BLOG DO VICENTE CIDADE

Este blog tem como objetivo falar sobre assuntos do cotidiano, como política, economia, comportamento, curiosidades, coisas do nosso dia-a-dia, sem grandes preocupações com a informação em si, mas na verdade apenas de expressar uma opinião sobre fatos que possam despertar meu interesse.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mais um factóide do Lorota !!

O governo da lorota institucionalizada não consegue ficar muito tempo sem inventar novos factóides. Agora, a lorota da vez se refere ao famigerado empréstimo 366.


O governo Lorota diz que vai acionar o governo anterior por irregularidades, mas, o que ele deveria dizer na realidade é a relação de obras que foram executadas. Durante todo esse tempo fica dizendo que houve desvio de finalidade mais não apresenta onde os recursos foram aplicados e só não o faz para não divulgar as obras realizadas pela governadora Ana Júlia.

Agora, as vésperas de divulgar a sua nova lorota, a tal “Agenda Mínima”, tenta desqualificar os investimentos da gestão passada para não ter que dar o devido crédito. Essa estratégia é na verdade uma forma de divulgar um conjunto de obras novas, sem se comprometer em finalizar as obras iniciadas pela governadora Ana Júlia e, ao mesmo, sem ter que discutir essas novas obras com os prefeitos nem com os deputados.

Assim o governo lança um conjunto de obras não negociadas com ninguém, faz o que bem lhe convier e certamente tentará “roubar” o mérito das ações iniciadas pela governadora Ana Júlia.

A bancada do PT na ALEPA deve exigir imediata divulgação das ações realizadas com recursos do empréstimo 366 e denunciar veementemente mais essa farsa.

O que chama atenção desta vez é que a farsa armada pelo governo da lorota conta com a participação da FAMEP, que é presidida pelo prefeito "sobrancelhudinho", o Helder, que foi um dos responsáveis pela demora da aprovação do 366 na ALEPA, o que acabou ocasionando o problema, uma vez que o PMDB, de forma oportunista, tentou exercer a função da governadora e quiz determinar o uso do empréstimo, que é uma atribuição do executivo e não do legislativo.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

PSDB se tornou o partido da direita e dos ricos

Posto aqui a dica de leitura extraída do blog do Puty. Muito boa !!

Bresser-Pereira: PSDB se tornou o partido da direita e dos ricos - Notícias da Ceará - Portal Vermelho

Bresser-Pereira: PSDB se tornou o partido da direita e dos ricos


O ex-ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira acaba de eliminar seu último vínculo com a política institucional: declarou-se desligado do PSDB — que, segundo ele, caminhou de forma definitiva para a direita ideológica. O desligamento partidário marca também o retorno do intelectual à sua origem desenvolvimentista.

Em entrevista a Maria Inês Nassif, do Valor Econômico, Bresser-Pereira admite que não escapou à sedução do neoliberalismo, nos anos 90. Mas define uma diferença de origem entre ele e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, como intelectuais: o nacionalismo. Segundo o ex-ministro, a teoria da dependência associada, de Fernando Henrique, caiu como uma luva para a esquerda americana — não por intenção do autor mas por conveniência do “império”.

No governo, FHC não se contradisse: a teoria da dependência associada pregava o crescimento do país com capital externo. O caráter não nacionalista dos governos tucanos era absolutamente compatível com a teoria da dependência associada do intelectual Fernando Henrique.

Leia abaixo trechos da entrevista.

Valor: O senhor está onde sempre esteve?

Luiz Carlos Bresser-Pereira: No governo Fernando Henrique, ou nos anos 90, a hegemonia neoliberal foi muito violenta. Foi tão violenta que também atingiu a mim. Não escapei dela. Logo que saí do governo, publiquei um livro chamado A Crise do Estado. Aí, resolvi publicá-lo em inglês e revi o livro todo, de forma que, quatro anos depois, ele foi publicado em inglês.

Quando isso aconteceu, já estava entusiasmado com a vitória do Fernando Henrique e influenciado pelas ideias liberais. Não tinha me tornado um neoliberal de forma nenhuma, tenho certeza disso — mas estava mais perto do neoliberalismo do que estou hoje.

Valor: Caiu no conto da globalização?

