No desespero, a campanha tucana escala um lobista, ex-presidiário e chantagista que foi filiado ao PSDB como o principal cabo eleitoral do Serra, com uma história pra lá de complicada, vem a público denunciar supostas "imoralidades" e o mais interessante disso tudo é como o PIG dá credibilidade ilibata e esse sujeito.
O PIG tenta nos fazer acreditar que essa "teia vergonhosa" de lobby, é um artifício único e exclusivo do governo Lula e mais, que por trás disso estaria a Dilma, então ministra da Casa Civil e hoje candidata do PT a presidência.
Na prática, o lobby é uma atividade inerente à política, o que dizer dos grampos telefônicos que foram feitos no gabinete do ex presidente FHC, quando da privatização da telefonia no Brasil. Até mesmo os políticos fazem lobby diarimente para conseguirem liberar suas emendas, por exemplo.
Neste caso específico do filho da ministra, ficam duas constatações:
1- Há sim um grave erro por parte deste senhor quando tentou "oficializar" uma atividade obscura, criando empresa formal e inclusive, com o recolhimento de impostos sobre os "serviços" prestados. Isso acabou rebatendo na conduta de sua própria mãe;
2 - Fica claro nesse episódio, que o BNDES não está sujeito a nenhum tipo de lobby, que a sua decisão é técnica, tanto que indeferiu a proposta por falta de amparo normativo.
O PIG quer atingir a Dilma de qualquer forma, nem que para isso tenha de colocar em "risco" a seriedade da maior instituição de crédito de fomento da América Latina,o BNDES.
BLOG DO VICENTE CIDADE
Este blog tem como objetivo falar sobre assuntos do cotidiano, como política, economia, comportamento, curiosidades, coisas do nosso dia-a-dia, sem grandes preocupações com a informação em si, mas na verdade apenas de expressar uma opinião sobre fatos que possam despertar meu interesse.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Em visita relâmpago ao Pará, Jatene esconde Serra !!
O presidenciável tucano José Serra, do PSDB, "passou" rapidamente pelo estado, fazendo sua atividade de campanha no município de Altamira, não realizando nenhuma atividade na capital ou mesmo na região metropolitana.
Em Altamira Serra prometeu asfautar a Rodovia Transamazônica (BR 230) e Construir a Usina de Belo Monte. Só esqueceram de dizer ao Serra que as duas obras já estão sendo executadas pelo presidente Lula. Aliais, o Presidente assina hoje, em Belém, a autorização para a execução da obra de asfautamento da BR 230. Quanto à Belo Monte, já houve inclusive a licitação da obra. E ainda de acordo com o DNIT, também já há autorização para o asfautamento total da BR 163, a Cuiabá - Santarém.
O motivo mais relevante da visita relâmpago do Serra é o fato de que o seu candidato a governador, Simão Jatene, não quis correr o risco de fazer uma grande atividade esvaziada na capital, nem mesmo uma caminhada em algum ponto da cidade, aí certamente já em função de não querer colar a sua imagem (Jatene) a de Serra.
Na minha avaliação, isso demonstra que a campanha tucana não conta com tanta capilaridade como se pensa. É certo que a campanha deles está polarizada com a nossa e que a eventual dianteira de Jatene nas pesquisas pode ser, ao meu ver, muito mais fruto da inabilidade da campanha da governadora Ana Júlia, do que necessariamente da força da campanha tucana.
Me parece que a campanha tucana é silenciosa e se alimenta, principalmente, de uma elevada rejeição da governadora, que está associada a uma política de comunicação desastrosa que foi praticada pelo governo e que agora está demorando para ser desfeita.
Mais uma vez, em minha avaliação, estamos diante de fato inusitado, onde temos um dos melhores governos que o Pará já experimentou, mas que tem uma rejeição elevada, fruto inclusive, do preconceito odioso ao qual a governadora foi e é submetida pelo fato de ser uma mulher de esquerda.
Contudo, acredito que ainda há tempo de mudar essa história, temos um balanço muito positivo de governo para fazer com a sociedade, só precisamos neutralizar a campanha mentirosa dos "amarelos" e conseguirmos avançar na cominucação. Como já mencionei aqui antes, nossa rejeição é frutomuitomais do desconhecimento do que da falta de ação de governo. mas isso vai mudar. O Pará não pode voltar atrás, ao tempo do "já teve".
Em Altamira Serra prometeu asfautar a Rodovia Transamazônica (BR 230) e Construir a Usina de Belo Monte. Só esqueceram de dizer ao Serra que as duas obras já estão sendo executadas pelo presidente Lula. Aliais, o Presidente assina hoje, em Belém, a autorização para a execução da obra de asfautamento da BR 230. Quanto à Belo Monte, já houve inclusive a licitação da obra. E ainda de acordo com o DNIT, também já há autorização para o asfautamento total da BR 163, a Cuiabá - Santarém.
O motivo mais relevante da visita relâmpago do Serra é o fato de que o seu candidato a governador, Simão Jatene, não quis correr o risco de fazer uma grande atividade esvaziada na capital, nem mesmo uma caminhada em algum ponto da cidade, aí certamente já em função de não querer colar a sua imagem (Jatene) a de Serra.
Na minha avaliação, isso demonstra que a campanha tucana não conta com tanta capilaridade como se pensa. É certo que a campanha deles está polarizada com a nossa e que a eventual dianteira de Jatene nas pesquisas pode ser, ao meu ver, muito mais fruto da inabilidade da campanha da governadora Ana Júlia, do que necessariamente da força da campanha tucana.
Me parece que a campanha tucana é silenciosa e se alimenta, principalmente, de uma elevada rejeição da governadora, que está associada a uma política de comunicação desastrosa que foi praticada pelo governo e que agora está demorando para ser desfeita.
Mais uma vez, em minha avaliação, estamos diante de fato inusitado, onde temos um dos melhores governos que o Pará já experimentou, mas que tem uma rejeição elevada, fruto inclusive, do preconceito odioso ao qual a governadora foi e é submetida pelo fato de ser uma mulher de esquerda.
Contudo, acredito que ainda há tempo de mudar essa história, temos um balanço muito positivo de governo para fazer com a sociedade, só precisamos neutralizar a campanha mentirosa dos "amarelos" e conseguirmos avançar na cominucação. Como já mencionei aqui antes, nossa rejeição é frutomuitomais do desconhecimento do que da falta de ação de governo. mas isso vai mudar. O Pará não pode voltar atrás, ao tempo do "já teve".
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Engenhão vive vaziu. O Leão quer ir pro lixão!!
No jogo que reuniu o líder e o vice líder do campeonato brasileiro deste ano, Fluminense X Corinthias, realizado no Engenhão, estádio no Rio de Janeiro com capacidade para 44.000 espectadores, embora para o jogo tenha sido liberado apenas 35.000 inglessos, o que se viu foi um estádio vaziu, ou pelo menos uns 30 a 40% vaziu.
Nunca fui no Engenhão, mas sei que fica localizado na Zona Norte, fora do Centrão do Rio, ainda assim, mesmo com o apelo do jogo, o estádio não consegue ficar lotado.
Pesquisando na internet, verifiquei que o esvaziamento do estádio decorre da sua péssima localização, com problemas de acesso, escoamento e de segurança.
Agora imaginem o que vai acontecer com a tal Arena do Leão, que o "entreguista bicolor" que preside o Remo, quer construir lá no lixão do Aurá?
Nunca fui no Engenhão, mas sei que fica localizado na Zona Norte, fora do Centrão do Rio, ainda assim, mesmo com o apelo do jogo, o estádio não consegue ficar lotado.
Pesquisando na internet, verifiquei que o esvaziamento do estádio decorre da sua péssima localização, com problemas de acesso, escoamento e de segurança.
Agora imaginem o que vai acontecer com a tal Arena do Leão, que o "entreguista bicolor" que preside o Remo, quer construir lá no lixão do Aurá?
Do blog do Gerson Nogueira. Pobre Leão !!
Quem sairá de sua casa para assistir jogos do Remo nas condições que se desenham para a "tal" futura Arena do Leão? Estamos diante diante de uma excrescência e ninguém parece estar disposto a fazer nada.
