BLOG DO VICENTE CIDADE
Este blog tem como objetivo falar sobre assuntos do cotidiano, como política, economia, comportamento, curiosidades, coisas do nosso dia-a-dia, sem grandes preocupações com a informação em si, mas na verdade apenas de expressar uma opinião sobre fatos que possam despertar meu interesse.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
O que o PIG não disse
Ex-diretor do Dnit diz que Cachoeira patrocinou reportagem da Veja para tirá-lo do cargo - Brasil - R7
Exoneração de Luiz Antônio Pagot ocorreu uma semana depois da matéria jornalística
Do R7, em Brasília
O ex-diretor do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) Luiz Antônio Pagot disse nesta terça-feira (28), em depoimento à CPI do Cachoeira no Congresso Nacional, que o grupo do bicheiro Carlinhos Cachoeira e o empresário Cláudio Abreu, da empresa Delta, patrocinaram uma matéria jornalística na revista Veja para derrubá-lo do cargo.
— O fato é que um contraventor e o dono de uma empresa se uniram a um jornalista que produziu uma matéria e me arrancou do Dnit. O fato determinante para a minha saída foi a reportagem. Saiu a reportagem e posteriormente veio a exoneração.
Em julho do ano passado, reportagem da revista Veja denunciou um suposto esquema de recolhimento de propina no Ministério dos Transportes para o PR, partido da base aliada que comandava a pasta. A propina seria paga em troca de contratos e liberação de faturas. Após as denúncias da Veja, outros veículos de comunicação relataram o caso.
Cerca de uma semana depois da revelação, a presidente Dilma Rousseff demitiu toda a cúpula do ministério, incluindo Pagot e o então ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR-AM). As demissões detonaram uma crise política entre o PR e a presidente Dilma Rousseff.
Na CPI, o ex-diretor do Dnit disse que enquanto estava no cargo identificou vários problemas da empresa Delta, braço financeiro do contraventor, e acredita que isso tenha lhe custado o posto de diretor no órgão.
— Acredito que esses fatos todos em que nós agíamos no interesse de preservar qualidade das obras e agilizar os cronogramas fossem causando um grande dissabor ao Claudio Abreu na direção dos seus trabalhos. Imagino que, por isso, tomou essa decisão juntamente com contraventor de patrocinar matéria jornalística que acabou me tirando do Dnit.
Depois, conversas gravadas pela Polícia Federal mostraram o grupo de Cachoeira comemorando que Pagot e outros membros do Ministério do Transporte tinham "caído". Eles teriam, inclusive, financiado a reportagem que denunciou as corrupções no ministério.
Pagot apontou irregularidades em diversas obras da Delta durante o depoimento, entre elas em rodovias no Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro. Os problemas iam desde aditivos até subcontratação de empresas sem consulta do Dnit e produtos diferentes dos contratados.
— Todas as chamadas de atenção, os problemas identificados e cobranças foram, provavelmente, gerando, e isso é uma interpretação minha, um grande dissabor, principalmente no diretor do Centro-Oeste, Claudio Abreu.
Pagot se defendeu das acusações de corrupção e disse que no órgão se aliou aos funcionários de carreira e fez tudo que era possível para combater irregularidades. Falou que era um "fazedor" e "pau para toda obra" dentro do órgão.
Lembrou ainda o apoio do ex-presidente Lula que o convidou para o cargo e disse que queria muito que houvesse uma CPI sobre o Dnit.
— Gostaria que houvesse uma CPMI do Dnit, para passar a limpo a autarquia e principalmente a gestão que participei. Deixei o cargo sem medo do meu passado e sem negar minha gestão.
Demóstenes
Questionado pelo deputado Glauber Braga (PSB-RJ) se recebeu alguma visita ou pressão da Delta e de Cachoeira antes de ser derrubado do cargo, Pagot afirmou que não foi assediado nem pelo bicheiro, nem pela empresa. O ex-diretor também afirmou desconhecer a ligação entre o contraventor e o senador cassado Demóstenes Torres.
— Eu sabia que ele era um líder, que vivia cantando a prosa e verso como defensor da moralidade. Não imaginava que ele estava enraizado com essa quadrilha.
Outro lado
A reportagem do R7 entrou em contato com a revista Veja, que informou que apenas o departamento jurídico do Grupo Abril, que edita a publicação, poderia se manifestar sobre o assunto. O R7 tentou, então, telefonar para o número informado, mas não conseguiu contato com o departamento jurídico.
Na noite desta terça-feira, a assessoria do Grupo Abril informou ao R7 que não iria se pronunciar a respeito da denúncia de Luiz Antônio Pagot.
Exoneração de Luiz Antônio Pagot ocorreu uma semana depois da matéria jornalística
Do R7, em Brasília
O ex-diretor do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) Luiz Antônio Pagot disse nesta terça-feira (28), em depoimento à CPI do Cachoeira no Congresso Nacional, que o grupo do bicheiro Carlinhos Cachoeira e o empresário Cláudio Abreu, da empresa Delta, patrocinaram uma matéria jornalística na revista Veja para derrubá-lo do cargo.
— O fato é que um contraventor e o dono de uma empresa se uniram a um jornalista que produziu uma matéria e me arrancou do Dnit. O fato determinante para a minha saída foi a reportagem. Saiu a reportagem e posteriormente veio a exoneração.
Em julho do ano passado, reportagem da revista Veja denunciou um suposto esquema de recolhimento de propina no Ministério dos Transportes para o PR, partido da base aliada que comandava a pasta. A propina seria paga em troca de contratos e liberação de faturas. Após as denúncias da Veja, outros veículos de comunicação relataram o caso.
Cerca de uma semana depois da revelação, a presidente Dilma Rousseff demitiu toda a cúpula do ministério, incluindo Pagot e o então ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR-AM). As demissões detonaram uma crise política entre o PR e a presidente Dilma Rousseff.
Na CPI, o ex-diretor do Dnit disse que enquanto estava no cargo identificou vários problemas da empresa Delta, braço financeiro do contraventor, e acredita que isso tenha lhe custado o posto de diretor no órgão.
— Acredito que esses fatos todos em que nós agíamos no interesse de preservar qualidade das obras e agilizar os cronogramas fossem causando um grande dissabor ao Claudio Abreu na direção dos seus trabalhos. Imagino que, por isso, tomou essa decisão juntamente com contraventor de patrocinar matéria jornalística que acabou me tirando do Dnit.
Depois, conversas gravadas pela Polícia Federal mostraram o grupo de Cachoeira comemorando que Pagot e outros membros do Ministério do Transporte tinham "caído". Eles teriam, inclusive, financiado a reportagem que denunciou as corrupções no ministério.
Pagot apontou irregularidades em diversas obras da Delta durante o depoimento, entre elas em rodovias no Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro. Os problemas iam desde aditivos até subcontratação de empresas sem consulta do Dnit e produtos diferentes dos contratados.
— Todas as chamadas de atenção, os problemas identificados e cobranças foram, provavelmente, gerando, e isso é uma interpretação minha, um grande dissabor, principalmente no diretor do Centro-Oeste, Claudio Abreu.
Pagot se defendeu das acusações de corrupção e disse que no órgão se aliou aos funcionários de carreira e fez tudo que era possível para combater irregularidades. Falou que era um "fazedor" e "pau para toda obra" dentro do órgão.
Lembrou ainda o apoio do ex-presidente Lula que o convidou para o cargo e disse que queria muito que houvesse uma CPI sobre o Dnit.
— Gostaria que houvesse uma CPMI do Dnit, para passar a limpo a autarquia e principalmente a gestão que participei. Deixei o cargo sem medo do meu passado e sem negar minha gestão.
Demóstenes
Questionado pelo deputado Glauber Braga (PSB-RJ) se recebeu alguma visita ou pressão da Delta e de Cachoeira antes de ser derrubado do cargo, Pagot afirmou que não foi assediado nem pelo bicheiro, nem pela empresa. O ex-diretor também afirmou desconhecer a ligação entre o contraventor e o senador cassado Demóstenes Torres.
— Eu sabia que ele era um líder, que vivia cantando a prosa e verso como defensor da moralidade. Não imaginava que ele estava enraizado com essa quadrilha.
Outro lado
A reportagem do R7 entrou em contato com a revista Veja, que informou que apenas o departamento jurídico do Grupo Abril, que edita a publicação, poderia se manifestar sobre o assunto. O R7 tentou, então, telefonar para o número informado, mas não conseguiu contato com o departamento jurídico.
Na noite desta terça-feira, a assessoria do Grupo Abril informou ao R7 que não iria se pronunciar a respeito da denúncia de Luiz Antônio Pagot.
Superação !!
'Disseram que eu era um homem morto', lembra Zanardi, ex-piloto da F-1 | globoesporte.com
Em Londres, Zanardi participa de sua primeira
Paralimpíada (Foto: Agência Getty Images)
Zanardi se recuperou do acidente de 2001 para chegar aos Jogos de Londres (Foto: Agência Getty Images)
O italiano ganhou o título da maratona de Nova
York, em 2011 (Foto: Agência Getty Images)
Italiano que sofreu grave acidente em 2001 dá a volta por cima e chega às Paralimpíadas de Londres para disputar três provas de ciclismo estrada
Por GLOBOESPORTE.COMLondres, Inglaterra
22 comentários
Paralimpíada (Foto: Agência Getty Images)
Superação é a palavra-chave para o ex-piloto da Jordan, Williams, Lotus e Minardi, da Fórmula 1, Alessandro Zanardi. Depois de sofrer um acidente que o deixou sem as duas pernas e com pouco mais de um litro de sangue em seu corpo, o italiano, aos 45 anos, participará das suas primeiras Paralimpíadas, em Londres.
Em 2001, então com 34 anos, Zanardi pilotava na CART, antigo campeonato de monopostos dos Estados Unidos, quando sofreu um grave acidente que o deixou entre a vida e a morte. O impacto em seu corpo foi tamanho que os médicos do italiano perderam as esperanças.
- Eu poderia ter morrido facilmente. Eles compararam minhas lesões a um estudo da NASA que mapeia os pontos críticos a partir dos quais o corpo humano não pode mais sobreviver e me disseram que eu era um homem morto - contou o ex-piloto ao jornal inglês "Daily Mail".
Zanardi superou e continuou lutando. Sua vida seria diferente, e uma pergunta tinha que ser feita:
- Como fazer tudo o que eu quero fazer sem nenhuma perna?
