autorização.

A decisão do então superintendente, segundo o Ministério Público Federal, foi ilegal porque por lei só a Presidência da República, possui prerrogativas para autorizar intervenções como as feitas pelo Governo do Rio.



Getty
Trator no gramado do Maracanã; estádio segue em obras
Trator no gramado do Maracanã; estádio segue em obras
Além do MPF, a autorização dada pelo superintendente ligado ao Governo gerou veementes protestos dentro do próprio IPHAN, de acordo com documentos obtidos com exclusividade pela ESPN através da Lei de Acesso à Informação. Em reunião, do Conselho Consultivo da entidade, que teve a participação da então ministra da Cultura, Ana de Holanda, um dos conselheiros, Ulpiano Bezerra de Meneses, chegou a dizer que atuação de Carlos Fernando era “escandalosamente inaceitável”:



Tratada como unilateral, a decisão também foi criticada por técnicos da regional do Rio de Janeiro, como mostra documento abaixo:



Estado ignora ação do MPF

Em entrevista à ESPN, Carlos Fernando disse que as intervenções no estádio foram decididas de forma técnica e que não viu conflito de interesse no fato de ser servidor da secretaria de Obras e de atender a pedido da mesma. Segundo ele, durante o período em que foi superintendente do órgão, ele estava cedido ao IPHAN.

Em nota, o Governo do Estado disse que:

“O cargo de Superintendente do IPHAN é um cargo federal, que pode ser preenchido com servidores cedidos de outras unidades da Federação. O fato de o Superintendente ser servidor estatutário do Estado não implica em nenhum impedimento ou suspeição para o exercício da sua função, tendo em vista que ele possui estabilidade.

A cessão de servidores entre as unidades da Federação para o exercício de importantes funções é corriqueira. Não faz sentido se partir do pressuposto de que um ato praticado por uma autoridade federal esteja sob suspeita em relação a um Estado apenas porque ele é seu servidor estatutário. A licença do IPHAN foi concedida dentro dos parâmetros legais", 


Ignorando a ação do MPF e as críticas e denúncias feitas pelos conselheiros do órgão, o Estado ainda afirmou que:

"a maior prova disso é que a obra de reforma ficou pronta e não houve quem dissesse que o estádio tenha perdido, de qualquer forma, os atributos que levaram ao seu tombamento".

Click e Assista neste link , ao vídeo com a íntegra da reconstituição da 68ª ata do Conselho Consultivo do IPHAN:

Flamengo: Estádio da Gávea, esse é o caminho !!

por Arthur Muhlenberg |

No sábado pela manhã tava lendo o O Globo quando bati os olhos nesse artigo do Pedro Trengrouse, advogado especialista em direito desportivo, tricolor, mas gente boa, que coordena os projetos da Fundação Getúlio Vargas pra questões ligadas à Copa de 2014. Fiquei boladaço e acho que você também vai ficar. Lê o artigo aí e depois a gente conversa.


Entre o Remédio e o Veneno*
* Publicado originalmente em O Globo, 18 de maio de 2013

A quase um ano da Copa do Mundo, já se pode perceber alguns de seus impactos no futebol brasileiro.

Embora a Fifa ainda tenha incertezas quanto às condições de São Paulo para sediar alguns jogos, o certo mesmo é que cada um dos clubes de futebol de lá sai da Copa com seu próprio estádio: o Corinthians ganhou o Itaquerão, o Palmeiras aproveitou o aquecimento do mercado, e conseguiu viabilizar a construção de sua Arena, e o São Paulo reformou o Morumbi, conseguindo incluir na Matriz de Responsabilidade da Copa intervenções de mobilidade urbana para melhorar seu acesso.

Enquanto isso, com a interdição do Engenhão e a privatização do Maracanã, os clubes do Rio de Janeiro saem da Copa reféns de interesses empresariais e políticos que podem sacrificar o desenvolvimento pleno do futebol do estado pelos próximos 30 anos.

A importância de ter seu próprio estádio fica evidente não só nos resultados dentro de campo. A Inglaterra é o país que tem o maior número de clubes com estádios próprios e, não por acaso, o conjunto de suas receitas tem sido sempre maior que os demais, 40% acima dos alemães e 63% a mais que os espanhóis. Segundo estudos feitos por KPMG e Deloitte, o estádio próprio dos 20 principais clubes europeus responde em média por 25% das suas receitas.

O Maracanã é templo do futebol, onde tudo é de todos, nada é de ninguém. Os clubes nunca puderam explorar receitas como camarotes, estacionamento, lojas, alimentos e bebidas no Maracanã, e agora, com a privatização, poderão menos ainda.

Além disso, o gigantismo do Maracanã não é adequado à maioria das partidas dos clubes cariocas. Um estádio menor teria aproveitamento econômico muito maior e seria muito mais apropriado para a grande maioria das partidas. É melhor ter gente do lado de fora querendo comprar um lugar do que lugares vazios não vendidos dentro do estádio. A capacidade média das arenas dos 20 principais clubes europeus é de 60 mil lugares.