Coluna: Entre o cemitério e o lixão
15/09/2010
Termina como começou, em meio a zonas de sombras e informações desencontradas, o processo de venda do estádio Evandro Almeida. Fiel à conduta adotada desde que lançou o projeto de desmanche do maior patrimônio do Remo, o presidente Amaro Klautau recorreu ontem, outra vez, à imagem do “salvador da pátria” para justificar o negócio de R$ 33,2 milhões pela mais valorizada área do centro de Belém.
AK garante que vender o Baenão é a única saída, mesmo que por quantia abaixo da cotação de mercado – o terreno de 27 mil metros quadrados vale, pelo menos, R$ 20 milhões a mais, segundo consultores de imóveis.
O dirigente compareceu à Justiça do Trabalho para entregar um memorial descritivo de feições fictícias: descreve uma obra indefinida, de localização incerta e não sabida. Segundo boatos, o cartola já teria deslocado o novo estádio das cercanias de um cemitério em Marituba para a beira do Lixão do Aurá. Nada mais simbólico da triste situação vivida pela agremiação.
Nenhuma área, porém, foi confirmada. AK faz mistério, como se não estivesse em jogo a própria sobrevivência do clube. Visitada pelos repórteres do Bola e da Rádio Clube, a propriedade especulada não reúne condições mínimas de abrigar um estádio de futebol. Tomada pelo mato, fica na estrada do Aurá, a 2 quilômetros da rodovia BR-316.
É pouco provável que ao presidente do Remo, que deixa o cargo no fim do ano, interesse o aproveitamento do terreno a ser adquirido. Pelo que demonstrou até aqui, deixando de cumprir acordos trabalhistas para forçar a execução da dívida nos termos atuais, AK só alimenta uma obsessão: concluir, a qualquer preço, o acerto com as incorporadoras.
Para cumprir o prazo estabelecido pela Justiça do Trabalho, o esboço de documento – fundamental para sacramentar a venda – foi apresentado, mas será avaliado tecnicamente e, segundo engenheiros consultados pela coluna, é pouco provável que seja aceito nos precários termos atuais.
Em meio às inverdades, marchas e contramarchas alimentadas pela direção do Remo, o improvisado memorial só reafirma o caráter nebuloso de um negócio que deveria ser o mais transparente possível. A caótica escalada de números é o maior exemplo disso: o primeiro documento assinado pela construtora Agre/Leal Moreira estabelecia 24,5 mil espectadores para a arena. O próprio presidente rebaixou para 22 mil em junho. Há semanas, nova redução: AK passou a falar em 15 mil lugares.
Ao contrário da alegada pindaíba, AK chora de barriga cheia. Na verdade, nenhum outro cartola desfrutou de tantos patrocínios no Remo. Só da TV Cultura, para transmissão de jogos, recebe R$ 1.150.000,00 anuais. Mais R$ 720 mil do Banpará, R$ 960 mil da Yamada e R$ 360 mil da Cerpa perfazem a respeitável soma anual de R$ 3,1 milhões. E há, ainda, a verba de R$ 150 mil, doada pela Prefeitura de Belém para reforma do ginásio Serra Freire, cujo desvio até hoje não foi esclarecido.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quarta-feira, 15)
Coluna: Entre o cemitério e o lixão
15/09/2010
Termina como começou, em meio a zonas de sombras e informações desencontradas, o processo de venda do estádio Evandro Almeida. Fiel à conduta adotada desde que lançou o projeto de desmanche do maior patrimônio do Remo, o presidente Amaro Klautau recorreu ontem, outra vez, à imagem do “salvador da pátria” para justificar o negócio de R$ 33,2 milhões pela mais valorizada área do centro de Belém.
AK garante que vender o Baenão é a única saída, mesmo que por quantia abaixo da cotação de mercado – o terreno de 27 mil metros quadrados vale, pelo menos, R$ 20 milhões a mais, segundo consultores de imóveis.
O dirigente compareceu à Justiça do Trabalho para entregar um memorial descritivo de feições fictícias: descreve uma obra indefinida, de localização incerta e não sabida. Segundo boatos, o cartola já teria deslocado o novo estádio das cercanias de um cemitério em Marituba para a beira do Lixão do Aurá. Nada mais simbólico da triste situação vivida pela agremiação.
Nenhuma área, porém, foi confirmada. AK faz mistério, como se não estivesse em jogo a própria sobrevivência do clube. Visitada pelos repórteres do Bola e da Rádio Clube, a propriedade especulada não reúne condições mínimas de abrigar um estádio de futebol. Tomada pelo mato, fica na estrada do Aurá, a 2 quilômetros da rodovia BR-316.
É pouco provável que ao presidente do Remo, que deixa o cargo no fim do ano, interesse o aproveitamento do terreno a ser adquirido. Pelo que demonstrou até aqui, deixando de cumprir acordos trabalhistas para forçar a execução da dívida nos termos atuais, AK só alimenta uma obsessão: concluir, a qualquer preço, o acerto com as incorporadoras.
Para cumprir o prazo estabelecido pela Justiça do Trabalho, o esboço de documento – fundamental para sacramentar a venda – foi apresentado, mas será avaliado tecnicamente e, segundo engenheiros consultados pela coluna, é pouco provável que seja aceito nos precários termos atuais.
Em meio às inverdades, marchas e contramarchas alimentadas pela direção do Remo, o improvisado memorial só reafirma o caráter nebuloso de um negócio que deveria ser o mais transparente possível. A caótica escalada de números é o maior exemplo disso: o primeiro documento assinado pela construtora Agre/Leal Moreira estabelecia 24,5 mil espectadores para a arena. O próprio presidente rebaixou para 22 mil em junho. Há semanas, nova redução: AK passou a falar em 15 mil lugares.
Ao contrário da alegada pindaíba, AK chora de barriga cheia. Na verdade, nenhum outro cartola desfrutou de tantos patrocínios no Remo. Só da TV Cultura, para transmissão de jogos, recebe R$ 1.150.000,00 anuais. Mais R$ 720 mil do Banpará, R$ 960 mil da Yamada e R$ 360 mil da Cerpa perfazem a respeitável soma anual de R$ 3,1 milhões. E há, ainda, a verba de R$ 150 mil, doada pela Prefeitura de Belém para reforma do ginásio Serra Freire, cujo desvio até hoje não foi esclarecido.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quarta-feira, 15)
DESMASCARANDO JATENE (COMPARE ALGUNS NÚMEROS)
- Ana Júlia investiu R$ 300 milhões, por ano, mais do que Jatene
- Contratou 5.700 policiais
- Capacitou mais de 27 mil agentes
- Adquiriu 1660 veículos
- Construiu 15 delegacias
EDUCAÇÃO
- Ana Júlia investiu 2.291 bilhões mais que Jatene (+ 61,9%)
- Ana Júlia reformou 658 escolas, sucateadas.
SAÚDE
- Ana Júlia investiu R$ 1,4 bilhão a mais que Jatene
- Hospitais Regionais - Jatene: R$ 342,7 milhões. Ana Júlia: R$ 688,4 milhões
- Hospital Ophir Loyola: R$ 18,6 milhões (equipamentos e instalações)
- Santa Casa: R$ 19,6 milhões (equipamentos e instalações)
- Hospital de Clínicas Gaspar Vianna: R$ 13,48 milhões (equipamentos e instalações)
HABITAÇÃO
- Jatene investiu R$ 11 milhões. Ana Júlia, R$ 395 milhões (+ 256,5%)
- Jatene construiu 5.082. Ana Júlia, mais de 20 mil
DIREITOS HUMANOS
- Não havia política. Ana Júlia criou a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos
AÇÃO METRÓPOLE
- Projeto estava engavetado há mais de 20 anos. Ana Júlia já investiu R$ 131 milhões na maior obra viária da história da RMB
MEIA-PASSAGEM INTERMUNICIPAL
- Proposta estava engavetada há décadas. Ana Júlia sancionou-a para todo o Estado
ENSINO TÉCNIO
- Eram 12 escolas tecnológicas. Até dezembro, serão 25, em 22 municípios. Eram 4.947 vagas (2008). Em 2010, são 11.167 vagas.