Bresser-Pereira: Um pouco. Não totalmente, mas ninguém é de ferro. O grande problema da social-democracia é que ela se deixou influenciar, no mundo inteiro. A Terceira Via, por exemplo, hoje tão criticada, tinha um grande intelectual como Anthony Giddens por trás dela, um homem de centro-esquerda. Foi nesse estado de espírito que entrei no governo Fernando Henrique.

Mas também foi lá que tomei um susto. Eu estava fazendo a reforma gerencial, que era uma reforma essencialmente para fortalecer o Estado social, pois era a reforma dos serviços sociais e científicos do Estado. Mas fiquei surpreso com duas coisas dentro do governo: uma, que não havia nenhuma perspectiva nacional, não havia nenhuma distinção entre empresa nacional e estrangeira.

Muito pelo contrário: Fernando Henrique dizia forte e firmemente que não havia essa diferença, que era tudo rigorosamente igual — e isso é bobagem, é coisa que os americanos e europeus contam para nós, mas nunca praticaram. Aquilo me deixava muito incomodado. E a outra coisa que me deixou muito incomodado foi a política econômica.

Valor: Do ponto de vista acadêmico, o senhor não se considera da mesma escola que Fernando Henrique?

Bresser-Pereira: Fui dar uma aula em Paris, na École des Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris, e aí o Afrânio Garcia, um antropólogo que substituiu Ignacy Sachs na direção de um centro sobre o Brasil, e mais um cientista político do Rio Grande do Sul, o Hélgio Trindade, fizeram comigo uma entrevista para uma pesquisa, em outubro de 2003. Num certo momento, disse a eles: “Não sou da escola de sociologia de São Paulo, sou da escola do Iseb”. O Afrânio disse: “O quê?”. Era uma surpresa para ele.

Eu me formei a partir do pensamento do Celso Furtado, do Inácio Rangel — o Celso Furtado não foi do Iseb, mas era da Cepal, e a Cepal cepalina era estruturalista, como o Iseb. É claro que fiquei amigo da escola de sociologia de São Paulo, a escola do Florestan Fernandes e do Fernando Henrique, que vai dar na teoria da dependência, mas não tenho nada a ver com isso. Quando eu disse isso, o Afrânio pediu para eu fazer um seminário. Fiz dois papers. Um, que se chama “O conceito de desenvolvimento do Iseb” e outro, mais interessante, que se chama “Do Iseb e da Cepal à teoria da dependência”, em que vou fazer a crítica da dependência.

Valor: Isso foi em que ano?

Bresser-Pereira: Foi em 2004. Para fazer esse paper, fui rever as ideias do Fernando Henrique. Eu sabia que ele tinha deixado de ser esquerda, mas eu também tinha deixado um pouco de ser esquerda. Eu continuava um pouco e ele tinha deixado de ser mais do que eu. Mas o que não era claro para mim era a parte nacionalista, a parte de poupança externa, essas coisas.

Aí fui ler outra vez o livro clássico dele e do Enzo Faletto (Dependência e Desenvolvimento na América Latina). E vi que Fernando Henrique estava perfeitamente coerente. O que é a teoria da dependência? É uma teoria que vai se opor à teoria cepalina, ou isebiana, do imperialismo e do desenvolvimentismo, que defende como saída para o desenvolvimento uma revolução nacional, associando empresários, trabalhadores e governo, para fazer a revolução capitalista. O socialismo ficava para depois.

A teoria da dependência foi criada pelo André Gunther Frank, um notável marxista alemão que estudou muitos e muitos anos na Bélgica e que em 1965 publicou um pequeno artigo chamado “O desenvolvimento do subdesenvolvimento”, brilhante e radical. É a crítica à teoria da revolução capitalista, à teoria da aliança da esquerda com a burguesia. É a afirmação categórica de que não existia, nunca existiu e nunca existiria burguesia nacional no Brasil ou na América Latina.

No Brasil, os seguidores de Gunther Frank eram o Ruy Mauro Marini e o Teotônio dos Santos, mas no final, e curiosamente, o seguidor deles mais ilustre vai ser o Florestan Fernandes maduro. Eles concordam que não existe burguesia nacional. Quando a burguesia nacional é compradora, entreguista, associada ao imperialismo, a única solução é fazer a revolução socialista. É bem louco, mas é lógico.