A resposta veio com o tempo. Menos de dois anos após o acidente, já estava de volta ao volante no Campeonato Mundial de Turismo. Em um carro adaptado às suas necessidades, conseguiu ganhar corridas. A volta por cima valeu a ele o Prêmio Laureus, considerado o Oscar do esporte.
- Depois da batida eu nunca duvidei que seria difícil, mas estaria mentindo se falasse que essa nova vida foi uma surpresa pra mim. Eu fiz isso porque eu achei que era possível.
York, em 2011 (Foto: Agência Getty Images)
Em 2007 o ciclismo entrou em sua vida. A primeira diferença é que as próteses deixaram de ser item indispensável, uma vez que a modalidade é impulsionada por manetes e não por pedais. Com quatro semanas de treinos veio o primeiro resultado, quarto lugar na maratona de Nova York entre os ciclistas "de mão".
Até 2009 Zanardi dividiu seus treinos entre o automobilismo e o paraciclismo. A situação mudou quando veio a decisão de abandonar os carros e se dedicar exclusivamente às bicicletas adaptadas. Mas o atleta garante que não são esportes tão diferentes.
- Não é muito diferente da Fórmula 1, em que temos que modificar os carros constantemente. Todo paraciclista precisa de uma bicicleta diferente, dependendo da sua capacidade.
Os resultados na nova modalidade vieram rapidamente. Com apenas cinco anos de prática chegou ao título da maratona de Nova York e, com seis, à classificação para as primeiras Paralimpíadas de sua carreira. Em Londres, Zanardi vai competir em três provas: H4* prova de estrada, H4 contra o relógio e revezamento misto H1-4.
- Fazer o meu melhor com o que tenho é o maior desafio.
*H4 é a classe para atletas paraplégicos que utilizam bicicleta especial impulsionada com as mãos.
Lorota vai levar 'peia' em Marabá !!
Blog da Ana Júlia: João Salame e Tião empatados na pesquisa Doxa:
Pesquisa mostra que João cresce mais de 18 pontos em menos de um mês de campanha em Marabá
O blog Hiroshi Bogéa Online acaba de anunciar que a Doxa Comunicação divulgou na tarde de hoje (28), mais uma rodada de pesquisa visando aferir a preferência do eleitor em Marabá.
Segundo os números apurados pela Doxa, aquilo que parecia impossível para muitos incrédulos já aconteceu. Com menos de 30 dias de campanha, João Salame (PPS) que lidera uma enorme coligação partidária, pulverizou os mais de 20 pontos que o separavam de de Tião Miranda (PTB), tido e havido como virtual prefeito de Marabá, antes mesmo da campanha começar.
Segundo a Doxa apurou, Tião tem 41,6% das intenções de voto, enquanto João já alcança 38,8%, como a margem de erro da pesquisa é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, está configurado empate técnico. Uma vitória e tanto para João.
O candidato a prefeito de Marabá João Salame (PPS), da Coligação “Mudança Pra Valer” , empatou, tecnicamente, com o seu principal oponente, Sebastião Miranda (PTB), conforme pesquisa da Doxa Comunicação, registrada no TRE sob búmero PA-00054/2012
Pesquisa ouviu 800 pessoas nas zonas urbana e rural.
Conforme pesquisas anteriores já vinham indicando, o crescimento vertiginoso de João Salame confirmou-se agora com a pesquisa realizada entre os dias 23 e 25 de agosto de 2012, culminando com empate técnico.
Tião Miranda aparece com 41,6%.
João Salame - 38,8%
Maurino Magalhães – 9,6%
César do Comércio – 1,1%
Manoel da Cosanpa – 0,1 %
Eis os dados da pesquisa:
Número do protocolo: PA-00054/2012
Data de registro: 22/08/2012
Data de divulgação: 27/08/2012
Empresa contratada: DOXA COMUNICAÇÃO INTEGRADA S/S LTDA
Eleição: Eleições Municipais 2012
Abrangência: MARABÁ/PA
Contratante: Conjunto Integrado de comunicação Ltda
Origem dos recursos: Própria empresa
Pagante do trabalho: Própria empresa
Valor (R$): 10.000,00
Estatístico responsável: LUIZ CARLOS FERREIRA FEITOSA
Registro do estatístico no CONRE: 9477
Registro da empresa no CONRE: 350
Data de início: 23/08/12 Data de término: 25/08/12 Entrevistados: 800
Pesquisa mostra que João cresce mais de 18 pontos em menos de um mês de campanha em Marabá
O blog Hiroshi Bogéa Online acaba de anunciar que a Doxa Comunicação divulgou na tarde de hoje (28), mais uma rodada de pesquisa visando aferir a preferência do eleitor em Marabá.
Segundo os números apurados pela Doxa, aquilo que parecia impossível para muitos incrédulos já aconteceu. Com menos de 30 dias de campanha, João Salame (PPS) que lidera uma enorme coligação partidária, pulverizou os mais de 20 pontos que o separavam de de Tião Miranda (PTB), tido e havido como virtual prefeito de Marabá, antes mesmo da campanha começar.
Segundo a Doxa apurou, Tião tem 41,6% das intenções de voto, enquanto João já alcança 38,8%, como a margem de erro da pesquisa é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, está configurado empate técnico. Uma vitória e tanto para João.
Ancorado em sua marcante atuação como líder da frente parlamentar em defesa de Carajás, João Salame é a antítese perfeita de seu oponente, de quem se diz que, para agradar ao governador Simão Jatene, não participou da campanha histórica a favor da criação do Estado do Carajás.
Tião vem sendo muito fustigado para que explique seu posicionamento em relação ao governador do Estado, o comandante do Não. Em Marabá 95% dos eleitores disseram Sim à Carajás.
Sem muitos recursos em termos de verbalizar seus discursos, Tião enfrenta um adversário articulado, com rara capacidade para o improviso e que tem um índice irrisório de rejeição.
Diz-me um amigo, contudo, que no quesito rejeição, a gestão do atual prefeito Maurino Magalhães foi tão ruim que acaba distorcendo a aferição. Segundo o humorista, "qualquer um é melhor que Maurino".
Por fim, cumpre lembar que a Doxa vem tendo um elevado índice de acerto na região. Acertou os três últimos prefeitos de Marabá e Parauapebas sem maiores dificuldades e é uma das preferidas entre as empresas paraenses.
Por fim, cumpre lembar que a Doxa vem tendo um elevado índice de acerto na região. Acertou os três últimos prefeitos de Marabá e Parauapebas sem maiores dificuldades e é uma das preferidas entre as empresas paraenses.
Além da Doxa, outros dois institutos também registraram suas pesquisas. Um deles é o Ibrape, mas o blog ainda não teve acesso aos números.
Neste momento, segundo informa uma fonte do blog, advogados de Tião Miranda lutam para impedir a divulgação da aferição.
28
AGO
Categoria: Sem categoria / terça-feira, agosto 28, 2012, 12:57
O candidato a prefeito de Marabá João Salame (PPS), da Coligação “Mudança Pra Valer” , empatou, tecnicamente, com o seu principal oponente, Sebastião Miranda (PTB), conforme pesquisa da Doxa Comunicação, registrada no TRE sob búmero PA-00054/2012
Pesquisa ouviu 800 pessoas nas zonas urbana e rural.
Conforme pesquisas anteriores já vinham indicando, o crescimento vertiginoso de João Salame confirmou-se agora com a pesquisa realizada entre os dias 23 e 25 de agosto de 2012, culminando com empate técnico.
Tião Miranda aparece com 41,6%.
João Salame - 38,8%
Maurino Magalhães – 9,6%
César do Comércio – 1,1%
Manoel da Cosanpa – 0,1 %
Eis os dados da pesquisa:
| INTENÇÃO DE VOTO (ESPONTÂNEA) | ||
| João Salame | 37,9 | |
| Manoel Rodrigues | 0,1 | |
| Maurino Magalhães | 9,6 | |
| César do Comércio | 0,9 | |
| Tião Miranda | 40,0 | |
| Nulo / Branco | 1,2 | |
| Indeciso | 10,3 | |
| Total | 100 | |
| INTENÇÃO DE VOTO (ESTIMULADA) | ||
| % | ||
| João Salame | 38,8 | |
| Manoel Rodrigues | 0,1 | |
| Maurino Magalhães | 9,6 | |
| César do Comércio | 1,1 | |
| Tião Miranda | 41,6 | |
| Nulo / Branco | 1,5 | |
| Indeciso | 7,3 | |
| Total | 100 | |
Dados da Pesquisa Eleitoral PA-00054/2012
Número do protocolo: PA-00054/2012
Data de registro: 22/08/2012
Data de divulgação: 27/08/2012
Empresa contratada: DOXA COMUNICAÇÃO INTEGRADA S/S LTDA
Eleição: Eleições Municipais 2012
Abrangência: MARABÁ/PA
Contratante: Conjunto Integrado de comunicação Ltda
Origem dos recursos: Própria empresa
Pagante do trabalho: Própria empresa
Valor (R$): 10.000,00
Estatístico responsável: LUIZ CARLOS FERREIRA FEITOSA
Registro do estatístico no CONRE: 9477
Registro da empresa no CONRE: 350
Data de início: 23/08/12 Data de término: 25/08/12 Entrevistados: 800
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
G1 - Presidente do STF libera retomada das obras da usina de Belo Monte - notícias em Pará
G1 - Presidente do STF libera retomada das obras da usina de Belo Monte - notícias em Pará
MPF havia dado parecer contrário à liberação da obra da hidrelétrica.
MPF havia dado parecer contrário à liberação da obra da hidrelétrica.
Ministro deu decisão favorável a pedido da Advocacia Geral da União.
Mariana Oliveira e Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília
6 comentários
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ayres Britto, concedeu na noite desta segunda-feira (27) decisão liminar (provisória) que autoriza a retomada das obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A paralisação havia sido determinada no dia 14 de agosto pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
Mais cedo nesta segunda, o Ministério Público Federal havia apresentado parecer no qual afirma ser contrário ao pedido do governo federal para a retomada das obras.
Na decisão de 14 de agosto, o desembargador do TRF-1 Souza Prudente entendeu que os povos indígenas da região teriam que ser consultados sobre a construção da usina. Na semana passada, a Advocacia-Geral da União(AGU) apresentou recurso ao STF no qual afirmou que a paralisação da obra causa danos à economia brasileira e à política energética do país.