É possível encontrar soluções para aproveitar ao máximo o potencial do Maracanã, sem impedir que os clubes tenham seus próprios estádios, e o melhor exemplo disso é o caso de Wembley, que é a casa da seleção inglesa e abriga somente grandes eventos, sem sacrificar os clubes locais: Arsenal e Chelsea, em Londres, faturam com seus estádios próprios 115 milhões e 82 milhões de euros por ano, 42% e 32% da sua receita total, respectivamente.

O movimento por um futebol melhor, lançado em 2012 por grandes empresas lideradas pela Ambev, para estruturar o maior programa de relacionamento entre clubes e torcidas do Brasil, mostra bem o diferencial daqueles que têm estádio próprio: Inter e Grêmio, que saem da Copa com estádios novos, respondem por mais de 30% dos participantes, 150 mil dos 430 mil torcedores contabilizados pelos 20 principais clubes do país.

Ao invés de se concentrar na privatização do Maracanã, os clubes deveriam se esforçar para viabilizar suas próprias iniciativas: o Flamengo, a revitalização da Gávea; o Fluminense, seu estádio na zona portuária; o Vasco, transformando São Januário numa arena moderna; e o Botafogo, otimizando o Engenhão, cobrando as obras prometidas desde os Jogos Pan-Americanos.

A diferença entre remédio e veneno é a dose. O Maracanã, cumprindo sua vocação para sediar grandes eventos, é um ativo para o Rio de Janeiro, mas concentrando toda atividade do futebol carioca é um problema gravíssimo para a economia dos clubes.

O legado da Copa do Mundo para os clubes do Rio de Janeiro não pode ser a dependência total do Maracanã.

*Pedro Trengrouse


Ao fim da leitura do esclarecedor artigo o efeito a-ha foi imediato. E pude chegar a três conclusões lógicas e aparentemente irrefutáveis:

1. A Copa do Mundo 2014 deixou os clubes de São Paulo com 3 estádios novos e os clubes do Rio de Janeiro sem estádio nenhum.

2. As políticas para o esporte do governo do estado e da prefeitura da cidade do Rio de Janeiro não foram capazes de incentivar o crescimento do futebol carioca. Não conseguiram sequer defendê-lo.

3. Que se dane o Maracanã. O Flamengo precisa urgentemente construir o seu estádio.

Mengão Sempre

Corecon - Pa oferece excelente oportunidade para os economistas



INFORMATIVO CORECON - PA


Conselheiros visitam Banco da Amazônia

Encontro serviu para renovar a parceria entre o banco e o conselho
Estabelecer parcerias e apresentar os novos membros do Conselho Regional de Economia do Estado do Pará (Corecon-PA). Este foi o principal objetivo do encontro ocorrido na manhã desta terça-feira, 7, entre o presidente do Corecon-PA, Rosivaldo Batista, o vice-presidente da entidade, Nélio Bordalo Filho, e o diretor de Gestão de Recursos (Direc) do Banco da Amazônia, Wilson Evaristo. Também participaram da reunião, o secretário executivo de Estratégia, Organização e Projetos (Seorp) do banco, Luiz Lourenço e os economistas Antônio Ximenes, Kléber Mourão e Lúcia Bahia, que, além de conselheiros efetivos do Corecon-PA, são funcionários da instituição financeira.

A proposta do Conselho é estreitar as relações entre a autarquia federal e o Banco, a partir de parceria institucional, visando, entre outros aspectos, o patrocínio aos projetos do Corecon-PA, como por exemplo, a publicação atualizada da Cartilha de Educação Financeira. O projeto original foi patrocinado pelo Banco da Amazônia. Em tempo, o Conselho colocou-se à disposição do Banco, para a realização de palestras, cursos e treinamentos, abordando temas de interesse da classe profissional e dos estudantes de economia.

Os membros do Corecon-PA aproveitaram o encontro para apresentar ao diretor do Banco da Amazônia as demandas dos economistas projetistas do Pará. “Estas solicitações foram encaminhadas à Comissão de Economistas Projetistas, e estão relacionados à atividade de elaboração de projetos para captação de recursos do FNO”, informa Bordalo. Entre as principais petições da categoria estão: a realização de cursos voltados para economistas projetistas, sobretudo na temática de utilização do  Amazon Project - Versão Não Rural; e a explanação sobre a  tabela de preços SINAPI, da CEF, com o intuito de atualização dos profissionais que atuam nesta área.

Outra demanda dos profissionais da economia é a criação de um canal de comunicação entre o Banco da Amazônia e os projetistas, visando à atualização de informações e edições de Notas de Procedimentos. Além disso, o Conselho solicitou a inserção no check-list de Projetos de Viabilidade Econômico-Financeira, para efeito de protocolização no Banco da Amazônia, a apresentação da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do Corecon-PA, como forma de comprovação da habilitação em economia.  O diretor Wilson Evaristo se prontificou a estudar as solicitações que julgou pertinente, inclusive direcionando os assuntos aos setores competentes, para posterior comunicação ao Corecon/PA, das providencias a serem tomadas.