CAPACITAÇÃO
- Antes, não havia para jovens. Ana Júlia criou o Bolsa-Trabalho, que já capacitou 72 mil bolsistas (R$ 101 milhões), 20 mil já contratados com carteira assinada;
ÁGUA E SANEAMENTO
- Jatene investiu R$ 68,152 milhões na Cosanpa. Ana Júlia, R$ 471 milhões, beneficiando 300 mil famílias
CONFIRA ESTES E OUTROS NÚMEROS NAS MAIS DE 10 MIL AÇÕES: www.anajulia13.com.br/pcg
domingo, 12 de setembro de 2010
Caro Plínio, não é pegadinha perguntar sobre política industrial !!
No debate deste domingo entre os presidenciáveis, realizado na RedeTv, de novidade mesmo só a surpresa do candidato do PSOL, quando perguntado pela Dilma o que ele achava da Petrobras ter revisto a sua política de encomenda de insumos navais de outros países.
O candidato Plínio disse se tratar de uma pegedinha, disse não obrigação de saber sobre esse assunto.
Ora, não é terefa de um militante de esquerda que defende a total estatização do setor petroleiro, saber que uma estatal como a Petrobras só tem sentido se ela poder ser usada como instrumento de desenvolvimento do país, daí a pergunta da Dilma, para reforçar o papel público que a estatal tem e provavelmente reforçando a contrariedade a política de privatização dos tucanos.
O candidato Plínio disse se tratar de uma pegedinha, disse não obrigação de saber sobre esse assunto.
Ora, não é terefa de um militante de esquerda que defende a total estatização do setor petroleiro, saber que uma estatal como a Petrobras só tem sentido se ela poder ser usada como instrumento de desenvolvimento do país, daí a pergunta da Dilma, para reforçar o papel público que a estatal tem e provavelmente reforçando a contrariedade a política de privatização dos tucanos.
Outra face do preconceito ...
Outro dia postei aqui um artigo sobre o preconceito com o técnico de futebol Andrade, que foi campeão dirigindo o Flamengo ano passado, merecendo inclusive, o prêmio de melhor técnico do brasileiro de 2009. Veja a entrevista concedida para um programa esportivo através do link para entrevista do Esporte Espetacular.
Abaixo, repercussão da entrevista em outro meio de comunicação.
Desempregado desde abril, Andrade chora e ainda não entende saída do Fla
Do UOL Esporte
Ainda desempregado, Andrade não entendeu sua saída do Fla e espera uma nova chance no futebol.
Andrade foi demitido do Flamengo em abril, após classificar o time rubro-negro para as oitavas de final da Copa Libertadores da América. Desde então, o técnico campeão brasileiro de 2009, está desempregado. Em entrevista ao programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, ele ainda não entendeu a sua saída.
“Não vi motivo para a minha demissão. Saí com setenta e três por cento de aproveitamento. Minha demissão não foi por resultado, mas por problemas além disso. E isso me deixou magoado”, salientou Andrade, que ainda tem dinheiro para receber do Flamengo. “Me pagaram em janeiro apenas uma parte da premiação do Brasileiro e ainda me devem o mês de abril”, emendou.
Além de chateado com o Flamengo, Andrade demonstrou mágoa com o mercado. Chorando, o treinador não entendeu como ainda está desempregado e espera que o preconceito não seja o problema.
“Qual foi o erro que cometi? O que eu fiz de errado para não merecer uma nova chance? Fica esta pergunta. Fui campeão brasileiro, classifiquei o time na Libertadores”, disse, acrescentando sobre o possível motivo do desemprego.
“Uns dizem que é por causa do meu vinculo com o Flamengo e outros falam de preconceito. Não existe treinador negro trabalhando na Série A. Alguns amigos me dizem que não estou trabalhando por causa da minha cor. Mas não quero acreditar nisso”, comentou.
A expectativa, agora, é de que Andrade possa encontrar um novo trabalho. O treinador está com saudades da rotina do futebol. “Ficar à beira do gramado, adrenalina dos jogos, concentração, viagens, rever os amigos. Estou aguardando a oportunidade de algum clube. Isso é chato, é um momento de ansiedade. Nunca imaginei ficar tanto tempo desempregado”, encerrou.
Abaixo, repercussão da entrevista em outro meio de comunicação.
Desempregado desde abril, Andrade chora e ainda não entende saída do Fla
Do UOL Esporte
Ainda desempregado, Andrade não entendeu sua saída do Fla e espera uma nova chance no futebol.
Andrade foi demitido do Flamengo em abril, após classificar o time rubro-negro para as oitavas de final da Copa Libertadores da América. Desde então, o técnico campeão brasileiro de 2009, está desempregado. Em entrevista ao programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, ele ainda não entendeu a sua saída.
“Não vi motivo para a minha demissão. Saí com setenta e três por cento de aproveitamento. Minha demissão não foi por resultado, mas por problemas além disso. E isso me deixou magoado”, salientou Andrade, que ainda tem dinheiro para receber do Flamengo. “Me pagaram em janeiro apenas uma parte da premiação do Brasileiro e ainda me devem o mês de abril”, emendou.
Além de chateado com o Flamengo, Andrade demonstrou mágoa com o mercado. Chorando, o treinador não entendeu como ainda está desempregado e espera que o preconceito não seja o problema.
“Qual foi o erro que cometi? O que eu fiz de errado para não merecer uma nova chance? Fica esta pergunta. Fui campeão brasileiro, classifiquei o time na Libertadores”, disse, acrescentando sobre o possível motivo do desemprego.
“Uns dizem que é por causa do meu vinculo com o Flamengo e outros falam de preconceito. Não existe treinador negro trabalhando na Série A. Alguns amigos me dizem que não estou trabalhando por causa da minha cor. Mas não quero acreditar nisso”, comentou.
A expectativa, agora, é de que Andrade possa encontrar um novo trabalho. O treinador está com saudades da rotina do futebol. “Ficar à beira do gramado, adrenalina dos jogos, concentração, viagens, rever os amigos. Estou aguardando a oportunidade de algum clube. Isso é chato, é um momento de ansiedade. Nunca imaginei ficar tanto tempo desempregado”, encerrou.
O que disse Ana sobre a agressão preconceituosa de Jatene às diaristas
Xô, preconceito! Xô, baixaria!
O candidato do PSDB, que é meu adversário, me chamou de diarista, em programa eleitoral de rádio, horário do PSDB. Ranço preconceituoso e desnecessário na campanha, mas que demonstra bem de que estofo é feito o candidato da oposição. Preconceito já condenado pela Frente Acelera Pará, pela Federação Nacional das Domésticas e diversas entidades de trabalhadores e trabalhadoras.
Respeito é bom e eu gosto! Xô, preconceito! Xô, baixaria! (Imagem capturada na internet).
....
O candidato do PSDB, que é meu adversário, me chamou de diarista, em programa eleitoral de rádio, horário do PSDB. Ranço preconceituoso e desnecessário na campanha, mas que demonstra bem de que estofo é feito o candidato da oposição. Preconceito já condenado pela Frente Acelera Pará, pela Federação Nacional das Domésticas e diversas entidades de trabalhadores e trabalhadoras.
Eu sei o que é a carga do preconceito. Tenho sofrido na pele o preconceito dos poderosos, das elites, dos que nunca aceitaram a decisão das urnas de que uma mulher governaria o Pará, elita pelo povo, em voto direto! Sempre denunciei o preconceito contra a mulher e se pensam que me ofendem ao me chamar de diarista, estão muito enganados.
Tenho enorme respeito e apreço pelas trabalhadoras domésticas do meu Estado, mulheres guerreiras e chefes de família como eu. Tenho orgulho de ser, eu mesma, uma diarista que trabalha todos os dias pelo povo do meu Estado. Não sou preguiçosa e, quando viajo, não é para pescar, e sim para entregar obras e benefícios ao povo do meu estado. Assim tenho feito e assim prosseguirei trabalhando firme e todos os dias.
Tenho horror a injustiças e não tolero o preconceito. Diaristas, domésticas, donas de casa, trabalhadoras e todas as minorias sociais têm minha irestrita solidariedade. Vou continuar lutando contra o preconceito e por oportunidades aos que mais precisam.