Ayres Britto concedeu a liminar pedida pela AGU "sem prejuízo de uma mais detida análise quando do julgamento do mérito (inteiro teor do pedido)". Não há prazo para o plenário analisar o pedido, uma vez que o Supremo está em esforço concentrado para julgamento do processo do mensalão e não vai julgar outros casos até o término da ação. Também há possibilidade de o MPF do Pará, autor da ação inicial, ingressar com um agravo para suspender a decisão que autorizou a retomada da obra.
saiba mais
Parecer do MPFO parecer contrário à Belo Monte, assinado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e pela vice-procuradora-geral Deborah Duprat, afirmava que o Congresso ainda poderia realizar a consulta aos povos indígenas.
"A concessão de medida liminar postulada condenaria os povos indígenas alcançados pela UHE Belo Monte a um fato consumado. Ainda há tempo para que o Congresso Nacional promova a oitiva dessas comunidades e delibere adequadamente", afirmou o parecer.
Segundo os procuradores, a consulta prévia aos povos indígenas "é também um princípio geral de direito internacional". "O Brasil está vinculado a essa ordem internacional de proteção aos direitos humanos por força de decisão de sua própria Constituição, que determina que o Estado se regerá em suas relações internacionais com base no princípio da prevalência desses direitos."
O parecer cita estudos que apontam prejuízos a povos da região e afirma que a obra "afeta tão significativamente os povos indígenas localizados em especial na Volta Grande do Xingu".
"A consulta aos povos indígenas, quanto às medidas administrativas e legislativas que possam afetá-los, é consequência lógica e necessária de sua autodeterminação, ou seja, da possibilidade de traçarem para si, livres da interferência de terceiros, os seus projetos de vida", dizem os procuradores.
Argumentos do governo federalNo recurso contra a decisão do desembargador, o advogado-geral da União, Luis Inácio Adams, pediu a suspensa, por decisão liminar (provisória), a eficácia da decisão do TRF-1, “para que se evite dano irreparável ao patrimônio público”.
“Para que se evite a ocorrência de dano vultoso e irreparável ao patrimônio público, à ordem administrativa, à ordem econômica, e à política energética brasileira, a União desde logo requer [...] seja liminarmente suspensa a eficácia do acórdão proferido”, diz o texto.
Segundo a AGU, a decisão do TRF “desrespeita” decisão anterior do Supremo que entendeu que a concessão de autorização para início da obra não feriu a Constituição.
Entenda o caso
A Usina Hidrelétrica de Belo Monte está sendo construída no rio Xingu, em Altamira, no sudoeste do Pará, com um custo previsto de R$ 25 bilhões.
A Usina Hidrelétrica de Belo Monte está sendo construída no rio Xingu, em Altamira, no sudoeste do Pará, com um custo previsto de R$ 25 bilhões.
O projeto tem grande oposição de ambientalistas, que consideram que os impactos para o meio ambiente e para as comunidades tradicionais da região, como indígenas e ribeirinhos, serão irreversíveis.
A obra também enfrenta críticas do Ministério Público Federal do Pará, que alega que as compensações ofertadas para os afetados pela obra não estão sendo feitas de forma devida, o que poderia gerar um problema social na região do Xingu.
STF independente, de verdade !!
Até agora seis ministros do Supremo Tribunal Federal - STF já se
pronunciaram sobre o chamado caso do mensalão, incluindo o relator e o
revisor. Desses seis votos, todos foram ministros indicados pelo PT, ou
melhor, por Lula e Dilma.
Todos os seis ministros votaram pela condenação dos réus na
"fatia" do VISANET/BB. Já na "fatia" da SMP&B/Câmara
Federal, houve uma absorvição total, duas parciais, e três totais. Ou
seja, cada ministro está votando da forma como bem entende.
Portanto cai por terra toda aquela farsa criada pelo PIG, que nada
mais é do que uma tentativa de manipular o resultado do julgamento, além
de representar uma ilegítima perseguição politica ao ex presidente Lula e
ao PT.
Esperamos que após esse julgamento, entre em pauta no STF caso do
Mensalão do PSDB.
Trekking do PT mostra Russomanno e Haddad no segundo turno
Do Brasil 247
Trekking do PT sai quente: 32% a 19% a 13%
APURADO POR MEIO DE TELEFONEMAS NA NOITE DE ONTEM, LEVANTAMENTO INFORMAL DO PARTIDO TEM POTENCIAL PARA LEVAR EUFORIA AO LÍDER NAS PESQUISAS CELSO RUSSOMANO, PREOCUPAÇÃO AO DECLINANTE JOSÉ SERRA E OTIMISMO AO RENOVADO FERNANDO HADDAD
247 – Levantamento de opinião realizado na noite de ontem, domingo 26, pela campanha do candidato do PT, Fernando Haddad, tem o potencial para despertar euforia no primeiro colocado nas pesquisas dos institutos Ibope e Datafolha, preocupação no segundo e otimismo no terceiro – o próprio Haddad. Exibidos os primeiros programas de televisão e as inserções comerciais de 30 segundos durante a programação normal das emissoras – peças consideradas pelos marqueteiros como as mais importantes na sedução ao eleitor --, a campanha petista apurou, em pesquisa via telefone, o chamado trekking, que Celso Russomano está 32% de intenções, contra 19% para José Serra, do PSDB, e 13% para Haddad. 247 ainda não obteve informação sobre os resultados dos demais candidatos neste levantamento.
O trekking, entre os muitos instrumentos de monitoramento das intenções do eleitor, é o mais ligeiro. Todas as grandes campanhas o realizam diariamente, logo após o início do horário eleitoral gratuito pela televisão. Há quem faça até duas ou três vezes ao dia, quando se chega à reta final. Por meio de telefonemas, com base estatística que o deixa mais próximo de uma enquete do que de uma pesquisa com base científica mais apurada. Ao contrário do que acontece com as pesquisas, os trekkings não são registrados na Justiça Eleitoral e servem de bússolas para as campanhas, que ajustam uma série de detalhes a partir dos seus resultados.
A olho nu, o que se vê neste momento da eleição paulistana tem reflexo muito semelhante ao resultado do trekking petista. Sendo recebido com status de celebridade em seus compromissos eleitorais, Russomano conseguiu uma base firme entre seguidores de igrejas pentescostais e, também, nas classes C e D, entra as quais suas críticas à qualidade dos serviços municipais encontram ressonância. Cresce nas análises a tendência de vê-lo, supreendentemente, como tendo um lugar seguro no segundo turno. Independentemente de seu menor tempo na televisão, de pouco mais de dois minutos contra sete minutos para Serra e Haddad cada um, seu discurso parece que pegou.
No meio do trekking petista, com 19%, José Serra, a acreditar nesse resultado, tem um novo motivo de forte preocupação. Seria a primeira vez, em qualquer levantamento, que ele apareceria abaixo dos 25%. Para quem, no último Datafolha, marcou 27%, os 19% apurados pelo PT ou são uma provocação, ou representam efetivamente uma queda vertiginosa. Para tanto, explicações no campo político há. Serra, na prática, está sem o apoio de seu próprio partido, que vai se debandando, na figura de lideranças como deputado José Aníbal, e de diretórios como os do Jabaquara e São Judas, para os lados de Gabriel Chalita. O governador Geraldo Alckmin tem sua imagem projetada, ao lado do candidato do PMDB, no programa de tevê do adversário – e máximo que fez, como gesto de protesto, foi uma reclamação informal vazada em nota da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo. Muito pouco para quem, de fato, quer uma dissociação.
O prefeito Gilberto Kassab, que poderia ajudar Serra, já envia recados de atenção ao candidato Russomano, oferecendo apoio para a governabilidade, conforme apurou 247. O aliado preferencial de Serra, assim, poderá assistir à disputa de uma distância maior do que a prevista inicialmente.
Enquanto isso, finalmente Fernando Haddad começou a criar boas notícias para o seu próprio lado. Ele acertou em cheio na proposta de bilhete único mensal para o sistema de transporte coletivo municipal – a ponto de despertar uma crítica baixa de José Serra, que o chamou, em sua campanha, de "bilhete mensaleiro" --, tem Lula em boa forma e, a partir de hoje, após o almoço entre o ex-presidente e a senadora Marta Suplicy, poderá contar a mãozinha da política mais conhecida e popular do partido. Além disso, o marqueteiro João Santana parece ter acertado a mão outra vez, com programas de visual requintado, que apresentam Haddad muito mais como um técnico bem preparado do que um político – figura em baixa nestes tempos.
Trekking do PT sai quente: 32% a 19% a 13%
APURADO POR MEIO DE TELEFONEMAS NA NOITE DE ONTEM, LEVANTAMENTO INFORMAL DO PARTIDO TEM POTENCIAL PARA LEVAR EUFORIA AO LÍDER NAS PESQUISAS CELSO RUSSOMANO, PREOCUPAÇÃO AO DECLINANTE JOSÉ SERRA E OTIMISMO AO RENOVADO FERNANDO HADDAD
247 – Levantamento de opinião realizado na noite de ontem, domingo 26, pela campanha do candidato do PT, Fernando Haddad, tem o potencial para despertar euforia no primeiro colocado nas pesquisas dos institutos Ibope e Datafolha, preocupação no segundo e otimismo no terceiro – o próprio Haddad. Exibidos os primeiros programas de televisão e as inserções comerciais de 30 segundos durante a programação normal das emissoras – peças consideradas pelos marqueteiros como as mais importantes na sedução ao eleitor --, a campanha petista apurou, em pesquisa via telefone, o chamado trekking, que Celso Russomano está 32% de intenções, contra 19% para José Serra, do PSDB, e 13% para Haddad. 247 ainda não obteve informação sobre os resultados dos demais candidatos neste levantamento.
O trekking, entre os muitos instrumentos de monitoramento das intenções do eleitor, é o mais ligeiro. Todas as grandes campanhas o realizam diariamente, logo após o início do horário eleitoral gratuito pela televisão. Há quem faça até duas ou três vezes ao dia, quando se chega à reta final. Por meio de telefonemas, com base estatística que o deixa mais próximo de uma enquete do que de uma pesquisa com base científica mais apurada. Ao contrário do que acontece com as pesquisas, os trekkings não são registrados na Justiça Eleitoral e servem de bússolas para as campanhas, que ajustam uma série de detalhes a partir dos seus resultados.