TEXTO: ASCOM

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PRESIDENTE DO CORECON-PA RECEBE ESTUDANTES DE ECONOMIA DA UFPA

Encontro serviu para estreitar os laços entre os estudantes e os profissionais de economia.
Representantes do Centro Acadêmico de Economia (Caecon) da Universidade Federal do Pará (UFPA) foram recebidos, na sexta-feira, 10, pelo presidente do Conselho Regional de Economia do Estado do Pará  (Corecon-PA), Rosivaldo Bastista, na sede da entidade. Durante o encontro, Batista convidou os estudantes a participar dos eventos que estão sendo desenvolvidos pelo Conselho, como é o caso do workshop “Dialogando Economia com a Sociedade”, que na próxima edição vai tratar sobre o custo de vida das famílias paraenses.

Os representantes do Caecon também foram convidados a colaborar no processo de organização e mobilização das atividades relacionadas ao Mês do Economista, que ocorre em agosto. Os estudantes, por sua vez, colocaram-se à disposição do Corecon-PA e aproveitaram a oportunidade para estreitar os laços com o presidente do Conselho.  





TEXTO: ASCOM

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ENTIDADES DE CLASSE ARTICULAM PISO PARA A CATEGORIA

Profissionais da economia, da administração e da contabilidade unem forças para normatizar suas atividades.
As entidades de classe que congregam os profissionais da economia e da contabilidade já começaram a unificar algumas ações em prol da categoria. Na manhã desta terça-feira, 14, os presidentes dos conselhos regionais de economia (Corecon-PA) e de administração (CRC-PA) estiveram reunidos, na sede do Corecon-PA, de onde saíram algumas ideias de interesse das duas classes. Uma delas diz respeito à normatização na realização das atividades desenvolvidas pelos profissionais das duas áreas. De acordo com o presidente do CRC-PA, Eloi Prata, a intenção é buscar, de forma conjunta, soluções para os problemas, tanto dos economistas, como dos contadores.

Para o presidente do Corecon-PA, Rosivaldo Batista, é preciso se aproximar do governo do Estado, que atualmente é o maior empregador nas áreas da contabilidade de economia. “Buscamos ações que possam melhorar a atuação de nossos profissionais”, pontua, frisando que a falta de piso salarial é a principal bandeira das categorias. “Estamos em articulação com o CRC e com o CRA (Conselho Regional de Administração), de forma conjunta, no sentido de garantirmos a criação de um piso na esfera governamental. Para tal, estamos solicitando audiência com o governador”, assegura. Novo encontro está sendo agendado pelos presidentes. 


TEXTO: ASCOM
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CORECON-PA GARANTE PARTICIPAÇÃO NA PARÁ NEGÓCIOS 2013

Evento acontece no Mês do Economista, e será incluído nas programações alusivas ao profissional de economia.
A feira Pará Negócios, promovida pela Associação Comercial do Pará (ACP), entre os dias 22 e 25 de agosto deste ano, terá a participação do Conselho Regional de Economia do Estado do Pará (Corecon-PA). O evento, que está entre as principais programações do comércio na Amazônia, reuniu cerca de 150 expositores em sua última edição e contou com a participação de aproximadamente 25 mil pessoas, além do vasto volume de negócios fechados nos quatro dias de feira. 

A parceria entre a ACP e o Corecon-PA foi fechada na última quarta-feira, 22, durante encontro do presidente do Conselho de Economia, Rosivaldo Batista, com o presidente da Associação Comercial, Sério Bitar. A partir do acordo, a autarquia federal ganhará um stand na feira, podendo contribuir com os indicadores econômicos relativos ao comércio varejista estadual e nacional, norteando, desta forma, alguns empresários que pretendem realizar investimentos.

Batista aproveitou a oportunidade para convidar a ACP a participar das ações do Corecon-PA em 2013, sobretudo nas programações que envolvem palestras voltadas para o custo de vida da população paraense. O encontro também serviu para que fosse discutido o apoio ao lançamento do livro de Armando Mendes. O presidente do Corecon-PA também convidou a ACP a contribuir nas discussões sobre o imposto, a tributação e o cidadão, que estão sendo levantadas pelo Conselho de Economia. 


TEXTO: ASCOM
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MOVIMENTO UNIVERSITÁRIO PARAENSE DIALOGA COM O CONSELHO

Estudantes de economia prometem participar ativamente das programações do Corecon-PA.

O presidente do Conselho Regional de Economia do Pará (Corecon-PA), Rosivaldo Batista, esteve reunido nesta quinta-feira,16, com representantes do Movimento Universitário Paraense (Mupa) para consolidar a parceria entre os estudantes de economia e a autarquia federal. 