Respeito é bom e eu gosto! Xô, preconceito! Xô, baixaria! (Imagem capturada na internet).
....
Ouça aqui o programa de rádio do meu adversário, puro preconceito contra as diaristas:
Tucanos a beira de um ataque de nervos !!
Trago a "ribalta" duas matérias jornalísticas que demonstram como os tucanos estão próximos de um ataque de nervos. O PIG a serviço de Serra, tenta de todas as formas "arrumar" alguma coisa para tentar mudar o rumo que a eleição tá tomando, o problema é que mexer em vespeiro meu amigo, é um perigo !!
1 - Empresa de Verônica Serra é denunciada em reportagem-bomba
12/9/2010 18:18, Por Redação, de São Paulo
Verônica Dantas foi sócia de Verônica Serra
A revista Carta Capital, na edição que chegou às bancas neste domingo, em matéria do jornalista Leandro Fortes, mostra que a Decidir.com – empresa de Verônica Serra, filha do candidato do PSDB à presidência da República – após conseguir de forma irregular junto ao Banco do Brasil o poderoso e vasto banco de dados de mais de 60 milhões de cidadãos brasileiros através de acordo operacional com aquela instituição oficial, durante o governo de FHC, disponibilizou-os em seu sítio na internet. Informações de cadastro do Banco Central do Brasil, também estavam para a filha de Serra e sua empresa venderem a seus eventuais clientes. O presidente do BC à época era o tucano Armínio Fraga.
A matéria de capa da revista Carta Capital, ainda não disponibilizada totalmente em seu site mostra detalhes da operação, abafada na imprensa conservadora à época, e lança um holofote nos misteriosos negócios de Verônica Serra, cujo sigilo fiscal teria sido acessado de forma irregular há alguns meses. A revista cita, por exemplo, que a Decidir.com acessou informações confidenciais de 18 deputados federais e até do compositor Chico Buarque de Hollanda. A empresa de Verônica Serra tinha como sócia a irmã do banqueiro Daniel Dantas, Verônica Dantas. Ela e o irmão foram condenados na Justiça por crimes apurados na Operação Satiagraha da Polícia Federal.
Processo foi aberto no Ministério da Justiça e na Polícia Federal, mas não foi concluído até hoje. Na época, o ministro da Justiça era José Gregóri, atual tesoureiro da campanha de José Serra. O diretor do DPF era o delegado Agílio Monteiro Filho, filiado ao PSDB.
2 - O Globo joga a bóia para Aécio no escândalo da quebra de sigilo
domingo, 12 de setembro de 2010
A "reporcagem" da revista Veja, feita a toque de caixa, recheada de erros e com falta de apuração, não foi por acaso.
Se o factóide do sigilo fiscal estivesse rendendo votos para Serra, o "petista" Atella seria o assunto da capa da Veja.
O problema é que o escândalo do sigilo fiscal virou-se perigosamente contra a filha de Serra, com a revista Carta Capital que chegou às bancas na sexta-feira (a tempo da Veja ler, antes de soltar sua edição). A Carta Capital resgatou a sociedade na firma Decidir.com, da filha de Serra com a irmã de Daniel Dantas, presa na operação Satiagraha. A empresa vazou dados do cadastro de cheques sem fundo do Banco Central, e encontrou facilidades para ter acesso a informações de órgãos governamentais, na época em que o papai José Serra era o todo poderoso homem forte do governo FHC e escolhido para sucessor.
Por isso a revista Veja empenhou-se em mudar a pauta de factóides e escândalos no PIG, (Partido da Imprensa Golpista demo-tucana).
Além disso, o tucanato mineiro tornou-se alvo da "bala de prata" do vazamento dos sigilos fiscais, podendo abater Anastasia (PSDB/MG) e ferir Aécio Neves (PSDB/MG).
Por isso o Jornal Nacional não mudou a pauta de assuntos, mas tratou o vazamento de sigilo como questão policial esvaziando o viés político, mostrando pessoas comuns que também tiveram seus sigilos vazados. Para tirar Aécio da linha de fogo.
É sintomático a capa do Jornal O Globo deste domingo, "milagrosamente" defendendo a Receita Federal, mostrando que o órgão já demitiu diversos funcionários por delito semelhante, e que há centenas de processos administrativos semelhantes. Ou seja, o jornal também tirou o viés político do assunto, retirou as críticas à atuação da Receita Federal, que até pedia a cabeça do chefe do órgão.
Ficou óbvio que é para tirar Aécio da linha de fogo, porque se fosse só para mudar a pauta, simplesmente não tocaria no assunto.
1 - Empresa de Verônica Serra é denunciada em reportagem-bomba
12/9/2010 18:18, Por Redação, de São Paulo
Verônica Dantas foi sócia de Verônica Serra
A revista Carta Capital, na edição que chegou às bancas neste domingo, em matéria do jornalista Leandro Fortes, mostra que a Decidir.com – empresa de Verônica Serra, filha do candidato do PSDB à presidência da República – após conseguir de forma irregular junto ao Banco do Brasil o poderoso e vasto banco de dados de mais de 60 milhões de cidadãos brasileiros através de acordo operacional com aquela instituição oficial, durante o governo de FHC, disponibilizou-os em seu sítio na internet. Informações de cadastro do Banco Central do Brasil, também estavam para a filha de Serra e sua empresa venderem a seus eventuais clientes. O presidente do BC à época era o tucano Armínio Fraga.
A matéria de capa da revista Carta Capital, ainda não disponibilizada totalmente em seu site mostra detalhes da operação, abafada na imprensa conservadora à época, e lança um holofote nos misteriosos negócios de Verônica Serra, cujo sigilo fiscal teria sido acessado de forma irregular há alguns meses. A revista cita, por exemplo, que a Decidir.com acessou informações confidenciais de 18 deputados federais e até do compositor Chico Buarque de Hollanda. A empresa de Verônica Serra tinha como sócia a irmã do banqueiro Daniel Dantas, Verônica Dantas. Ela e o irmão foram condenados na Justiça por crimes apurados na Operação Satiagraha da Polícia Federal.
Processo foi aberto no Ministério da Justiça e na Polícia Federal, mas não foi concluído até hoje. Na época, o ministro da Justiça era José Gregóri, atual tesoureiro da campanha de José Serra. O diretor do DPF era o delegado Agílio Monteiro Filho, filiado ao PSDB.
2 - O Globo joga a bóia para Aécio no escândalo da quebra de sigilo
domingo, 12 de setembro de 2010
A "reporcagem" da revista Veja, feita a toque de caixa, recheada de erros e com falta de apuração, não foi por acaso.
Se o factóide do sigilo fiscal estivesse rendendo votos para Serra, o "petista" Atella seria o assunto da capa da Veja.
O problema é que o escândalo do sigilo fiscal virou-se perigosamente contra a filha de Serra, com a revista Carta Capital que chegou às bancas na sexta-feira (a tempo da Veja ler, antes de soltar sua edição). A Carta Capital resgatou a sociedade na firma Decidir.com, da filha de Serra com a irmã de Daniel Dantas, presa na operação Satiagraha. A empresa vazou dados do cadastro de cheques sem fundo do Banco Central, e encontrou facilidades para ter acesso a informações de órgãos governamentais, na época em que o papai José Serra era o todo poderoso homem forte do governo FHC e escolhido para sucessor.
Por isso a revista Veja empenhou-se em mudar a pauta de factóides e escândalos no PIG, (Partido da Imprensa Golpista demo-tucana).
Além disso, o tucanato mineiro tornou-se alvo da "bala de prata" do vazamento dos sigilos fiscais, podendo abater Anastasia (PSDB/MG) e ferir Aécio Neves (PSDB/MG).
Por isso o Jornal Nacional não mudou a pauta de assuntos, mas tratou o vazamento de sigilo como questão policial esvaziando o viés político, mostrando pessoas comuns que também tiveram seus sigilos vazados. Para tirar Aécio da linha de fogo.