A olho nu, o que se vê neste momento da eleição paulistana tem reflexo muito semelhante ao resultado do trekking petista. Sendo recebido com status de celebridade em seus compromissos eleitorais, Russomano conseguiu uma base firme entre seguidores de igrejas pentescostais e, também, nas classes C e D, entra as quais suas críticas à qualidade dos serviços municipais encontram ressonância. Cresce nas análises a tendência de vê-lo, supreendentemente, como tendo um lugar seguro no segundo turno. Independentemente de seu menor tempo na televisão, de pouco mais de dois minutos contra sete minutos para Serra e Haddad cada um, seu discurso parece que pegou.
No meio do trekking petista, com 19%, José Serra, a acreditar nesse resultado, tem um novo motivo de forte preocupação. Seria a primeira vez, em qualquer levantamento, que ele apareceria abaixo dos 25%. Para quem, no último Datafolha, marcou 27%, os 19% apurados pelo PT ou são uma provocação, ou representam efetivamente uma queda vertiginosa. Para tanto, explicações no campo político há. Serra, na prática, está sem o apoio de seu próprio partido, que vai se debandando, na figura de lideranças como deputado José Aníbal, e de diretórios como os do Jabaquara e São Judas, para os lados de Gabriel Chalita. O governador Geraldo Alckmin tem sua imagem projetada, ao lado do candidato do PMDB, no programa de tevê do adversário – e máximo que fez, como gesto de protesto, foi uma reclamação informal vazada em nota da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo. Muito pouco para quem, de fato, quer uma dissociação.
O prefeito Gilberto Kassab, que poderia ajudar Serra, já envia recados de atenção ao candidato Russomano, oferecendo apoio para a governabilidade, conforme apurou 247. O aliado preferencial de Serra, assim, poderá assistir à disputa de uma distância maior do que a prevista inicialmente.
Enquanto isso, finalmente Fernando Haddad começou a criar boas notícias para o seu próprio lado. Ele acertou em cheio na proposta de bilhete único mensal para o sistema de transporte coletivo municipal – a ponto de despertar uma crítica baixa de José Serra, que o chamou, em sua campanha, de "bilhete mensaleiro" --, tem Lula em boa forma e, a partir de hoje, após o almoço entre o ex-presidente e a senadora Marta Suplicy, poderá contar a mãozinha da política mais conhecida e popular do partido. Além disso, o marqueteiro João Santana parece ter acertado a mão outra vez, com programas de visual requintado, que apresentam Haddad muito mais como um técnico bem preparado do que um político – figura em baixa nestes tempos.
Arthur Virgílio vai sair do PSDB?
Arthur Virgílio vai sair do PSDB?
ENQUANTO OS TUCANOS SE BICAM DE FORMA SANGRENTA, A SUA PRINCIPAL ADVERSÁRIA NAS ELEIÇÕES DE MANAUS, A SENADORA VANESSA GRAZZIOTIN (PCDOB), AVANÇA
26 de Agosto de 2012 às 15:09
Altamiro Borges
O tucano Arthur Virgílio, o mesmo que prometeu dar “uma surra” no ex-presidente Lula, agora insinua que poderá abandonar o PSDB – o partido no qual foi líder e é um dos principais caciques. Ele está “revoltado” com o governador Geraldo Alckmin, que entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra os incentivos fiscais na Zona Franca de Manaus. A ameaça pode ser mais um jogo de cena. Ele teme pelos estragos na sua campanha à prefeitura da capital amazonense, na qual ainda desponta como líder nas pesquisas.
Segundo o jornal O Globo, a Adin do governador tucano de São Paulo, protocolada na semana passada no Supremo Tribunal Federal (STF), “abriu uma crise nacional no PSDB ao jogar contra uma das poucas candidaturas do seu partido em vantagem nas eleições municipais... A medida virou mote de campanha dos adversários de Arthur Virgílio”. O clima é de guerra e o candidato do PSDB “chegou a ameaçar deixar o partido após as eleições, seja qual for o resultado alcançado no pleito”.
"Estou farto", dramatiza o tucano
“Esse partido não tem apetite para disputar o poder. Perdendo três eleições seguidas [para presidente da República], acostumou-se com esse negócio de vice (segundo lugar). Estou farto. Ganhando ou perdendo a eleição, vou avaliar se fico nesse partido, porque a base de um partido é a solidariedade. Foi simbólico eu ter perdido a última eleição [para o Senado] para o Lula, mas não foi simbólico para o meu partido me defender. Não vou ficar perdendo meu tempo”, desabafou Arthur Virgílio para o jornal O Globo.
Enquanto os tucanos se bicam de forma sangrenta, a sua principal adversária nas eleições de Manaus, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB), que reúne uma ampla frente de partidos, segue animada na sua campanha. Ela conta com o apoio entusiástico do ex-presidente Lula e deverá receber uma visita da presidenta Dilma. Para Vanessa, que já derrotou Arthur Virgílio na disputa pelo Senado em 2010, a campanha servirá para desmascarar mais uma vez o “valentão” do PSDB.
“Os aliados do PSDB querem tirar os empregos de milhares de trabalhadores e o sustento de suas famílias. Precisamos resistir”, afirmou a sua mensagem no programa de TV desta semana.
ENQUANTO OS TUCANOS SE BICAM DE FORMA SANGRENTA, A SUA PRINCIPAL ADVERSÁRIA NAS ELEIÇÕES DE MANAUS, A SENADORA VANESSA GRAZZIOTIN (PCDOB), AVANÇA
26 de Agosto de 2012 às 15:09
Altamiro Borges
O tucano Arthur Virgílio, o mesmo que prometeu dar “uma surra” no ex-presidente Lula, agora insinua que poderá abandonar o PSDB – o partido no qual foi líder e é um dos principais caciques. Ele está “revoltado” com o governador Geraldo Alckmin, que entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra os incentivos fiscais na Zona Franca de Manaus. A ameaça pode ser mais um jogo de cena. Ele teme pelos estragos na sua campanha à prefeitura da capital amazonense, na qual ainda desponta como líder nas pesquisas.
Segundo o jornal O Globo, a Adin do governador tucano de São Paulo, protocolada na semana passada no Supremo Tribunal Federal (STF), “abriu uma crise nacional no PSDB ao jogar contra uma das poucas candidaturas do seu partido em vantagem nas eleições municipais... A medida virou mote de campanha dos adversários de Arthur Virgílio”. O clima é de guerra e o candidato do PSDB “chegou a ameaçar deixar o partido após as eleições, seja qual for o resultado alcançado no pleito”.
"Estou farto", dramatiza o tucano
“Esse partido não tem apetite para disputar o poder. Perdendo três eleições seguidas [para presidente da República], acostumou-se com esse negócio de vice (segundo lugar). Estou farto. Ganhando ou perdendo a eleição, vou avaliar se fico nesse partido, porque a base de um partido é a solidariedade. Foi simbólico eu ter perdido a última eleição [para o Senado] para o Lula, mas não foi simbólico para o meu partido me defender. Não vou ficar perdendo meu tempo”, desabafou Arthur Virgílio para o jornal O Globo.
Enquanto os tucanos se bicam de forma sangrenta, a sua principal adversária nas eleições de Manaus, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB), que reúne uma ampla frente de partidos, segue animada na sua campanha. Ela conta com o apoio entusiástico do ex-presidente Lula e deverá receber uma visita da presidenta Dilma. Para Vanessa, que já derrotou Arthur Virgílio na disputa pelo Senado em 2010, a campanha servirá para desmascarar mais uma vez o “valentão” do PSDB.
“Os aliados do PSDB querem tirar os empregos de milhares de trabalhadores e o sustento de suas famílias. Precisamos resistir”, afirmou a sua mensagem no programa de TV desta semana.
Dilma: Minha Casa, Minha Vida tem 1 milhão de moradias construídas
Dilma: Minha Casa, Minha Vida tem 1 milhão de moradias construídas
SEG, 27 DE AGOSTO DE 2012 10:02 ESCRITO POR PT SENADO
O Programa Minha Casa, Minha Vida já atingiu a marca de 1 milhão de casas e apartamentos construídos. Além disso, desde o início de 2011 até agosto deste ano, foram contratadas 860 mil novas moradias. A presidenta Dilma Rousseff confirmou que a meta do governo é contratar 2,4 milhões de residências até 2014, com uma estimativa de investimentos de R$ 150 bilhões.
“Investir em moradia digna para a população é investir na proteção e na segurança das famílias. A casa própria contribui para que as famílias tenham uma vida melhor, para que as crianças e os jovens se sintam protegidos, para que os laços familiares e as amizades se desenvolvam, para que as famílias construam um lar”, ressaltou Dilma durante o programa semanal Café com a Presidenta.
O Minha Casa, Minha Vida atende a famílias de três faixas de renda – até R$ 1,6 mil ao mês, entre R$ 1,6 mil e R$ 3,1 mil ao mês e de R$ 3,1 mil a R$ 5 mil e também auxilia famílias que vivem em encostas de morros, na beira de córregos e em palafitas construídas sobre mangues e igarapés, que sofrem com deslizamentos e enchentes.
A presidenta lembrou que os benefícios do Minha Casa Minha Vida não ficam restritos às famílias que recebem moradias dignas, já que o programa tem impactos benéficos na economia do país. “Toda casa, para ser construída, precisa de cimento, tijolo, areia, fios, torneiras, cerâmica, tinta e outros materiais. Para fornecer esses materiais, as indústrias de todo o país têm de contratar mais trabalhadores e aumentar a produção de suas fábricas”, destacou Dilma. “Minha Casa Minha Vida ajuda toda a população do Brasil, porque faz a roda da economia brasileira girar”.
Agência Brasil
SEG, 27 DE AGOSTO DE 2012 10:02 ESCRITO POR PT SENADO
O Programa Minha Casa, Minha Vida já atingiu a marca de 1 milhão de casas e apartamentos construídos. Além disso, desde o início de 2011 até agosto deste ano, foram contratadas 860 mil novas moradias. A presidenta Dilma Rousseff confirmou que a meta do governo é contratar 2,4 milhões de residências até 2014, com uma estimativa de investimentos de R$ 150 bilhões.
“Investir em moradia digna para a população é investir na proteção e na segurança das famílias. A casa própria contribui para que as famílias tenham uma vida melhor, para que as crianças e os jovens se sintam protegidos, para que os laços familiares e as amizades se desenvolvam, para que as famílias construam um lar”, ressaltou Dilma durante o programa semanal Café com a Presidenta.
O Minha Casa, Minha Vida atende a famílias de três faixas de renda – até R$ 1,6 mil ao mês, entre R$ 1,6 mil e R$ 3,1 mil ao mês e de R$ 3,1 mil a R$ 5 mil e também auxilia famílias que vivem em encostas de morros, na beira de córregos e em palafitas construídas sobre mangues e igarapés, que sofrem com deslizamentos e enchentes.