Os acadêmicos propuseram ao presidente a prestação de serviços voluntários, com o intuito de angariar conhecimento prático na área, além de garantir maior integração entre alunos e profissionais de economia. Rosivaldo Batista acatou a parceria e aproveitou a oportunidade para convidar os estudantes a apoiar às programações relativas ao Mês do Economista, que acontecem em agosto. O evento contará com varias atividades e palestras voltadas aos profissionais e estudantes de economia.

O presidente irá avaliar ainda, juntamente com os demais membros do conselho, a viabilidade de apoiar a caravana dos alunos de economia da Universidade Federal do Pará (UFPA) ao Congresso Brasileiro de Economia, CBE, que acontece em setembro deste ano, na capital amazonense. 

TEXTO: ASCOM

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PARCERIA ENTRE CORECON-PA E FACULDADE GERA OPORTUNIDADES

Acordo garante descontos no curso de pós-graduação em Gestão de Cidades.
O Conselho Regional de Economia do Pará (Corecon-PA), fechou nesta quinta-feira, 16, uma parceria com a Faculdade Maurício de Nassau. O acordo vai propiciar aos economistas e dependentes a possibilidade de cursarem pós-graduação em Gestão de Cidades, oferecida exclusivamente no Pará pela instituição de ensino superior parceira do Corecon-PA. 

Após constatar a falta de cursos de qualificação para estudantes e profissionais da área de economia no Pará, o presidente do Corecon-PA, Rosivaldo Batista, conversou com o consultor comercial Thiago Puti, representante da Faculdade Mauricio de Nassau, sobre a possibilidade de abertura de um curso de pós-graduação em Gestão de Cidades.

O curso vai permitir o conhecimento sobre os impactos econômicos produzidos pelo inchaço desenfreado das grandes cidades, e como geri-los. Durante o encontro também foi discutida a viabilidade de se abrir uma turma deste curso em Santarém, com o apoio do Corecon-PA local, assim como em outros municípios paraenses, como Marabá e Parauapebas. 

TEXTO: ASCOM


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CORECON-PA PROMOVE CURSOS PARA A CATEGORIA

Atualização em Economia, Elaboração de Projetos e EIA/RIMA são alguns dos temas abordados nos treinamentos. 

A Comissão de Articulação e Promoção Social do Economista esteve reunida na última quinta-feira, 16, para planejar as próximas ações que serão desenvolvidas pelo Conselho Regional de Economia do Estado do Pará (Corecon-PA), em termos de treinamentos e qualificação da categoria. Participaram do encontro, além do presidente da Comissão, Sávio Tourinho, os integrantes Érick Douglas, Gabriela Portal e a assessora técnica da Casa do Economista, Rosângela Santos. De acordo com Tourinho, a comissão pretende trabalhar com três propostas de cursos, que, aliás, estão entre as metas da atual gestão. 

O primeiro deles é o treinamento voltado para a atualização em economia, que começa no dia 17 de junho. O curso terá carga horária de 240 horas e vai permitir ao participante ter noções mais aprofundadas sobre micro e macroeconomia, estatística, finanças, entre outros assuntos. A qualificação vai ajudar os economistas que pretendem disputar os concursos da Superintendência para Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Banco Central (Bacen) – programados para este ano -, bem como àqueles que concorrerão a uma vaga na Associação Nacional dos Centros de Pós-Gradução em Economia (Anpec). O investimento para economistas é de R$ 700, e de R$ 600 para estudantes. Mais informações sobre o curso podem ser obtidos no site do Corecon-PA (www.coreconpara.org.br).

Além do curso de atualização em economia, a comissão está programando o treinamento sobre Estudos de Impactos Ambientais (EIA) e de Relatório de Impactos ao Meio Ambiente (RIMA), com o objetivo de contextualizar a importância desta temática aos economistas. “Tem muita coisa que se pode fazer em temos de projetos, e que o economista precisa saber”, diz Sávio Tourinho. Outro curso está sendo programado pela Comissão de Articulação é o de Elaboração de Projetos, que será ministrado pela professora Mônica Corrêa.

TEXTO: ASCOM CORECON-PA 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

TERRORISMO ELEITORAL VOLTA COM FORÇA PARA 2014



Boato sobre fim do Bolsa Família não é o primeiro – e certamente não será o último – a arrepiar o Brasil; nos tempos da inflação alta havia o "boato da quinta-feira", como classificou Delfim Netto; intenção era criar cenário para a especulação; hoje, espalha-se na mídia tradicional que o desemprego ronda a economia, mas na verdade houve a criação de 200 mil novas vagas no mês de abril; jornais e tevês propagandeiam disparada da inflação, mas taxa de 6,49% para os últimos doze meses a coloca na meta; em 1989, Lula foi carimbado como futuro sequestrador da poupança, porém gesto foi praticado por Fernando Collor; em 2010, Fernando Haddad viu-se alvo de um disparo virtual de um colaborador da campanha de José Serra, segundo o qual o Enem seria cancelado; multiplicação da mentira sobre fim do Bolsa Família indica padrão do que será usado contra a reeleição de Dilma Rousseff: baixaria, confusão e risco às instituições; boatos e rumores, afinal, são primos de atentados e violência