Aí vieram o Fernando Henrique e o Enzo Faletto e disseram que havia alternativa, a dependência associada. Ou seja, as multinacionais é que seriam a fonte do desenvolvimento brasileiro, cresceríamos com poupança externa. Era a subordinação ao império. Claro que o império ficou maravilhado. A teoria da dependência foi um grande sucesso — os outros liam e faziam suas interpretações.

Na prática, era uma maravilha: a esquerda americana, que se reúne nas conferências da Latin America Student Association, nos Estados Unidos, encontrava um homem democrático de esquerda que via nos Estados Unidos um grande amigo na luta pela justiça social. Quando fiz essa revisão, estava começando a romper com o PSDB.

Valor: E quando o senhor chegou ao PSDB?

Bresser-Pereira: Em 1988, fui um dos fundadores do PSDB. Na época da fundação, o Montoro não queria o nome de social-democracia para o partido, porque tinha origem na democracia cristã, que a vida inteira tinha lutado contra os social-democratas na Inglaterra, na Alemanha e na Itália. Nós ganhamos, pelo fato de sermos centro-esquerda.

Mas aí ele dizia: “Muito bem, mas e se esse bendito PT, que se diz revolucionário, que tem propostas para a economia brasileira completamente irresponsáveis, chega no poder ou perto do poder e se domestica, e se torna social-democrata, como aconteceu na Europa? Eles têm toda uma integração com os trabalhadores sindicalizados, que nós não temos, então nós vamos ser empurrados para a direita”. E foi isso que aconteceu.

Valor: Quando o senhor considera que o PSDB começa essa trajetória para a direita?

Bresser-Pereira: O Fernando Henrique teve dois azares: o primeiro foi que governou o país no auge absoluto do neoliberalismo, enquanto Lula governou no momento em que o neoliberalismo começa a entrar em crise; e o segundo é que seu governo não gozou do aumento dos preços das commodities de que o Lula desfrutou.

Mas o fato concreto é que no governo Fernando Henrique o partido já caminhava para a direita muito claramente. Daí o PT ganhou a eleição e assumiu uma posição de centro-esquerda, tornou-se o partido social-democrata brasileiro — e o PSDB, naturalmente, continuou sua marcha acelerada para a direita. Nas últimas eleições, ele foi o partido dos ricos. Isso, desde 2006.

É a primeira vez na história do Brasil que nós temos eleições em que é absolutamente nítida a distinção entre a direita e a esquerda, ou seja, entre os pobres e a classe média e os ricos. E um partido desse não me serve, seja pela minha posição social-democrata, seja pela minha posição nacionalista econômica — tenho horror profundo e absoluto do nacionalismo étnico.

Acho que a globalização é uma grande competição em nível mundial, quando todos os mercados se abriram, e passou a haver uma competição global não apenas das empresas, mas dos países. E você precisa, mais do que nunca, uma estratégia nacional de desenvolvimento.

Valor: Retomar a ideia de nação, que ficou meio apagada nos anos 90?

Bresser-Pereira: Isso, retomar a ideia de nação. E a própria ideia de centro-esquerda, que ficou um pouco apagada nesse período. Às vezes me perguntam: “Se você não é mais um membro do PSDB, foram eles que mudaram ou você?”. Fomos os dois. Eles mudaram mais para a direita e eu mudei um pouco mais para a esquerda. Recuperei algumas ideias nacionalistas que achava muito importantes.

Valor: A quem isso serve?

Bresser-Pereira: Isso é muito claro. Eu uso uma frase do Jacques Rancière, sociólogo político francês, de esquerda, sobre o ódio à democracia. A democracia sempre foi uma demanda dos pobres, dos trabalhadores, de classes médias republicanas, nunca foi dos ricos. Os ricos odeiam a democracia, embora digam que defendem. Eles sabem que a democracia não vai expropriá-los, que a ditadura da maioria não vai expropriá-los — mas eles continuam liberais e, se não têm ódio, pelo menos têm medo da democracia.