A presidenta lembrou que os benefícios do Minha Casa Minha Vida não ficam restritos às famílias que recebem moradias dignas, já que o programa tem impactos benéficos na economia do país. “Toda casa, para ser construída, precisa de cimento, tijolo, areia, fios, torneiras, cerâmica, tinta e outros materiais. Para fornecer esses materiais, as indústrias de todo o país têm de contratar mais trabalhadores e aumentar a produção de suas fábricas”, destacou Dilma. “Minha Casa Minha Vida ajuda toda a população do Brasil, porque faz a roda da economia brasileira girar”.
Agência Brasil
domingo, 26 de agosto de 2012
Felipe: 'O campeonato começou depois que o Dorival chegou' | globoesporte.com
Felipe: 'O campeonato começou depois que o Dorival chegou' | globoesporte.com
Goleiro do Flamengo exalta o trabalho do atual treinador: 'Hoje temos um esquema de jogo'. Nos tempos de Joel, camisa 1 havia ido para o banco
O Flamengo fez um clássico equilibrado com o Botafogo, neste domingo, no Engenhão. Ao fim dos 90 minutos, 0 a 0 no placar. Mas foi o Rubro-Negro que chegou, no finzinho, a sentir na boca o gosto da vitória, que acabou não acontecendo. Aos 45, Liedson carimbou o travessão alvinegro com uma cabeçada. Depois do jogo, o goleiro Felipe exaltou o novo momento do Flamengo no campeonato. Segundo ele, a guinada se deve ao trabalho do técnico Dorival Júnior.
- O campeonato começou depois que o Dorival chegou. As coisas mudaram. A equipe é a mesma, poderíamos ter rendido mais. Sabemos que se continuar assim estaremos em uma condição melhor. Mudou o treinador porque as coisas não estavam boas - disse Felipe à Rádio CBN.
Nos tempos de Joel Santana, antecessor de Dorival Júnior, Felipe havia perdido a vaga de titular para Paulo Victor. O camisa 1 ganhou voto de confiança do atual comandante e correspondeu. Felipe, porém, voltou a comentar o crescimento do time de uma forma geral.
- Hoje temos um esquema de jogo, estamos bem. O Botafogo hoje não teve um lance de perigo. Praticamente só fiz defesa em saída do gol - finalizou o goleiro.
Sob o comando de Dorival Júnior, o Flamengo fez sete jogos neste Brasileirão: foram três vitórias, dois empates e duas derrotas. Com Joel, o time fez 11 jogos: quatro vitórias, três empates e quatro derrotas.
O Flamengo aparece em nono lugar no Brasileirão, com 26 pontos. O time tem um jogo a menos que a maioria dos concorrentes (partida contra o Atlético-MG, adiada). O Rubro-Negro volta a campo nesta quinta-feira, contra o Sport, em Volta Redonda.
Escolha a sua pesquisa e mande ver !!!
Num espaço de 10 dias de diferença entre as coletas de dados, fase inicial de campanha, apenas um dia de programa eleitoral e nenhum fato novo, a velhaca manipulação das pesquisas eleitorais já demonstra que esse ano vai dar moleza ao eleitor da cidade.
Na tabela abaixo fiz uma comparação entre as três pesquisas divulgadas e vejam só são números e tendências pra todo gosto, ou melhor, pra todo bolso.
E tudo registrado 'direitinho' no TRE, ou seja, o registro passou a ser o "selo" de idoneidade dessa vergonhosa prática
A propósito, é muito fácil manipular as pesquisas, é só aplicar mais questionários do que o informado, assim, na hora de registrar a pesquisa pode-se escolher os questionários que serão apresentados.
Na tabela abaixo fiz uma comparação entre as três pesquisas divulgadas e vejam só são números e tendências pra todo gosto, ou melhor, pra todo bolso.
E tudo registrado 'direitinho' no TRE, ou seja, o registro passou a ser o "selo" de idoneidade dessa vergonhosa prática
A propósito, é muito fácil manipular as pesquisas, é só aplicar mais questionários do que o informado, assim, na hora de registrar a pesquisa pode-se escolher os questionários que serão apresentados.
sábado, 25 de agosto de 2012
Análise política mostra que Edmilson pode ser o maior desastre para Belém e Alfredo Costa a melhor escolha!!
Pra Belém crescer junto o Brasil !!
Nesta eleição municipal podemos fazer vários recortes políticos para analisar o perfil das candidaturas postas e como elas poderão se relacionar com os outros níveis de governo já estabelecidos, no caso, os governos Federal e estadual.
Isso é particularmente importante porque a prefeitura, sozinha, não tem condições de dar respostas a todas as demandas da cidade, assim, a relação política da prefeitura com os outros níveis de governo é condição ímpar para o exercício de uma boa gestão municipal.
Neste sentido, como os governos do Brasil e do Pará estão em direções opostas, temos candidaturas que dialogam com o governo federal e outras que dialogam com o governo estadual, em alguns casos porém, há candidatos de partidos que compõe tanto a base do governo federal como estadual e ainda, há uma candidatura isolada, que não dialoga com ninguém. É sobre este aspecto que gostaria de me deter.
Inicialmente podemos dividir as candidaturas da seguinte forma:
1) Temos um grupo de candidaturas de OPOSIÇAÕ a presidenta Dilma, formado por Edmilson (PSOL), Zenaldo (PSDB) e Jordy (PPS);
2) Temos o grupo de OPOSIÇAÕ ao governador Jatene, formado por Edmilson (PSOL) e Alfredo Costa (PT);
3) Temos ainda o grupo candidatos de partidos que compõe as duas bases, mais não representam nenhum dos dois projetos, formado por Priante (PMDB), Anivaldo Vale (PR) e Jeferson Lima (PP);
Portanto, a partir desta lógica de análise, podemos afirmar o seguinte:
a) O candidato Alfredo Costa, do PT, é o candidato prioritário do governo federal, portanto é o candidato da presidenta Dilma e do presidente Lula;
b) O candidato Zenaldo Coutinho, do PSDB, é o candidato prioritário do governador Jatene;
c) O candidato Jordy foi preterido pelo governador e ficou isolado na campanha, embora, ainda assim, represente um grupo próximo ao governo que pode se realinhar numa eventual vitória;
d) Os candidatos Priante, Anivaldo e Jeferson, se forem bem, poderão transitar entre os dois projetos de governo, embora não sejam prioridade de nenhum dos dois, o que os colocaria em desvantagem na relação direta com esses outros governos, pois, até 2014, contariam com a desconfiança destes governos e, após 2014, dependendo das decisões podem compor ou não os próximos governos;
e) Por fim, temos a candidatura do Edmilson, do PSOL, a mais isolada de todas, por sua postura radical de oposição a Dilma e nem tão radical assim em ralação a Jatene, mais ainda assim oposição, estando portanto fora das estratégias eleitorais de 2014 dos dois grupos.
Uma vez identificado os grupos e suas relações, cabe agora fazer uma análise sobre qual das relações políticas poderia ser mais vantajosa para a cidade.
O alinhamento às forças do governador do estado pouco trará de benefício à cidade, pois como sabemos, o governo Jatene está “quebrado”, recorrendo inclusive ao maior e mais extraordinário endividamento público da história do Pará, com vistas a fazer face a necessidade de recursos para sua Agenda Mínima;
Pior ainda seria o cenário, com o candidato Edmilson do PSOL, que é oposição a Dilma e a Jatene, logo, não teria apoio de ninguém e fatalmente não teria como resolver os grandes problemas da cidade. Pelo menos foi o que pareceu na entrevista de Edmilson ao Jornal O Liberal, pois, das suas prioridades mencionadas, a maior parte só se viabilizaria com o apoio do governo federal e, em menor parte do governo estadual.
A esse respeito vale destacar que mesmo contando com uma postura republicana por parte do governo federal, ainda assim Edmilson teria dificuldades, pois além da oposição do seu partido ao governo, o PSOL paraense também não terá nenhum interlocutor em Brasília para ajudar a prefeitura. É verdade que pode governar com o povo, mas é verdade também que existe uma grande falácia no discurso da aliança com o povo, sem que se tenha também o pragmatismo das alianças políticas para ajudar a conseguir administrar a cidade.
Isso aliais é uma questão importante, pois a despeito do Edmilson ter se apropriado e personalizado a gestão do PT em Belém, roubando do partido os méritos pela sua gestão, o PT sempre teve uma bancada atuante de parlamentares, tanto na Câmara Federal em Brasília como na ALEPA, o que contribuiu decisivamente para gestão de Belém, pois as emendas desses parlamentares eram, na sua maioria, destinadas a cidade.
Por fim fica a dica, o melhor alinhamento político para Belém é com o governo federal, da presidenta Dilma, pois as ações de saúde que Belém precisa o governo federal dispõe. Como por exemplo o Programa das Unidades de Pronto Atendimentos, as UPA’s 24 horas; o Programa de Saúde da Família, que financia as equipes de atendimento residencial; o Programa SAMU, que distribui ambulâncias e tantos outros na área da saúde.
O governo federal também possui programas voltados para outras áreas como implantação de creches, escolas técnicas, complementação de renda, assistência social, cultura, esporte, lazer, juventude, enfim, são muitos programas em praticamente todas as áreas.
Contudo, o mais importante programa do governo federal é o PAC, que disponibiliza investimentos para habitação, como o Minha Casa Minha Vida; saneamento, como o programa Água Para Todos e de Infraestrutura, como para Mobilidade Urbana e Turismo, áreas aliais onde o governo do PT vem investindo fortemente, com a implantação do Ação Metrópole, do BRT e da Nova Orla da cidade.
Portanto, só o candidato do PT, professor Alfredo Costa, será capaz de tirar Belém do isolamento e colocar o projeto da cidade no mesmo rumo que o projeto para o Brasil. Só com o PT na prefeitura Belém crescerá junto com Brasil !!
Nesta eleição municipal podemos fazer vários recortes políticos para analisar o perfil das candidaturas postas e como elas poderão se relacionar com os outros níveis de governo já estabelecidos, no caso, os governos Federal e estadual.
Isso é particularmente importante porque a prefeitura, sozinha, não tem condições de dar respostas a todas as demandas da cidade, assim, a relação política da prefeitura com os outros níveis de governo é condição ímpar para o exercício de uma boa gestão municipal.