É sintomático a capa do Jornal O Globo deste domingo, "milagrosamente" defendendo a Receita Federal, mostrando que o órgão já demitiu diversos funcionários por delito semelhante, e que há centenas de processos administrativos semelhantes. Ou seja, o jornal também tirou o viés político do assunto, retirou as críticas à atuação da Receita Federal, que até pedia a cabeça do chefe do órgão.
Ficou óbvio que é para tirar Aécio da linha de fogo, porque se fosse só para mudar a pauta, simplesmente não tocaria no assunto.
Porque Coimbra afirma que Serra já perdeu !!
Tracking do Vox: Dilma 53, Serra 23
12 de setembro de 2010 às 18:36
A candidata do PT foi a única que oscilou positivamente na medição deste domingo e abriu 30 pontos percentuais em relação a Serra.
Rodrigo Rodrigues, iG São Paulo
12/09/2010
A presidenciável do PT, Dilma Rousseff, foi a única candidata que oscilou positivamente na medição do tracking Vox Populi/Band/iG deste domingo. A candidata tinha 52% da preferência do eleitorado e atingiu hoje 53% das intenções de voto.
A oscilação da candidata está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O principal adversário da petista, o candidato José Serra (PSDB), se manteve no patamar de 23% constatado na medição de sábado.
A candidata do PV, Marina Silva, também se manteve com 9% da preferência dos entrevistados pelo instituto Vox Populi.
O número de eleitores que declaram voto branco ou nulo oscilou de 4% para 5% de sábado para domingo e os entrevistados que não sabem em quem votar ou não souberam responder a pesquisa somaram 10% do total.
Espontânea
Com o resultado da medição de hoje, Dilma abriu 30 pontos percentuais de diferença em relação ao tucano José Serra. Com esse patamar, a candidata do PT venceria as eleições ainda no primeiro turno.
Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados os nomes dos candidatos ao eleitor, Dilma também oscilou de 43% para 44%, enquanto Serra e Marina se mantiveram com 18% e 7%, respectivamente.
A novidade na sondagem deste domingo é que caiu o número de eleitores que ainda dizem que vão votar no presidente Lula no pleito de 3 de outubro. Desde quando o Vox Populi iniciou a publicação do tracking diária, em 31 de agosto, 2% do eleitorado ainda admitia que iriam votar em Lula na próxima eleição. Agora, esse patarmar caiu para 1% na pesquisa espontânea, assim como o número de eleitores que afirma votar no “candidato do PT”, que também saiu de 2% para 1% neste domingo.
A cada dia, o instituto realiza 500 novas entrevistas. A amostra consolidada com 2000 entrevistas, portanto, só é totalmente renovada após quatro dias. O levantamento foi registrado junto ao TSE sob o nº 27.428/10.
12 de setembro de 2010 às 18:36
A candidata do PT foi a única que oscilou positivamente na medição deste domingo e abriu 30 pontos percentuais em relação a Serra.
Rodrigo Rodrigues, iG São Paulo
12/09/2010
A presidenciável do PT, Dilma Rousseff, foi a única candidata que oscilou positivamente na medição do tracking Vox Populi/Band/iG deste domingo. A candidata tinha 52% da preferência do eleitorado e atingiu hoje 53% das intenções de voto.
A oscilação da candidata está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O principal adversário da petista, o candidato José Serra (PSDB), se manteve no patamar de 23% constatado na medição de sábado.
A candidata do PV, Marina Silva, também se manteve com 9% da preferência dos entrevistados pelo instituto Vox Populi.
O número de eleitores que declaram voto branco ou nulo oscilou de 4% para 5% de sábado para domingo e os entrevistados que não sabem em quem votar ou não souberam responder a pesquisa somaram 10% do total.
Espontânea
Com o resultado da medição de hoje, Dilma abriu 30 pontos percentuais de diferença em relação ao tucano José Serra. Com esse patamar, a candidata do PT venceria as eleições ainda no primeiro turno.
Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados os nomes dos candidatos ao eleitor, Dilma também oscilou de 43% para 44%, enquanto Serra e Marina se mantiveram com 18% e 7%, respectivamente.
A novidade na sondagem deste domingo é que caiu o número de eleitores que ainda dizem que vão votar no presidente Lula no pleito de 3 de outubro. Desde quando o Vox Populi iniciou a publicação do tracking diária, em 31 de agosto, 2% do eleitorado ainda admitia que iriam votar em Lula na próxima eleição. Agora, esse patarmar caiu para 1% na pesquisa espontânea, assim como o número de eleitores que afirma votar no “candidato do PT”, que também saiu de 2% para 1% neste domingo.
A cada dia, o instituto realiza 500 novas entrevistas. A amostra consolidada com 2000 entrevistas, portanto, só é totalmente renovada após quatro dias. O levantamento foi registrado junto ao TSE sob o nº 27.428/10.
Como perder uma eleição sem cair no ridículo
12 de setembro de 2010 às 18:14
Marcos Coimbra*: Como perder uma eleição sem cair no ridículo
por Marcos Coimbra, no Correio Braziliense, via blog do Nassif
Nas eleições, chega uma hora em que todos os candidatos, menos um, tomam consciência que vão perder (ou que já perderam). Há casos em que a disputa permanece acirrada até a véspera e ninguém é obrigado a fazer essa difícil admissão. São mais numerosas, no entanto, as que logo se afunilam e se resolvem cedo.
Os políticos sempre entram nas eleições esperando ganhar, mesmo quando sabem que suas chances são mínimas. Existem os que participam apenas para defender posição ou divulgar as plataformas de seus partidos, mas são raros. Também há os exibicionistas, cuja única intenção é usufruir o prazer de se ver na televisão. Esses não contam.
Depois que as campanhas começam, a expectativa de vitória costuma tornar-se certeza. Por menores que sejam, os candidatos vão se convencendo que suas possibilidades são grandes. Talvez porque convivam principalmente com seguidores e áulicos, talvez porque confundam a boa educação dos cidadãos para com eles, fantasiando que uma simples cordialidade traduza apoio. Mas é certo que, a alturas tantas, todos achem que vão ganhar.
Ao contrário do que se poderia imaginar, as pesquisas eleitorais não mudam sua opinião. Não é por estar lá atrás e haver outros mais bem situados que eles pensam com mais cautela. Todos têm vários exemplos para citar, de políticos que começaram mal nas pesquisas e terminaram ganhando.
A constatação de que uma derrota é iminente é especialmente complicada para os candidatos maiores, dos grandes partidos. Ainda mais se estiveram na liderança das pesquisas.
Agora, por exemplo. O que deve fazer um candidato como José Serra? Como deve se comportar nos 20 dias finais desta eleição?
A imensa frente que todas as pesquisas dão a Dilma poderia ser desconsiderada. Afinal, pesquisa é pesquisa e não é eleição. Mas, será que ele não percebe de outras formas que sua chance de vencer é remota? Será que não vê isso no olhar até de seus seguidores mais fiéis?
Ninguém gosta de chegar à conclusão que um projeto acalentado há muito tempo não vai dar certo, antes que a inevitabilidade se imponha. Não faz parte do senso comum a expressão “a esperança é a última que morre”? Que, enquanto há vida, não se deve renunciar a ela?
O problema é que, quase sempre, esses momentos levam as pessoas a gestos extremos, nos quais não se reconheceriam em condições normais. O ateu vira crente, o racional vira místico, o sério pode ficar ridículo. O arrependimento por essas guinadas costuma ser grande.
Na política, encruzilhadas desse tipo são ainda mais perigosas. A caminho da derrota, o candidato se isola cada vez mais, começa a ouvir apenas os assessores que o aconselham a fazer de tudo, a tentar qualquer coisa. A usar de qualquer recurso e não admitir o insucesso.
Nessa hora, os candidatos deveriam parar de pensar no que ainda resta a fazer, no esforço inútil de reverter uma situação sem perspectiva, e olhar para frente. Perder e ganhar são parte da vida de quem opta por uma carreira política. Ganhar é sempre melhor, mas perder mal é muito pior que saber perder.
Tanto Serra, quanto as oposições, precisam pensar no que vão fazer nos últimos 20 dias destas eleições. Podem continuar no rumo em que estão, tentando tudo (e mais alguma coisa) para mudar o desfecho que todos antecipam. Podem continuar a fazer como fizeram desde o ano passado, quando embarcaram na canoa que os trouxe até aqui.
* Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi
Marcos Coimbra*: Como perder uma eleição sem cair no ridículo
por Marcos Coimbra, no Correio Braziliense, via blog do Nassif
Nas eleições, chega uma hora em que todos os candidatos, menos um, tomam consciência que vão perder (ou que já perderam). Há casos em que a disputa permanece acirrada até a véspera e ninguém é obrigado a fazer essa difícil admissão. São mais numerosas, no entanto, as que logo se afunilam e se resolvem cedo.
Os políticos sempre entram nas eleições esperando ganhar, mesmo quando sabem que suas chances são mínimas. Existem os que participam apenas para defender posição ou divulgar as plataformas de seus partidos, mas são raros. Também há os exibicionistas, cuja única intenção é usufruir o prazer de se ver na televisão. Esses não contam.
Depois que as campanhas começam, a expectativa de vitória costuma tornar-se certeza. Por menores que sejam, os candidatos vão se convencendo que suas possibilidades são grandes. Talvez porque convivam principalmente com seguidores e áulicos, talvez porque confundam a boa educação dos cidadãos para com eles, fantasiando que uma simples cordialidade traduza apoio. Mas é certo que, a alturas tantas, todos achem que vão ganhar.
Ao contrário do que se poderia imaginar, as pesquisas eleitorais não mudam sua opinião. Não é por estar lá atrás e haver outros mais bem situados que eles pensam com mais cautela. Todos têm vários exemplos para citar, de políticos que começaram mal nas pesquisas e terminaram ganhando.
A constatação de que uma derrota é iminente é especialmente complicada para os candidatos maiores, dos grandes partidos. Ainda mais se estiveram na liderança das pesquisas.
Agora, por exemplo. O que deve fazer um candidato como José Serra? Como deve se comportar nos 20 dias finais desta eleição?
A imensa frente que todas as pesquisas dão a Dilma poderia ser desconsiderada. Afinal, pesquisa é pesquisa e não é eleição. Mas, será que ele não percebe de outras formas que sua chance de vencer é remota? Será que não vê isso no olhar até de seus seguidores mais fiéis?
Ninguém gosta de chegar à conclusão que um projeto acalentado há muito tempo não vai dar certo, antes que a inevitabilidade se imponha. Não faz parte do senso comum a expressão “a esperança é a última que morre”? Que, enquanto há vida, não se deve renunciar a ela?
O problema é que, quase sempre, esses momentos levam as pessoas a gestos extremos, nos quais não se reconheceriam em condições normais. O ateu vira crente, o racional vira místico, o sério pode ficar ridículo. O arrependimento por essas guinadas costuma ser grande.
Na política, encruzilhadas desse tipo são ainda mais perigosas. A caminho da derrota, o candidato se isola cada vez mais, começa a ouvir apenas os assessores que o aconselham a fazer de tudo, a tentar qualquer coisa. A usar de qualquer recurso e não admitir o insucesso.
Nessa hora, os candidatos deveriam parar de pensar no que ainda resta a fazer, no esforço inútil de reverter uma situação sem perspectiva, e olhar para frente. Perder e ganhar são parte da vida de quem opta por uma carreira política. Ganhar é sempre melhor, mas perder mal é muito pior que saber perder.
Tanto Serra, quanto as oposições, precisam pensar no que vão fazer nos últimos 20 dias destas eleições. Podem continuar no rumo em que estão, tentando tudo (e mais alguma coisa) para mudar o desfecho que todos antecipam. Podem continuar a fazer como fizeram desde o ano passado, quando embarcaram na canoa que os trouxe até aqui.
* Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi
Muito boa análise do Zé !!
Leiam postagem do "modesto" Zé Carlos em seu blog. Concordo com ele.
Chegamos a reta final, e agora?
domingo, 12 de setembro de 2010
Não sou um cientista político e nem entendo muito bem de eleição. Mas quero dar um palpite para esta reta final eleitoral.
A campanha deve ser dividi em três fases. Estamos na terceira e decisiva etapa. Na primeira os candidatos criam slogan, jingle, arrumam comitê, equipe, acertam programa de rádio e televisão.
Na segunda fase é feita para classe política. Apoiadores são contatados para dar declaração, engajar-se na campanha. Faz-se as primeira caminhadas. Inicia-se as movimentações.
Nesta parte da campanha os opositores atacam duro, inventam, criam fatos, desgastam o adversário, jogam na lama sua imagem. O outro lado se defendem como pode para não cair muito. Chega uma ponto que não tem mais o que bater e hora da reação.
Na terceira e decisiva fase, a fase da reação, o candidato deve mostrar todas as armas que dispõe para continuar batendo e ganhar as eleições. Geralmente ganha quem tiver arma e munição nova para reagir.
Ana Júlia veio embalada do interior, deu um banho em Abaetetuba. Neste domingo, inicio na reta final, parece estar com o gás de quem começou a campanha agora, fez uma monstruosa carreata. No meio da semana, recebe o presidente Lula. Acerta a vida dos seus aliados dando gás novo a todos os proporcionais.
Resta saber se o opositor estocou alguma munição ou tem uma arma secreta para apresentar nesta fase derradeira, se não tiver, babau!
Postado por José Carlos Lima
Chegamos a reta final, e agora?
domingo, 12 de setembro de 2010
Não sou um cientista político e nem entendo muito bem de eleição. Mas quero dar um palpite para esta reta final eleitoral.
A campanha deve ser dividi em três fases. Estamos na terceira e decisiva etapa. Na primeira os candidatos criam slogan, jingle, arrumam comitê, equipe, acertam programa de rádio e televisão.
Na segunda fase é feita para classe política. Apoiadores são contatados para dar declaração, engajar-se na campanha. Faz-se as primeira caminhadas. Inicia-se as movimentações.
Nesta parte da campanha os opositores atacam duro, inventam, criam fatos, desgastam o adversário, jogam na lama sua imagem. O outro lado se defendem como pode para não cair muito. Chega uma ponto que não tem mais o que bater e hora da reação.
Na terceira e decisiva fase, a fase da reação, o candidato deve mostrar todas as armas que dispõe para continuar batendo e ganhar as eleições. Geralmente ganha quem tiver arma e munição nova para reagir.
Ana Júlia veio embalada do interior, deu um banho em Abaetetuba. Neste domingo, inicio na reta final, parece estar com o gás de quem começou a campanha agora, fez uma monstruosa carreata. No meio da semana, recebe o presidente Lula. Acerta a vida dos seus aliados dando gás novo a todos os proporcionais.
Resta saber se o opositor estocou alguma munição ou tem uma arma secreta para apresentar nesta fase derradeira, se não tiver, babau!
Postado por José Carlos Lima
sábado, 11 de setembro de 2010
G1 - Empresário divulga nota desmentindo reportagem da revista 'Veja' - notícias em Política
G1 - Empresário divulga nota desmentindo reportagem da revista 'Veja' - notícias em Política
Leia abaixo a íntegra da nota do empresário:
"NOTA DE ESCLARECIMENTO
Fui foi surpreendido com a matéria publicada na revista Veja neste sábado, razão pela qual decidi me pronunciar e rechaçar oficialmente as informações ali contidas.
Primeiramente gostaria de esclarecer que não sou e não fui funcionário, representante da empresa Vianet, ou a representei em qualquer assunto comercial, como foi noticiado na reportagem. Apenas conheço a empresa e pessoas ligadas a ela, assim como diversos outros empresários do setor.
Destaco também que não tenho qualquer relacionamento pessoal ou comercial com a Ministra Erenice Guerra, embora tivesse tido de fato a conhecido, jamais tratei de qualquer negócio privado ou assuntos políticos com ela.
Acerca da MTA, há 3 meses não tenho qualquer relacionamento com a empresa, com a qual tão somente mantive tratativas para compra.
Importante salientar que durante o período em que mantive as conversas com a mencionada empresa aérea atuei na defesa de seus interesses, porém o fiz exclusivamente no âmbito comercial, ficando as questões jurídicas a cargo da própria empresa e sua equipe.