20 DE MAIO DE 2013 ÀS 21:59

247 – Brincar com o fogo dos boatos, mexer com os ânimos de multidões e colocar instituições em risco nunca deixaram de ser hábitos da política brasileira. A julgar pela desinformação jogada nas redes sociais, na sexta-feira 17, de que o governo iria suspender, de imediato, os pagamentos do programa Bolsa Família, esse jogo deletério continua vivo, forte e em plena operação. A 17 meses das eleições presidenciais de outubro do próximo ano, o que se viu agora pode ter sido a repetição de um filme que tende, infelizmente, a não sair de cartaz até a hora do voto numa disputa que já se anuncia polarizada entre uma aglutinação de partidos de esquerda em torno da presidente Dilma Rousseff e seus adversários no canto oposto do ringue ideológico.

Na primeira eleição do Brasil pós-ditadura militar, em 1989, o então candidato Lula teve de se defender, em grande parte do campanha, desse adversário invisível. Correu de boca em boca, não se sabe a partir de qual ponto inicial, que Lula iria sequestrar a poupança dos brasileiros. Na verdade, o gesto foi praticado, no primeiro dia de governo, por seu adversário Fernando Collor, que venceu a disputa em segundo turno.

Dois anos atrás, quando escalava rapidamente as taxas de intenção de votos nas pesquisas eleitorais, o hoje prefeito de São Paulo Fernando Haddad foi alvo do mesmo veneno. A partir de um disparo nas redes sociais, espalhou-se na reta final de uma eleição disputada cabeça a cabeça que o exame do Enem estava cancelado. Soube-se, pouco mais tarde, que o boato saíra de um programador terceirizado da campanha do tucano José Serra, mas até que se provasse a origem, todo o ônus dos desmentidos recaiu sobre o governo e a campanha petista.

BOATO DA QUINTA-FEIRA - Não é apenas na política que os boatos são usados como arma para a instalação de grandes celeumas. Nos tempos da inflação disparada, na década de 1980, os rumores sobre medidas econômicas radicais eram sempre espalhados num determinado dia da semana, quase todas as semanas. "É o boato da quinta-feira", divertia-se o ex-ministro Delfim Netto, que passou a desdenhar da insistência com que as informações falsas eram transmitidas.

Mais recentemente, boatos passaram a circular às sextas-feiras, especialmente em Brasília, envolvendo os temas das capas das revistas semanais que circulam ao sábados. Durante o governo Lula, o diz-que-diz-que demolidor sobre escândalos no governo era constantemente assoprado na forma de descobertas espetaculares feitas por jornalistas, ora da revista Veja, ora da concorrente Época, dos grupos Abril e Globo. Mas o volume de rumores sempre foi muito maior do que o da informação verdadeira.

Antes dos boatos, o Brasil, igualmente no período da redemocratização, viveu a fase dos atentados. Para impedir a abertura política, personagens ligados ao regime militar passaram, nos anos 1980, a incendiar bancas de jornais, em grandes cidades, que vendiam jornais legais de partidos políticos que ainda era clandestinos. Uma carta-bomba, no mesmo período, foi enviada à sede da OAB no Rio de Janeiro, matando a secretária Lídia Monteiro. Durante as eleições para governadores de Estado, em 1982, julho tornou-se um mês de apagões de energia, cujas justificativas técnicas nunca foram apresentadas. Percebe-se, assim, que violência e boatos são prinos.

ECONOMIA FUSTIGADA - Antes do boato sobre o fim do Bolsa Família, o mercado financeiro, dois meses atrás, foi abalado pela circulação de rumores, em torno de um discurso da presidente Dilma no exterior, de que o governo passara a não ter mais interesse em controlar a inflação. O resultado foi uma intensa movimentação especulativa no mercado de juros. Na reunião seguinte do Copom, para discutir a elevação ou não da Selic, o que se viu foi uma subida de 0,5 ponto, para muitos com relação direta a um boato.

Há boatos correntes, estampados na mídia tradicional quase todos os dias, sobre a explosão da inflação. O que se vê de verdade, porém, é uma taxa dentro da meta, no mês passado de 6,49% nos últimos doze meses, segundo o IBGE. Outro boato permanente, que tem servido de análise para muitos colunistas da mídia tradicional, especialmente na televisão, e mais particularmente na tevê Globo, é o queda nos níveis de emprego da economia brasileira. O número divulgado por Dilma nesta segunda-feira 20, no entanto, dá conta de quase 200 mil empregos tendo sido criados no mês de abril – e 4,1 milhões desde o início do seu governo. Os rumores, no entanto, são de que a saúde da economia brasileira está por um fio.