Neste sentido, como os governos do Brasil e do Pará estão em direções opostas, temos candidaturas que dialogam com o governo federal e outras que dialogam com o governo estadual, em alguns casos porém, há candidatos de partidos que compõe tanto a base do governo federal como estadual e ainda, há uma candidatura isolada, que não dialoga com ninguém. É sobre este aspecto que gostaria de me deter.
Inicialmente podemos dividir as candidaturas da seguinte forma:
1) Temos um grupo de candidaturas de OPOSIÇAÕ a presidenta Dilma, formado por Edmilson (PSOL), Zenaldo (PSDB) e Jordy (PPS);
2) Temos o grupo de OPOSIÇAÕ ao governador Jatene, formado por Edmilson (PSOL) e Alfredo Costa (PT);
3) Temos ainda o grupo candidatos de partidos que compõe as duas bases, mais não representam nenhum dos dois projetos, formado por Priante (PMDB), Anivaldo Vale (PR) e Jeferson Lima (PP);
Portanto, a partir desta lógica de análise, podemos afirmar o seguinte:
a) O candidato Alfredo Costa, do PT, é o candidato prioritário do governo federal, portanto é o candidato da presidenta Dilma e do presidente Lula;
b) O candidato Zenaldo Coutinho, do PSDB, é o candidato prioritário do governador Jatene;
c) O candidato Jordy foi preterido pelo governador e ficou isolado na campanha, embora, ainda assim, represente um grupo próximo ao governo que pode se realinhar numa eventual vitória;
d) Os candidatos Priante, Anivaldo e Jeferson, se forem bem, poderão transitar entre os dois projetos de governo, embora não sejam prioridade de nenhum dos dois, o que os colocaria em desvantagem na relação direta com esses outros governos, pois, até 2014, contariam com a desconfiança destes governos e, após 2014, dependendo das decisões podem compor ou não os próximos governos;
e) Por fim, temos a candidatura do Edmilson, do PSOL, a mais isolada de todas, por sua postura radical de oposição a Dilma e nem tão radical assim em ralação a Jatene, mais ainda assim oposição, estando portanto fora das estratégias eleitorais de 2014 dos dois grupos.
Uma vez identificado os grupos e suas relações, cabe agora fazer uma análise sobre qual das relações políticas poderia ser mais vantajosa para a cidade.
O alinhamento às forças do governador do estado pouco trará de benefício à cidade, pois como sabemos, o governo Jatene está “quebrado”, recorrendo inclusive ao maior e mais extraordinário endividamento público da história do Pará, com vistas a fazer face a necessidade de recursos para sua Agenda Mínima;
Pior ainda seria o cenário, com o candidato Edmilson do PSOL, que é oposição a Dilma e a Jatene, logo, não teria apoio de ninguém e fatalmente não teria como resolver os grandes problemas da cidade. Pelo menos foi o que pareceu na entrevista de Edmilson ao Jornal O Liberal, pois, das suas prioridades mencionadas, a maior parte só se viabilizaria com o apoio do governo federal e, em menor parte do governo estadual.
A esse respeito vale destacar que mesmo contando com uma postura republicana por parte do governo federal, ainda assim Edmilson teria dificuldades, pois além da oposição do seu partido ao governo, o PSOL paraense também não terá nenhum interlocutor em Brasília para ajudar a prefeitura. É verdade que pode governar com o povo, mas é verdade também que existe uma grande falácia no discurso da aliança com o povo, sem que se tenha também o pragmatismo das alianças políticas para ajudar a conseguir administrar a cidade.
Isso aliais é uma questão importante, pois a despeito do Edmilson ter se apropriado e personalizado a gestão do PT em Belém, roubando do partido os méritos pela sua gestão, o PT sempre teve uma bancada atuante de parlamentares, tanto na Câmara Federal em Brasília como na ALEPA, o que contribuiu decisivamente para gestão de Belém, pois as emendas desses parlamentares eram, na sua maioria, destinadas a cidade.
Por fim fica a dica, o melhor alinhamento político para Belém é com o governo federal, da presidenta Dilma, pois as ações de saúde que Belém precisa o governo federal dispõe. Como por exemplo o Programa das Unidades de Pronto Atendimentos, as UPA’s 24 horas; o Programa de Saúde da Família, que financia as equipes de atendimento residencial; o Programa SAMU, que distribui ambulâncias e tantos outros na área da saúde.
O governo federal também possui programas voltados para outras áreas como implantação de creches, escolas técnicas, complementação de renda, assistência social, cultura, esporte, lazer, juventude, enfim, são muitos programas em praticamente todas as áreas.
Contudo, o mais importante programa do governo federal é o PAC, que disponibiliza investimentos para habitação, como o Minha Casa Minha Vida; saneamento, como o programa Água Para Todos e de Infraestrutura, como para Mobilidade Urbana e Turismo, áreas aliais onde o governo do PT vem investindo fortemente, com a implantação do Ação Metrópole, do BRT e da Nova Orla da cidade.
Portanto, só o candidato do PT, professor Alfredo Costa, será capaz de tirar Belém do isolamento e colocar o projeto da cidade no mesmo rumo que o projeto para o Brasil. Só com o PT na prefeitura Belém crescerá junto com Brasil !!
Na Ilharga: É austeridade? É seriedade? É honestidade? Não. É lorota!
Na Ilharga: É austeridade? É seriedade? É honestidade? Não. É lorota!
Para enfrentar a anunciada queda na receita do estado, por conta da isenção de IPI para eletrodomésticos e automóveis que incide no Fundo de Participação dos Estados(FPE), o governo apressou-se em anunciar que vai demitir temporários, cortar horas-extras e diárias. No entanto, silencia tumularmente a respeito das centenas de assessores especiais, em geral, familiares de deputados, desembargadores, do próprio governador, enfim, uma chusma intocável, mas de duvidosa serventia funcional.
Para enfrentar a anunciada queda na receita do estado, por conta da isenção de IPI para eletrodomésticos e automóveis que incide no Fundo de Participação dos Estados(FPE), o governo apressou-se em anunciar que vai demitir temporários, cortar horas-extras e diárias. No entanto, silencia tumularmente a respeito das centenas de assessores especiais, em geral, familiares de deputados, desembargadores, do próprio governador, enfim, uma chusma intocável, mas de duvidosa serventia funcional.
O tal arremedo de austeridade, como até a "imundície liberal" reconhece subliminarmente, é repetição farsesca do ocorrido no início do ano passado, quando o performático Lorota jurou seriedade, enquanto criava mais um quadro de assessores especiais e reajustava em 65% os salários desses assessores, dos secretários, o do próprio, do seu vice, deputados estaduais e quem mais fizesse parte da nau que que conduziu essa "família real" ao Palácio dos Despachos. Bazófia pura!
Nova pesquisa para prefeitura de Belém - Bilhetim - Blog do Edir Veiga
Mais uma rodada de pesquisa do "dentista social', Bilhetim - Blog do Edir Veiga, aponta para o segundo turno, afirma.
Pesquisa Bilhetim: : Haverá segundo turno em Belém
em por Edir Veiga 25 de agosto, 2012 - 10h02
Registro: 000044/2012
Data de registro: 20/08/2012
Data de divulgação: 25/08/2012
Empresa contratada: VEIGA CONSULTORIA E PESQUISA LTDA - EPP
Eleição: Eleições Municipais 2012
Cargo(s): Prefeito Vereador
Abrangência BELÉM /PA
Contratante: VEIGA CONSULTORIA E PESQUISA LTDA - EP
Pagante do trabalho: VEIGA CONSULTORIA E PESQUISA LTDA - EP
Data de início: 16/08/12 Data de término: 18/08/12 Entrevistados: 600
Margem de erro de 4% para mais ou para menos.
1-Se um candidato fosse apoiado pelo prefeito Duciomar Costa, você diria que?
Aumentaria sua vontade de votar nesse candidato: 11.3%
Diminuiria sua vontade de votar nesse candidato: 34.2%
Não iria interferir na sua decisão quanto ao voto: 48.0%
Não sabe/Não opinou: 6.5%
2-Se um candidato fosse apoiado pelo governador Simão Jatene, você diria que?
Aumentaria sua vontade de votar nesse candidato: 23.7%
Diminuiria sua vontade de votar nesse candidato: 25.0%
Não iria interferir na sua decisão quanto ao voto: 45.8%
Não sabe/Não opinou: 5.5%
3-Se um candidato fosse apoiado pelo senador Jáder Barbalho, você diria que?
Aumentaria sua vontade de votar nesse candidato: 24.2%
Diminuiria sua vontade de votar nesse candidato: 30.5%
Não iria interferir na sua decisão quanto ao voto: 40.5%
Não sabe/Não opinou: 4.8%
4-Se as eleições para prefeito de Belém fossem hoje, em quem você votaria? Espontâneo
A.Jordy (PPS): 7.8%
Alfredo (PT): 1.3%
Anivaldo Vale (PR): 1.3%
Edmilson(PSOL): 31.3%
Jefferson Lima (PP): 1.8%
Priante (PMDB): 9.7%
Sérgio Pimentel (PSL): 0.2%
Zenaldo (PSDB): 8.0%
Branco/Nulo: 3.7%
Não sabe/Não opinou: 34.8%
5-Se as eleições para prefeito de Belém fossem hoje, em quem você votaria? Estimulado.
A.Jordy (PPS): 11.0%
Alfredo (PT): 2.2%
Anivaldo Vale (PR): 1.8%
Edmilson(PSOL): 33.5%
Jefferson Lima (PP): 7.0%
Leny Campelo (PPL): 0.2%
Marcos Rego (PRTB): 0.2%
Priante (PMDB): 18.3%
Sérgio Pimentel (PSL): 0.2%
Zenaldo (PSDB): 11.3%
Branco/Nulo: 4.0%
Não sabe/Não opinou: 10.3%
6-Se as eleições para prefeito de Belém fossem hoje, em qual desses candidatos você NÃO VOTARIA de jeito nenhum?