Inicialmente, quando procurado pela reportagem da revista Veja, os questionamentos feitos eram no sentido de esclarecer a relação da MTA com o Coronel Artur, atual Diretor de Operações dos Correios, em razão de matéria jornalística em diversos periódicos, nesta oportunidade ratifiquei o posicionamento de que embora tivesse conhecimento de alguns assuntos que refletiam no segmento comercial da empresa (que de fato atuava), não podia afirmar categoricamente a extensão do vínculo dela com o Coronel Artur.
Durante o período em que atuei na defesa dos interesses comerciais da MTA, conheci Israel Guerra, como profissional que atuava na organização da documentação da empresa para participar de licitações, cuja remuneração previa percentual sobre eventual êxito, o qual repita-se, não era garantido e como já esclarecido, eu não tinha o poder de decisão da empresa MTA.
Enfim, na medida que a MTA aumentava sua participação no mercado, a aquisição da empresa se tornava mais onerosa para mim, até que culminou, além de parecer legal negativo, na inviabilidade econômica do negócio.
Acredito que tenha contribuído com o esclarecimento dos fatos, na certeza de que fui mais uma personagem de um joguete político-eleitoral irresponsável do qual não participo, porém que afetam famílias e negócios que geram empregos.
São Paulo,11 de setembro de 2010..
Fabio Baracat"
Leia abaixo a íntegra da nota do empresário:
"NOTA DE ESCLARECIMENTO
Fui foi surpreendido com a matéria publicada na revista Veja neste sábado, razão pela qual decidi me pronunciar e rechaçar oficialmente as informações ali contidas.
Primeiramente gostaria de esclarecer que não sou e não fui funcionário, representante da empresa Vianet, ou a representei em qualquer assunto comercial, como foi noticiado na reportagem. Apenas conheço a empresa e pessoas ligadas a ela, assim como diversos outros empresários do setor.
Destaco também que não tenho qualquer relacionamento pessoal ou comercial com a Ministra Erenice Guerra, embora tivesse tido de fato a conhecido, jamais tratei de qualquer negócio privado ou assuntos políticos com ela.
Acerca da MTA, há 3 meses não tenho qualquer relacionamento com a empresa, com a qual tão somente mantive tratativas para compra.
Importante salientar que durante o período em que mantive as conversas com a mencionada empresa aérea atuei na defesa de seus interesses, porém o fiz exclusivamente no âmbito comercial, ficando as questões jurídicas a cargo da própria empresa e sua equipe.
Inicialmente, quando procurado pela reportagem da revista Veja, os questionamentos feitos eram no sentido de esclarecer a relação da MTA com o Coronel Artur, atual Diretor de Operações dos Correios, em razão de matéria jornalística em diversos periódicos, nesta oportunidade ratifiquei o posicionamento de que embora tivesse conhecimento de alguns assuntos que refletiam no segmento comercial da empresa (que de fato atuava), não podia afirmar categoricamente a extensão do vínculo dela com o Coronel Artur.
Durante o período em que atuei na defesa dos interesses comerciais da MTA, conheci Israel Guerra, como profissional que atuava na organização da documentação da empresa para participar de licitações, cuja remuneração previa percentual sobre eventual êxito, o qual repita-se, não era garantido e como já esclarecido, eu não tinha o poder de decisão da empresa MTA.
Enfim, na medida que a MTA aumentava sua participação no mercado, a aquisição da empresa se tornava mais onerosa para mim, até que culminou, além de parecer legal negativo, na inviabilidade econômica do negócio.
Acredito que tenha contribuído com o esclarecimento dos fatos, na certeza de que fui mais uma personagem de um joguete político-eleitoral irresponsável do qual não participo, porém que afetam famílias e negócios que geram empregos.
São Paulo,11 de setembro de 2010..
Fabio Baracat"
G1 - Revista afirma que filho de Erenice Guerra cobrou propina; ministra nega - notícias em Política
G1 - Revista afirma que filho de Erenice Guerra cobrou propina; ministra nega - notícias em Política
Como o episídio da Receita não deu certo, agora a Veja vai lançar outra pra ver se essa cola !!
Como o episídio da Receita não deu certo, agora a Veja vai lançar outra pra ver se essa cola !!
Para pensar e decidir !!
A Propaganda
O ex governador Simão Jatene e sua mentirosa campanha, afirmam que o presidente Lula tivera maior benevolência com ele do que com o governo do PT da governadora Ana Júlia. Mais uma obra da assombrosa ficção tucana.
Os tucanos dizem que, mesmo sendo Jatene o governador durante o primeiro mandato de Lula, ainda assim, o Governo Federal financiou, com recursos do BNDES, os cinco hospitais regionais que antes os tucanos alegavam ter sido eles os únicos responsáveis, inclusive com a fragorosa mentira de que deixaram os cinco HR concluídos e operando. Dá para acreditar?
Em outra chamada da propaganda de Jatene, o tucano estimula o ódio e o ressentimento entre as duas maiores cidades da Amazônia, como se a concorrência entre Belém e Manaus fosse ser capaz de mudar a condição de desenvolvimento de ambas. A irresponsabilidade e o desconhecimento são tamanhos, a ponto de tornar impossível uma importante e necessária união dos estados da Amazônia.
Há de se destacar ainda que, do ponto de vista político, Manaus foi a cidade brasileira onde o presidente Lula obteve a maior votação relativa do Brasil, com quase 90% dos votos dos eleitores manauaras, porque razão então o presidente Lula deveria trabalhar contra Manaus?
A Comparação
3) Conclusão das Eclusas de Tucuruí, que não só vai permitir a navegação do rio Tocantins, como também criará um novo corredor de logística exportadora por Barcarena, integrando comercialmente as diversas regiões do estado;
4) Construção do Linhão do Marajó, um sonho antigo da população marajoara, a obra vai levar energia firme para as cidades do arquipélago e que jamais sairia do papel se dependesse só dos investimentos da CELPA privatizada;
5) Construção do porto de Marabá, que servirá de interligação logística;
6) Ampliação do porto de Vila do Conde;
7) Duplicação do trecho urbano da Transamazônica na cidade de Marabá;
8) Federalização da rodovia PA 150;
9) Financiamento dos Parques de Ciência & Tecnologia em Belém, Marabá e Santarém;
10) Implantação da Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA, a primeira universidade federal amazônica a ser implantada fora das capitais;
11) Asfaltamento de vários trechos da Rodovia Transamazônica;
12) Início da construção da UHE de Belo Monte, a maior obra de infraestrutura do país, com a garantia de que mais de R$ 3 bilhões serão aplicados em obras e ações de mitigação dos impactos, bem como a garantia de que pelo menos 20% da energia a ser gerada pela usina seja destinada ao crescimento da demanda do estado do Pará;
13) Construção de mais de 20.000 casas populares com o Programa Minha Casa, Minha Vida”;
14) Reestruturação da COSANPA e a retomada dos investimentos em ampliação do sistema de água e esgotamento sanitário;
15) Convênio com a Eletronorte, que possibilitou a implantação do Programa NEVEGAPARÁ, o maior programa de inclusão digital do país e que serviu de modelo para que o presidente Lula fizesse o Programa Nacional de Banda Larga;
16) Financiamento do Programa Ação Metrópole, maior intervenção de mobilidade urbana que a Região Metropolitana de Belém já teve;
17) Financiamento do Hospital Regional de Breves, que inaugura no final deste mês;
18) Financiamento para a construção da Nova Santa Casa de Misericórdia do Pará;
19) Implantação em Belém da sede do INPE e do BNDES para a Amazônia;
20) Implantação da UPA de Altamira;
21) Implantação de vários programas sociais como Bolsa Família e Pro Jovem;
22) Implantação do “Terra Legal”, que um programa de regularização fundiária das terras da Amazônia, um dos principais problemas causadores da violência no campo;
Agora vejam se dá para comparar. Não dá!!
O ex governador Simão Jatene e sua mentirosa campanha, afirmam que o presidente Lula tivera maior benevolência com ele do que com o governo do PT da governadora Ana Júlia. Mais uma obra da assombrosa ficção tucana.