O problema de boatos e rumores é o de que eles têm o poder, muitas vezes, de serem como profecias auto-realizáveis. A corrida aos guichês da Caixa Econômica Federal, no sábado, poderia ter acarretado no desastre de saques bilionários, o que afetaria a condição financeira de qualquer instituição. Houve agências em que, com medo de tumultos, os gerentes aceitaram pagar benefícios antecipadamente para não terem as instalações depredadas.

O boato que a presidente Dilma classificou de "absurdamente desumano" e "criminoso" teve apenas uma consequência de verdade: reafirmou a força popular do próprio Bolsa Família, um programa assistencial que teve um início tímido no governo tucano de Fernando Henrique, mas que foi dinamizado na gestão de Lula e ampliado na administração Dilma. O povo que correu às agências da Caixa sabe que essa conquista, a depender do resultado das eleições presidenciais de 2014, efetivamente pode ser ameaçada, a depender de quem vença. Até lá, o boato é apenas um boato - e um crime.

Abaixo, notícia da Agência Brasil sobre a início das investigações, pela Polícia Federal, sobre a origem do boato contra o Bolsa Família:

Polícia Federal abre inquérito para apurar origem de boatos envolvendo o Bolsa Família
Luciano Nascimento
Repórter da Agência Brasil


Brasília – A Polícia Federal vai investigar a origem dos boatos sobre a suspensão dos benefícios do Programa Bolsa Família. O inquérito foi aberto hoje (20) por determinação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Após os boatos, a Caixa Econômica Federal registrou 920 mil saques de beneficiários do programa, somente no final de semana. Foram sacados R$ 152 milhões, informou a Caixa. De acordo com a instituição, o total de saques ocorridos até esta segunda-feira segunda será confirmado amanhã (21), depois de fechar os registros feitos nos terminais de autoatendimento.

A presidenta Dilma Rousseff criticou hoje os boatos em torno do Bolsa Família e assegurou o compromisso do seu governo com o programa. "Queria deixar claro que o compromisso do meu governo com o Bolsa Família é forte, profundo e definitivo", disse a presidenta durante cerimônia que marcou o início da operação do navio-petroleiro Zumbi dos Palmares, no Porto de Suape, em Pernambuco.

"É algo absurdamente desumano o autor desse boato. Além de ser desumano, ele é criminoso. Por isso colocamos a Polícia Federal para descobrir a origem do boato, que tinha por objetivo levar a intranquilidade a milhões de brasileiros que nos últimos dez anos estão saindo da pobreza extrema", ressaltou a presidenta da República.

Edição: Aécio Amado

Como o Estadão fez sumir sua chantagem contra Aécio


Em fevereiro de 2010, uma guerra fratricida foi desencadeada no PSDB. O segundo mandato de Lula chegava ao fim e ele não podia ser candidato à própria sucessão. Os tucanos e a mídia sua aliada estavam céticos quanto às possibilidades do “poste” que achavam que Dilma era e, assim, acreditavam que, fosse quem fosse o candidato deles, seria eleito.

Dois pré-candidatos disputavam a indicação do PSDB para a “barbada” eleitoral que a direita brasileira acreditava que se avizinhava – derrotar uma mulher sem o carisma de Lula e que jamais disputara uma eleição na vida. José Serra e Aécio Neves, então, digladiavam-se pela primazia de enfrentar Dilma.

A imprensa atucanada de São Paulo e do Rio de Janeiro (leia-se Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e O Globo) estava muito irritada com Aécio. Apesar de esses veículos e o PSDB acreditarem que Dilma, então praticamente estagnada nas pesquisas, seria mera sparring de dois políticos profissionais como Aécio e Serra, preferia o segundo.

No caso da imprensa paulista, até por Serra ser paulista também – sem falar na maior identificação ideológica com ele –, essa “imprensa” fustigou o PSDB por meses até que Aécio fosse preterido.

Serra estava melhor nas pesquisas e esses veículos, que há mais de uma década demonstram que não entendem a política brasileira, não acreditavam que alguém pudesse começar uma campanha eleitoral com percentuais de intenção de voto tão baixos quanto Dilma e o próprio Aécio tinham e chegar a vencer a eleição.

Nesse jogo, o jornal O Estado de São Paulo fez o movimento mais ousado: chantageou Aécio com um texto literalmente criminoso, escrito por seu ex-editorialista e ex-colunista Mauro Chaves, que faleceria um ano depois.

No auge dessa disputa entre Serra e Aécio, o Estadão publicou artigo de Chaves contendo uma chantagem contra o então governador de Minas Gerais, conhecido por sua vida de “playboy” e sobre quem circulam, há anos, boatos sobre ser usuário de cocaína.

O título do artigo que Chaves escreveu e que foi publicado pelo Estadão em 28 de fevereiro de 2010 já dispensaria o resto do texto: “Pó pará, governador”. Confira, abaixo, a íntegra do artigo.


Chaves era um homem bastante erudito. Seu texto era escorreito. Por que usar um título como esse? Por que não “Pode parar, governador”? Ora, porque estava mandado um recado de que os boatos sobre Aécio ser usuário de “pó” (cocaína) viriam à tona caso insistisse em criar dificuldades à candidatura Serra.