A.Jordy (PPS): 9.7%
Alfredo (PT): 4.3%
Anivaldo Vale (PR): 7.8%
Edmilson(PSOL): 13.0%
Jefferson Lima (PP): 10.3%
Leny Campelo (PPL): 4.7%
Marcos Rego (PRTB): 1.2%
Priante (PMDB): 13.3%
Sérgio Pimentel (PSL): 3.5%
Zenaldo (PSDB): 6.3%
Branco/Nulo: 2.5%
Não sabe/Não opinou: 23.3%
Pesquisa Bilhetim: : Haverá segundo turno em Belém
Registro: 000044/2012
Data de registro: 20/08/2012
Data de divulgação: 25/08/2012
Empresa contratada: VEIGA CONSULTORIA E PESQUISA LTDA - EPP
Eleição: Eleições Municipais 2012
Cargo(s): Prefeito Vereador
Abrangência BELÉM /PA
Contratante: VEIGA CONSULTORIA E PESQUISA LTDA - EP
Pagante do trabalho: VEIGA CONSULTORIA E PESQUISA LTDA - EP
Data de início: 16/08/12 Data de término: 18/08/12 Entrevistados: 600
Margem de erro de 4% para mais ou para menos.
1-Se um candidato fosse apoiado pelo prefeito Duciomar Costa, você diria que?
Aumentaria sua vontade de votar nesse candidato: 11.3%
Diminuiria sua vontade de votar nesse candidato: 34.2%
Não iria interferir na sua decisão quanto ao voto: 48.0%
Não sabe/Não opinou: 6.5%
2-Se um candidato fosse apoiado pelo governador Simão Jatene, você diria que?
Aumentaria sua vontade de votar nesse candidato: 23.7%
Diminuiria sua vontade de votar nesse candidato: 25.0%
Não iria interferir na sua decisão quanto ao voto: 45.8%
Não sabe/Não opinou: 5.5%
3-Se um candidato fosse apoiado pelo senador Jáder Barbalho, você diria que?
Aumentaria sua vontade de votar nesse candidato: 24.2%
Diminuiria sua vontade de votar nesse candidato: 30.5%
Não iria interferir na sua decisão quanto ao voto: 40.5%
Não sabe/Não opinou: 4.8%
4-Se as eleições para prefeito de Belém fossem hoje, em quem você votaria? Espontâneo
A.Jordy (PPS): 7.8%
Alfredo (PT): 1.3%
Anivaldo Vale (PR): 1.3%
Edmilson(PSOL): 31.3%
Jefferson Lima (PP): 1.8%
Priante (PMDB): 9.7%
Sérgio Pimentel (PSL): 0.2%
Zenaldo (PSDB): 8.0%
Branco/Nulo: 3.7%
Não sabe/Não opinou: 34.8%
5-Se as eleições para prefeito de Belém fossem hoje, em quem você votaria? Estimulado.
A.Jordy (PPS): 11.0%
Alfredo (PT): 2.2%
Anivaldo Vale (PR): 1.8%
Edmilson(PSOL): 33.5%
Jefferson Lima (PP): 7.0%
Leny Campelo (PPL): 0.2%
Marcos Rego (PRTB): 0.2%
Priante (PMDB): 18.3%
Sérgio Pimentel (PSL): 0.2%
Zenaldo (PSDB): 11.3%
Branco/Nulo: 4.0%
Não sabe/Não opinou: 10.3%
6-Se as eleições para prefeito de Belém fossem hoje, em qual desses candidatos você NÃO VOTARIA de jeito nenhum?
A.Jordy (PPS): 9.7%
Alfredo (PT): 4.3%
Anivaldo Vale (PR): 7.8%
Edmilson(PSOL): 13.0%
Jefferson Lima (PP): 10.3%
Leny Campelo (PPL): 4.7%
Marcos Rego (PRTB): 1.2%
Priante (PMDB): 13.3%
Sérgio Pimentel (PSL): 3.5%
Zenaldo (PSDB): 6.3%
Branco/Nulo: 2.5%
Não sabe/Não opinou: 23.3%
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Câmera de vereadores de Belém cria 'reinado' para Duciomar furtar a cidade
O trânsito é atualmente um dos maiores problemas que aflige as grandes cidades do Brasil e Belém, obviamente, se enquadra nesse contexto. Porém, a partir de 2013, quando o assunto for o trânsito da cidade, o interessado não mais deverá dirigir-se ao Palácio Antônio Lemos, onde despacha o prefeito, mas sim em uma das várias residências do futuro ex prefeito Duciomar Costa.
Inacreditavelmente, nesta semana, os ilustríssimos vereadores da cidade, não todos é claro, concederam ao Duciomar Costa a prerrogativa de "cuidar" do trânsito de Belém nos próximos cinco anos, com a criação da tal AMUB, coincidentemente o período em que, com a implantação do BRT, será revista toda a organização das concessões do transporte público da cidade.
Com essa jogada, não será o prefeito da cidade, quem quer seja ele, o responsável pela ordenação desses serviços públicos concedido à empresários, nem mesmo a Câmara terá a prerrogativa de aprovar qualquer ato do executivo sobre o assunto. Será sim, uma negociata entre empresários e o Sr. Duciomar Costa, através do seu assecla que será deixado na AMUB, quem determinará os rumos da cidade. Um poder absurdo e inexplicável.
Ademais, o ex prefeito também terá o enorme poder de mexer na vida de uma grande parcela da população, pois será dele também a capacidade de determinação do preço da passagem do ônibus em Belém. Imaginem só o que é isso, uma pessoa, que não é um gestor público, não deve explicações a ninguém, não sofre pressão popular, ter o poder de determinar o preço da tarifa do transporte urbano, num universo de uma negociação obscura entre os empresários do setor e um "reizinho", tudo as escondidas.
Por fim, e não menos importante, imaginem se o Duciomar Costa resolver infernizar a vida do seu sucessor e possível oponente, usando o trânsito como arma. Ele terá o poder de articular, ao seu bel prazer, operações que possam conduzir a "fábrica de multas", excesso de fiscalização, ampliação de frota de reboques, mudança nos trajetos e rotas de vias e por aí vai, ou seja, medidas antipáticas e que certamente deixariam a população com raiva do prefeito, já que poucos saberão se tratar de uma autarquia autônoma da prefeitura, mas aparelhada pelo Duciomar.
Uma vergonha.
Agora vejam a análise feita pela jornalista Franssinete em seu blog.
A CTBel virou Autarquia de Mobilidade Urbana de Belém (Amub), cujos diretores serão nomeados pelo prefeito Duciomar Costa para mandato de cinco anos, não podendo ser exonerados de jeito algum.
O Conselho Deliberativo da Amub também será escolhido pelo prefeito e a instância fiscalizadora do novo órgão será ... o próprio órgão.
A Amub terá independência financeira, não será submetida à subordinação hierárquica, seus diretores terão mandato fixo e serão inamovíveis. A Câmara Municipal poderá rejeitar até duas vezes os nomes indicados pelo alcaide para dirigir a Amub. Mas, diante de duas recusas, o prefeito ficará liberado para nomear a diretoria sem precisar consultar ninguém.
Entre as atribuições da Amub, estão: planejar, gerir, executar e avaliar o sistema de mobilidade urbana; implantar a política tarifária; dispor sobre itinerários, frequências e padrão de qualidade dos serviços. Ou seja, o setor de transporte público, inclusive utilização de empréstimos, preços de passagens e concessões de linhas ficarão nas mãos de Duciomar Costa por mais cinco anos, mesmo estando fora da Prefeitura. Será um feudo particular.
Vale lembrar que o relacionamento de Duciomar Costa com o transporte público é de longa data e bem íntimo. Em 2009 Duciomar perdoou uma dívida dos donos de empresas de ônibus que chegava a R$86 milhões. O perdão foi empurrado goela abaixo da população acompanhado por goles da cerveja tomada pelo quase ex-vereador Gervásio Morgado, na célebre sessão de 8 de outubro de 2009, que foi parar na capa do jornal Diário do Pará no dia seguinte, com fotos.
Na madrugada do dia 9 de outubro daquele ano, embalados por taças de gelada, os bravos edis ligados a Duciomar, com o auxílio valioso das estratégicas abstenções da bancada peemedebista (conforme a mesma notícia do Diário do Pará), decidiram que seu chefe, o prefeito, estava certíssimo e os empresários de ônibus – coitadinhos – não tinham nada que pagar o que deviam ao município. Aliás, nessa mesma madrugada, os empresários de ônibus foram presenteados pelo atual prefeito e seus vereadores com o direito de só pagar 2% de ISS. Os outros reles mortais continuam pagando 5%.
Resta torcer para que prospere a representação do vereador Carlos Augusto Barbosa (DEM) para que o Ministério Público, através da Promotoria de Direitos Constitucionais (leia-se promotor Nelson Medrado), verifique a constitucionalidade da lei de criação da Amub, levando em conta que não existe plano de mobilidade urbana em Belém e que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) não prevê qualquer autarquia.
Quem votou sim:
Antonio Rocha (PMDB)
Antonio Vinagre (PMDB)
Gervásio Morgado (PR)
Henrique Soares (PMDB)
Luiz Pereira (PR)
Miguel Rodrigues (PRB)
Mario Correa (PR)
Nadir Neves (PTB)
Nehemias Valentim (PSDB)
Nonato Filgueiras (PSD)
Orlando Reis (PSD)
Paulo Queiroz (PSDB)
Pio Netto (PTB)
Raimundo Castro (PTB)
Raul Batista (PRB)
Tereza Coimbra (PTB)
Vanessa Vasconcelos (PMDB)
Walter Arbage (PTB)
Wanderlan Quaresma (PMDB)
Quem foi contra:
Adalberto Aguiar (PT)Augusto Pantoja (PPS)
Carlos Augusto (DEM)
Evaldo Rosa (PPS)
Fernando Dourado (PSD)
Marquinho (PT)
Milene Lauande (PT)
Otávio Pinheiro (PT)
Sahid Xerfan (PP)
Vandick Lima (PP)
Quem esteve ausente em todas as extraordinárias:
Abel Loureiro (DEM)Ademir Andrade (PSB)
Amaury Souza (PT)
Iran Moraes (PT)
José Scaff Filho (PMDB)
Rildo Pessoa (PDT)
*Os demais ausentes, assim registrados nas listas de votação, só ficaram fora do plenário ocasionalmente.
O Conselho Deliberativo da Amub também será escolhido pelo prefeito e a instância fiscalizadora do novo órgão será ... o próprio órgão.
A Amub terá independência financeira, não será submetida à subordinação hierárquica, seus diretores terão mandato fixo e serão inamovíveis. A Câmara Municipal poderá rejeitar até duas vezes os nomes indicados pelo alcaide para dirigir a Amub. Mas, diante de duas recusas, o prefeito ficará liberado para nomear a diretoria sem precisar consultar ninguém.