Os tucanos dizem que, mesmo sendo Jatene o governador durante o primeiro mandato de Lula, ainda assim, o Governo Federal financiou, com recursos do BNDES, os cinco hospitais regionais que antes os tucanos alegavam ter sido eles os únicos responsáveis, inclusive com a fragorosa mentira de que deixaram os cinco HR concluídos e operando. Dá para acreditar?
Em outra chamada da propaganda de Jatene, o tucano estimula o ódio e o ressentimento entre as duas maiores cidades da Amazônia, como se a concorrência entre Belém e Manaus fosse ser capaz de mudar a condição de desenvolvimento de ambas. A irresponsabilidade e o desconhecimento são tamanhos, a ponto de tornar impossível uma importante e necessária união dos estados da Amazônia.
Há de se destacar ainda que, do ponto de vista político, Manaus foi a cidade brasileira onde o presidente Lula obteve a maior votação relativa do Brasil, com quase 90% dos votos dos eleitores manauaras, porque razão então o presidente Lula deveria trabalhar contra Manaus?
A Comparação
Se a lógica da propaganda tucana fosse levada a sério, a comparação entre a benevolência de Lula com Jatene e com Ana Júlia seria uma verdadeira covardia, se não vejamos o que Lula e Ana Júlia fizeram pelo Pará (só que eu me lembre) :
1) Para começar, não dá nem para comparar o imenso benefício da vinda do pólo metalúrgico para o estado, que o Jatene já havia perdido para o Sarney;
2) A implantação do pólo de bioenergia da Petrobras em Tomé-Açu, que será o maior do mundo, sendo que além das refinarias e obras de infraestrutura, também fomentará toda a cadeia da palma com a inclusão da agricultura familiar no processo;
3) Conclusão das Eclusas de Tucuruí, que não só vai permitir a navegação do rio Tocantins, como também criará um novo corredor de logística exportadora por Barcarena, integrando comercialmente as diversas regiões do estado;
4) Construção do Linhão do Marajó, um sonho antigo da população marajoara, a obra vai levar energia firme para as cidades do arquipélago e que jamais sairia do papel se dependesse só dos investimentos da CELPA privatizada;
5) Construção do porto de Marabá, que servirá de interligação logística;
6) Ampliação do porto de Vila do Conde;
7) Duplicação do trecho urbano da Transamazônica na cidade de Marabá;
8) Federalização da rodovia PA 150;
9) Financiamento dos Parques de Ciência & Tecnologia em Belém, Marabá e Santarém;
10) Implantação da Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA, a primeira universidade federal amazônica a ser implantada fora das capitais;
11) Asfaltamento de vários trechos da Rodovia Transamazônica;
12) Início da construção da UHE de Belo Monte, a maior obra de infraestrutura do país, com a garantia de que mais de R$ 3 bilhões serão aplicados em obras e ações de mitigação dos impactos, bem como a garantia de que pelo menos 20% da energia a ser gerada pela usina seja destinada ao crescimento da demanda do estado do Pará;
13) Construção de mais de 20.000 casas populares com o Programa Minha Casa, Minha Vida”;
14) Reestruturação da COSANPA e a retomada dos investimentos em ampliação do sistema de água e esgotamento sanitário;
15) Convênio com a Eletronorte, que possibilitou a implantação do Programa NEVEGAPARÁ, o maior programa de inclusão digital do país e que serviu de modelo para que o presidente Lula fizesse o Programa Nacional de Banda Larga;
16) Financiamento do Programa Ação Metrópole, maior intervenção de mobilidade urbana que a Região Metropolitana de Belém já teve;
17) Financiamento do Hospital Regional de Breves, que inaugura no final deste mês;
18) Financiamento para a construção da Nova Santa Casa de Misericórdia do Pará;
19) Implantação em Belém da sede do INPE e do BNDES para a Amazônia;
20) Implantação da UPA de Altamira;
21) Implantação de vários programas sociais como Bolsa Família e Pro Jovem;
22) Implantação do “Terra Legal”, que um programa de regularização fundiária das terras da Amazônia, um dos principais problemas causadores da violência no campo;
Agora vejam se dá para comparar. Não dá!!
Entrevista ou provocação grosseira?
Entrevista ou provocação grosseira?
Post do Brizola Neto em seu " Tijolaço" mostra a armadilha que o Globo havia preparado para Dilma.
Post do Brizola Neto em seu " Tijolaço" mostra a armadilha que o Globo havia preparado para Dilma.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Ana Júlia - Programa Eleitoral de TV 10 - 08/09/2010 - Noite
Programa de Ana ressalta a implantação do Bilhete Único no sistema de transporte público da região metropolitana. O bilhete único só poderá ser implantado porque a governadora tirou do papel o Ação Metrópole, sem o qual, falar em bilhete único seria pura balela.
Mensionou também o NEVEGAPARÁ, maior programa de inclusão digital do país, com mais de 130 pontos de acesso gratuito à internet e para promoção de cursos gratuitos de informática.
Também ressaltou o programa Bolsa Trabalho, que já ofereceu a mais de 50.000 jovens a oportunidade de inserção qualificada no mercado de trabalho. O Bolsa Trabalho já possibilitou que mais de 20.000 jovens conseguissem o seu primeiro emprego com carteira assinada.
Para finalizar o programa fez o chamado para o comício de quinta-feira, dia 16, que contará com a presença de Lula e Dilma.
G1 - Pesquisa Datafolha aponta Dilma com 50% e Serra com 27% - notícias em Eleições 2010
G1 - Pesquisa Datafolha aponta Dilma com 50% e Serra com 27% - notícias em Eleições 2010
Mesmo sobre forte "fogo cruzado" do PIG, Dilma amplia vantagem sobre Serra mostrando que a possibilidade de vitória no 1º turno está cada vez mais consolidada.
Mesmo sobre forte "fogo cruzado" do PIG, Dilma amplia vantagem sobre Serra mostrando que a possibilidade de vitória no 1º turno está cada vez mais consolidada.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Como os tucanos destroem tudo que "tocam" !!
A tucana Patrícia Amorim, presidente do Flamengo, pegou o time como campeão brasileiro e, infelizmente, se bobear, poderá entregá-lo na segunda divisão, fato esse inédito na centenária história do Rubro Negro.
Tudo isso porque ela resolveu aplicar no Mengo, o mesmo receituário habitual dos tucanos na política: Ajuste Fiscal. Ou seja, reduzir despesas, mesmo que essas não sejam o principal problema do clube, para fazer "caixa" pra tocar obras ou preparar eventuais vendas futuras de ativos do clube, como é o caso do Clube do Remo e seu presidente tucano Amaro Klautau.
Ocorre que o futebol é para o Mengão a espinha dorsal do clube, logo, se o time vai mal, o clube também certamente também irá. Mas, mesmo assim, a tucana resolveu diminuir os investir no futebol do Mengo, não contratou bons jogadores para não ter que pagar altos salários, mesmo esse não sendo um problema, já que parceiros pagavam para ter esses jogadores, que tem o poder de ampliar o retorno dos investimentos dos patrocinadores.
Foi por isso que o Mengão andou pra trás !!
A nação Rubro Negra já está sentindo isso na pele, será que a nação brasileira e, especificamente, a população paraense querem também esse triste fim?
Claro que não !!
Tudo isso porque ela resolveu aplicar no Mengo, o mesmo receituário habitual dos tucanos na política: Ajuste Fiscal. Ou seja, reduzir despesas, mesmo que essas não sejam o principal problema do clube, para fazer "caixa" pra tocar obras ou preparar eventuais vendas futuras de ativos do clube, como é o caso do Clube do Remo e seu presidente tucano Amaro Klautau.
Ocorre que o futebol é para o Mengão a espinha dorsal do clube, logo, se o time vai mal, o clube também certamente também irá. Mas, mesmo assim, a tucana resolveu diminuir os investir no futebol do Mengo, não contratou bons jogadores para não ter que pagar altos salários, mesmo esse não sendo um problema, já que parceiros pagavam para ter esses jogadores, que tem o poder de ampliar o retorno dos investimentos dos patrocinadores.
Foi por isso que o Mengão andou pra trás !!
A nação Rubro Negra já está sentindo isso na pele, será que a nação brasileira e, especificamente, a população paraense querem também esse triste fim?
Claro que não !!
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