O artigo causou grande alvoroço e, pouco depois, Serra foi sagrado candidato para a “barbada” que a mídia ligada ao PSDB e o próprio partido acreditavam que seria a disputa contra o “poste de Lula”.

Faltara, entretanto, combinar com os “russos”, ou seja, com o povo.

Voltemos ao presente. Escrevendo um post sobre os ataques de Aécio ao PT durante a convenção do PSDB do último sábado, na qual o hoje senador por Minas Gerais foi eleito presidente do partido, abordei o artigo chantagista em questão.

Pretendia colocar o link para ele no texto. Fazendo a busca no portal do Estadão para localizá-lo, encontro esse link. Contudo, quando tento acessá-lo não consigo – conduz a uma página em branco.

Veja o link:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090228/not_imp331197,0.php

Cito no post, então, o fenômeno. Digo que, “estranhamente”, o link do Estadão para sua matéria conduz a lugar nenhum.

Eis que o leitor Reinaldo Luciano, intrigado como eu, usa seus conhecimentos e mostra que ninguém consegue esconder nada na internet.

O excelente trabalho de Reinaldo desvendou o mistério. Leia, abaixo, o comentário que ele colocou no post anterior, onde explica como o Estadão conseguiu fazer sumir a chantagem que fez Aécio desistir de ser o candidato do PSDB à Presidência da República em 2010 em favor de Serra.

—–

Reinaldo Luciano

twitter.com/rei_lux

Comentário enviado em 20/05/2013 as 11:16

A respeito da matéria que não abre no Estadão, verifiquei a página e realmente não abria.

Usei o http://archive.org/web/web.php e localizei a dita página, que foi armazenada em cache 28 vezes desde que foi publicada.

Este é o link original, onde a matéria não abre:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090228/not_imp331197,0.php

E este é o link recuperado:

http://web.archive.org/web/20100724092328/http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090228/not_imp331197,0.php

Ao analisar o cache, notei que, em 26/08/2010, a matéria teve uma linha alterada ou acrescentada, como pode ser vista aqui:

http://web.archive.org/web/20100826060447/http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090228/not_imp331197,0.php

O fato é que, após essa mudança (quando Serra já era candidato e Aécio não representava mais problema), a página sumiu…

Fiz um print screen da página e postei no twitter

https://twitter.com/rei_lux/status/336390621067632640/photo/1


Blog do Puty: Governo Dilma bate a marca de mais de 4 milhões de empregos


Governo Dilma bate a marca de mais de 4 milhões de empregos

Geração de empregos

O Brasil criou quase 200 mil novos postos de trabalho em abril, superando a casa de 4 milhões de empregos com carteira assinada desde o início do governo Dilma em 2011.

"No meu governo, nós já criamos mais de 4 milhões de novos empregos, todos com carteira assinada. Chegamos a essa marca histórica agora no mês passado, em abril, quando foram gerados quase 200 mil novos postos de trabalho".

Declarou a presidenta Dilma, antecipando dados do Ministério do Trabalho, Emprego e Renda no Programa de rádio "Café com a Presidenta". Ouça o trecho aqui.

4,139 milhões de empregos com carteira assinada entre janeiro de 2011 e abril de 2013.
"O número é extraordinário e a sua importância fica ainda maior, quando comparamos a nossa situação com a dos países desenvolvidos, em especial os países da Europa, onde o desemprego tem crescido para níveis estratosféricos."

Mais empregos e para combater a desigualdade social

"Esse aumento do número de vagas de trabalho é importantíssimo, porque um dos objetivos estratégicos do meu governo é manter o emprego em crescimento. Mais emprego e salário em expansão são os fatores essenciais para a diminuição da desigualdade no nosso país", afirmou Dilma.

Mercado de trabalho
O desemprego brasileiro aumentou ligeiramente em março, a 5,7%, ante 5,6% em fevereiro, mas trata-se da menor nível histórico para março, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Caixa diz que 900 mil sacaram Bolsa Família no fim de semana; R$ 152 mi foram pagos

Carlos Madeiro 
Do UOL, em Maceió20/05/201319h16

Boato sobre fim do Bolsa Família faz agências da Caixa lotarem

Pessoas fazem fila na Caixa Econômica Federal no município de Itabuna (BA), na madrugada desta segunda-feira (20), após boato que correu em toda a Bahia sobre suposto fim do programa Bolsa Família. Em nota, a Caixa Econômica Federal informou que o pagamento do programa ocorre normalmente de acordo com calendário estipulado pelo Governo Federal Leia mais Oziel Aragão/BA Press/Futura Press

A CEF (Caixa Econômica Federal) informou nesta segunda-feira (20) que 900 mil benefícios do Bolsa Família foram sacados em todo o país no fim de semana passado. Mais cedo, o banco informou que cerca de 1 milhão de benefícios foram depositados antecipadamente para evitar tumultos ainda maiores nos caixas eletrônicos e lotéricas por conta do boato de que o programa seria suspenso.Segundo o banco, foram pagos R$ 152 milhões aos beneficiários entre sábado e domingo.