Entre as atribuições da Amub, estão: planejar, gerir, executar e avaliar o sistema de mobilidade urbana; implantar a política tarifária; dispor sobre itinerários, frequências e padrão de qualidade dos serviços. Ou seja, o setor de transporte público, inclusive utilização de empréstimos, preços de passagens e concessões de linhas ficarão nas mãos de Duciomar Costa por mais cinco anos, mesmo estando fora da Prefeitura. Será um feudo particular.
Vale lembrar que o relacionamento de Duciomar Costa com o transporte público é de longa data e bem íntimo. Em 2009 Duciomar perdoou uma dívida dos donos de empresas de ônibus que chegava a R$86 milhões. O perdão foi empurrado goela abaixo da população acompanhado por goles da cerveja tomada pelo quase ex-vereador Gervásio Morgado, na célebre sessão de 8 de outubro de 2009, que foi parar na capa do jornal Diário do Pará no dia seguinte, com fotos.
Na madrugada do dia 9 de outubro daquele ano, embalados por taças de gelada, os bravos edis ligados a Duciomar, com o auxílio valioso das estratégicas abstenções da bancada peemedebista (conforme a mesma notícia do Diário do Pará), decidiram que seu chefe, o prefeito, estava certíssimo e os empresários de ônibus – coitadinhos – não tinham nada que pagar o que deviam ao município. Aliás, nessa mesma madrugada, os empresários de ônibus foram presenteados pelo atual prefeito e seus vereadores com o direito de só pagar 2% de ISS. Os outros reles mortais continuam pagando 5%.
Resta torcer para que prospere a representação do vereador Carlos Augusto Barbosa (DEM) para que o Ministério Público, através da Promotoria de Direitos Constitucionais (leia-se promotor Nelson Medrado), verifique a constitucionalidade da lei de criação da Amub, levando em conta que não existe plano de mobilidade urbana em Belém e que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) não prevê qualquer autarquia.
Quem votou sim:
Antonio Rocha (PMDB)
Antonio Vinagre (PMDB)
Gervásio Morgado (PR)
Henrique Soares (PMDB)
Luiz Pereira (PR)
Miguel Rodrigues (PRB)
Mario Correa (PR)
Nadir Neves (PTB)
Nehemias Valentim (PSDB)
Nonato Filgueiras (PSD)
Orlando Reis (PSD)
Paulo Queiroz (PSDB)
Pio Netto (PTB)
Raimundo Castro (PTB)
Raul Batista (PRB)
Tereza Coimbra (PTB)
Vanessa Vasconcelos (PMDB)
Walter Arbage (PTB)
Wanderlan Quaresma (PMDB)
Quem foi contra:
Adalberto Aguiar (PT)Augusto Pantoja (PPS)
Carlos Augusto (DEM)
Evaldo Rosa (PPS)
Fernando Dourado (PSD)
Marquinho (PT)
Milene Lauande (PT)
Otávio Pinheiro (PT)
Sahid Xerfan (PP)
Vandick Lima (PP)
Quem esteve ausente em todas as extraordinárias:
Abel Loureiro (DEM)Ademir Andrade (PSB)
Amaury Souza (PT)
Iran Moraes (PT)
José Scaff Filho (PMDB)
Rildo Pessoa (PDT)
*Os demais ausentes, assim registrados nas listas de votação, só ficaram fora do plenário ocasionalmente.
Ei Perereca, olha no que dá esse negócio de parentes de juízes como assessores de governadores...
Juiz que liberou VLT de Cuiabá é irmão de assessor da Secopa; MP quer anular decisão
Vinicius Konchinski e Vinícius Segalla
Do UOL, no Rio de Janeiro e em São Paulo
Do UOL, no Rio de Janeiro e em São Paulo
- ReproduçãoO juiz Julier Sebastião da Silva chamou a imprensa para informar sua decisão de liberar a obra do VLT
O juiz federal que liberou as obras do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) de Cuiabá no último dia 16 é irmão de um assessor especial do órgão estadual que licitou a empreitada. Julier Sebastião da Silva, da primeira Vara Federal de Mato Grosso, é parente direto de Joel Divino da Silva, funcionário comissionado da Secopa-MT (Secretaria Extraordinária da Copa do Estado de Mato Grosso), encarregada de preparar a capital mato-grossense para o Mundial de 2014.
VENCEDOR DE LICITAÇÃO DO VLT DE CUIABÁ ERA CONHECIDO UM MÊS ANTES DO RESULTADO
- A licitação para definir o consórcio construtor do VLT de Cuiabá, atualmente orçado em R$ 1,47 bilhão, tinha o seu vencedor conhecido pelo menos um mês antes da entrega das propostas dos consórcios concorrentes e da abertura dos envelopes. No dia 18 de abril deste ano, uma mensagem cifrada publicada no jornal Diário de Cuiabá revelou que o Consórcio VLT Cuiabá sairia vencedor do certame. LEIA MAIS
- "Pagaram R$ 80 mi em propina para vencer a licitação", diz assessor do governo de MT
- Passo a passo: A novela do VLT bilionário sob suspeita
- MP vê "promiscuidade" no governo de MT e vai interrogar assessor e secretário de Copa
- Após reportagem do UOL, assessor do governo de MT que denunciou propina é exonerado
- Empreiteira do VLT de Cuiabá tem R$ 6,3 mi penhorados e falência pedida na Justiça
Não é a primeira vez que Julier julga um caso em que seu irmão Joel está envolvido. O Tribunal Regional Federal da região de Mato Grosso já anulou pelo menos sete julgamentos do juiz porque Joel também tinha alguma ligação com a causa.
Foi a Secopa-MT quem contratou o consórcio VLT Cuiabá para a construção da linha de trem urbano orçada em R$ 1,47 bilhão. Esse contrato foi questionado pelo MP-MT (Ministério Público de Mato Grosso) e pelo MPF (Ministério Público Federal), que pediram sua anulação.
No início deste mês, o juiz federal Marllon Sousa acatou o pedido, e determinou liminarmente a paralisação do VLT. Segundo o juiz, o investimento na obra é desproporcional às necessidades de Cuiabá e poderia agravar a situação fiscal do Estado de Mato Grosso.
Dias depois, entretanto, o juiz Julier, irmão do assessor da Secopa, derrubou essa liminar. Julier assumiu o caso depois de Marllon sair de férias. Logo determinou a realização de uma audiência com secretários do governo de Mato Grosso. Depois, suspendeu a anulação do contrato proposta pelos promotores e procuradores, autorizando a retomada das obras do VLT.
Na última terça-feira, MP e MPF solicitaram formalmente que o juiz Julier seja afastado do caso. Eles protocolaram uma petição encaminhada ao próprio juiz, pedindo que ele se declare impedido de julgar processos sobre o assunto, já que seu parente trabalha em um órgão diretamente interessado na realização da obra em questão.
“Tal posição visa resguardar a correta e justa aplicação da lei, bem como evitar futuras nulidades dos atos presididos pelo excepto [o juiz Julier]”, justificam os promotores e procuradores na ação entregue ao magistrado.
Se o juiz aceitar o pedido do MP e do MPF, a autorização para a obra do VLT dada por ele será cassada automaticamente. A decisão do juiz Marllon Sousa voltará a valer e, portanto, o contrato da obra será novamente anulado.
Caso Julier se negue a deixar o caso, o pedido do MP e do MPF será analisado pela segunda instância da Justiça Federal, o Tribunal Regional Federal. É lá que será decidido se o juiz pode mesmo julgar o processo do VLT, mesmo tendo um irmão trabalhando na Secopa.
As obras, conforme revelou o UOL Esporte, foram contratadas por meio de uma licitação suspeita. O ex-assessor especial do governo de Mato Grosso Rowles Magalhães Pereira da Silva disse que o consórcio VLT Cuiabá pagou R$ 80 milhões em propinas para garantir que venceria a concorrência pela obra. Por isso, o resultado da licitação já era conhecido um mês antes da abertura das propostas, segundo ele.
Depois das reportagens do UOL Esporte, a Polícia Civil de Mato Grosso e os ministérios públicos abriram novas investigações sobre o VLT. Rowles foi exonerado do cargo e desde então não proferiu publicamente nenhuma declaração.
Já o governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), embora afirme desejar uma apuração profunda do caso, ainda não informou quem indicou Rowles ao cargo, os motivos de sua contratação ou as funções que desempenhava. Pelo contrário, desde o dia 17 de agosto, o governador tem evitado a imprensa, e se recusado a responder perguntas sobre o assunto.
A novela do VLT bilionário sob suspeita
Foto 1 de 15 - Corredor de ônibus, com dinheiro federal: O Estado de Mato Grosso e a prefeitura de Cuiabá assinaram a Matriz de Responsabilidades da Copa, junto com todas as cidades e estados-sedes do Mundial de 2014. No documento, o governo de Mato Grosso se compromete a construir um sistema de BRT (corredores exclusivos de ônibus articulados) e um custo de R$ 489 milhões, dos quais R$ 455 milhões viriam de financiamento federal. Mais Reprodução/Arte UOL
Histórico
Engenheiro agrônomo, Joel já foi designado por seu irmão como perito em algumas ações que tramitaram na Justiça. As análises de Joel ajudaram Julier a julgar os procedimentos. Depois que envolvidos nos processos souberam do parentesco entre juiz e perito, porém, recorreram das decisões e conseguiram anulá-las.
Uma orientação do TRF da região de Mato Grosso veda que juízes nomeiem como peritos parentes ou cônjuges. O Código do Processo Civil também diz que juízes não devem julgar casos em que parentes estejam interessados na causa.
O UOL Esporte procurou o juiz Julier para que ele comentasse o julgamento da obra do VLT e a relação do caso com seu irmão Joel. O juiz informou por meio de sua assessoria de imprensa que só vai se manifestar na resposta formal que dará ao pedido do MP e do MPF.
O irmão do juiz Julier, Joel, também foi procurado na Secopa. Ele chegou a atender à reportagem, mas disse que seu irmão e a própria Secopa são os únicos que devem se pronunciar sobre a questão.
Já a Secopa informou que Joel Divino dos Santos ocupa cargo comissionado no órgão deste outubro de 2011. Sua nomeação ocorreu em razão de sua experiência na área de licenciamento ambiental. “Ele [Joel] trabalha na Superintendência de Projetos e Licenciamentos Ambientais, onde atua diretamente com os licenciamentos ambientais das obras. Como agrônomo, ele tem atribuições técnicas para desempenhar a função”, informou a secretaria.
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