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"O banco esclarece que as agências que registraram maior movimentação no último sábado (18) e domingo (19) foram nos Estados do Pará, Piauí, Paraíba, Bahia, Pernambuco, Ceará, Maranhão, Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte, Amazonas, Tocantins e Rio de Janeiro", informou o banco, em nota divulgada na noite desta segunda-feira (20).

Segundo a CEF, os beneficiários que já retiraram o pagamento do mês de maio antecipadamente, só poderão realizar novo saque em junho, seguindo o calendário de 2013.

O Bolsa Família, que contempla 13,8 milhões de famílias e completa dez anos em outubro, é o principal programa de transferência direta de renda do governo. Ele tem forte peso político-eleitoral, tendo se tornado um dos símbolos das gestões de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Mais cedo, a presidente disse que o boato sobre o fim do Bolsa Família foi "absurdamente desumano" e "criminoso."

Também nesta segunda-feira, o banco estatal informou que o movimento nas agências bancárias e lotéricas credenciadas à instituição não registraram tumultos nesta segunda-feira.

Informou ainda que houve apenas uma maior movimentação em algumas agências.

"Hoje (20), as agências iniciaram o atendimento mais cedo e houve deslocamento de empregados para as salas de autoatendimento, visando prestar todas as orientações aos clientes. Cartazes informativos foram afixados em todas as agências da Caixa, notas disponibilizadas via internet e nos terminais de autoatendimento", disse.

Tumultos

Segundo balanço divulgado neste domingo pela CEF, por conta do boato de suspensão do programa, houve tumulto em agências de Alagoas, Bahia, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão, Rio Grande do Norte e Sergipe, Pará, Amazonas e Rio de Janeiro.

Conforme dados preliminares da Caixa, um levantamento apontou que ocorreram problemas nas tentativas de saques em 15 agências da Bahia, 9 agências de Alagoas, 14 de Pernambuco, 18 da Paraíba, 34 do Ceará, 8 do Piauí e 13 do Maranhão. Os dados dos demais Estados não foram informados.

Esse maldito BRT ...


Linha de BRT Transolímpica vai ligar os dois principais locais de competição da Rio-2016
Linha de BRT Transolímpica vai ligar os dois principais locais de competição da Rio-2016
20/05/2013 - 19h23

Tribunal de Contas vê pagamento indevido de R$ 40 mi em obra da Transolímpica

  • Comentários28
A Prefeitura do Rio de Janeiro pagou R$ 71 milhões por uma obra que deveria ter custado cerca de R$ 30 milhões. Essa é uma das conclusões de um relatório do TCM (Tribunal de Contas do Município) sobre a construção da Transolímpica, corredor de ônibus que vai ligar os dois principais locais de competição da Rio-2016: Barra da Tijuca e Deodoro.
O estudo do TCM avaliou o ritmo de pagamento da Transolímpica, orçada em R$ 1,5 bilhão. De acordo com os técnicos do tribunal, enquanto as empreiteiras concluíam um trecho com custo equivalente a R$ 30 milhões, a prefeitura já havia pago R$ 71 milhões pelo serviço. Ou seja, cerca de R$ 40 milhões foram pagos antes mesmo da execução das obras.
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Presidente do Comitê de Londres-2012 visita Rio8 fotos

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Sebastian Coe, presidente do Comitê Organizador de Londres-2012, foi recebido por Carlos Arthur Nuzman no Centro Esportivo Maria Lenk, no Rio de Janeiro Antonio Lacerda/EFE
Segundo tribunal, isso não deveria ter ocorrido. Por isso, o órgão questionou a Secretaria Municipal de Obras a respeito do assunto e solicitou a suspensão dos pagamentos até que o cronograma da obra alcance um patamar equivalente ao que foi pago pela prefeitura.
Em nota, a Secretaria de Obras informou que enviou em abril uma resposta ao TCM. Informou que o pagamento da Transolímpica não é feito por mediação, isto é, conforme a obra vai sendo executada. Na construção do corredor, só há exigências anuais que precisam ser cumpridas.
“A Transolímpica é uma concessão precedida por obra Pública e a obrigação é de percentual de obra anual atendida, não mensal”, informou a secretaria. “A SMO [Secretaria Municipal de Obras] frisa que o cronograma está de acordo com o planejamento e desde o início das obras.”

BRT OLÍMPICO TEM PROBLEMAS ANTES DE SER CONCLUÍDO

  • Vinicius Konchinski/UOL
    Um dos corredores de ônibus projetados para melhorar o sistema de transporte do Rio de Janeiro para a Olimpíada de 2016 já teve trechos abertos à população. Esses trechos, entretanto, já apresentaram problemas e precisam passar por reparos