E qual a melhor forma de neutralizar a democracia? São duas. Uma é fazer campanhas eleitorais muito caras. Então, financiamento público de campanha, jamais. Rico não aceita isso em hipótese alguma. A outra estratégia é desmoralizar os políticos.

Uma coisa clara é que a corrupção existe porque o capitalismo é essencialmente um sistema corrupto e os capitalistas estão permanentemente corrompendo o setor público. É fácil verificar quem são os servidores públicos mais corruptos. Quem corrompe professor universitário? Ninguém. E quem corrompe delegado de polícia?

É claro que tem um monte de gente interessada em corromper delegado de polícia, fiscal da Receita. Os fiscais da Receita não são intrinsecamente mais desonestos que os professores. Fizeram concursos mais ou menos igualmente, são pessoas igualmente respeitáveis — só que uns são submetidos a processos de corrupção por parte das empresas; outros, não.
Valor: O que o senhor acha do Bolsa Família?
Bresser-Pereira: Acho uma maravilha. Sempre acreditei piamente na competição. Quando pensava naquela emenda da Revolução Francesa — Liberdade, Igualdade e Fraternidade —, eu entendia perfeitamente as ideias de liberdade e igualdade, mas a fraternidade eu achava simplesmente simpática. Nesses últimos anos, todavia, descobri que é absolutamente fundamental.
Na sociedade em que vivemos, existe uma quantidade muito grande de pessoas cuja capacidade de competir é muito limitada. Mesmo que tenha educação, por características pessoais, geralmente de equilíbrio emocional, às vezes de inteligência, essas pessoas não são capazes de se defender da competição como devem. E aí que entra a fraternidade.
O Bolsa Família é um mecanismo altamente fraterno. O Lula sabe da necessidade da fraternidade, da solidariedade — a vida dele deve ter lhe ensinado. Ele é perfeitamente capaz de competir por conta dele, isso é evidente. Mas sabe a importância da solidariedade.
Da Redação, com informações do Valor Econômico

domingo, 10 de abril de 2011

Contrato de gaveta !!

TV Tapajós não consta na declaração de Jader : Blog do Jeso De acordo com o Blog do Jeso, link acima, Jader teria um contrato de gaveta no qual seria o dono de 50% da TV Tapajós, mas, segundo ele, Jader não teria declarado essa participação à Receita Federal. Se isso for verdade, Jader teria cometido, além de crime fiscal, crime eleitoral, logo poderá vir a perder sua futura vaga como senador, podendo ter seu mandato cassado. Se isso acontecer o Senador do Pará será Paulo Rocha, que assumiria a vaga no lugar de Jader, que deve assumir no lugar de Marinor. Égua. Parece a música do Chico !!

Amor e Revolução !!

Novela do SBT narra o golpe militar de 64 numa leitura ultra realista. Conta com uma excelente trilha, deixando um pouco a desejar nas atuações individuais, mais será um programa de boa qualidade em se tratando da tv aberta conservadora.

Amor e Revolução
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Este artigo é sobre uma telenovela em exibição. As informações apresentadas podem mudar rapidamente com o desenvolvimento da trama.

Amor e Revolução é uma telenovela brasileira produzida pelo SBT cuja estreia foi em 5 de abril de 2011. Escrita por Tiago Santiago, com colaboração de Renata Dias Gomes e Miguel Paiva e com direção de Reynaldo Boury, Luiz Antônio Piá e Marcus Coqueiro e produção-executiva de Sérgio Madureira.[2]

Conta com Graziella Schmitt, Cláudio Lins, Thaís Pacholek, Lúcia Veríssimo, Licurgo Spínola, Patrícia de Sabrit, Reynaldo Gonzaga e Nico Puig nos papéis principais,[2] numa trama que narra uma história de amor entre José Guerra, filho de um militar, e Maria Paixão, líder de um movimento estudantil que combate com forças armadas a ditadura militar no Brasil.

O amor de Maria Paixão e José Guerra - proibido por lutarem por causas diferentes - é chamado de "à la Romeu e Julieta", a famosa peça de teatro escrita pelo poeta William Shakespeare no final do século XVI, aonde dois jovens se apaixonam mas são impedidos de amar pelas famílias que são rivais.

ProduçãoTiago Santiago pretendia escrever uma novela sobre a ditadura desde 1995, quando ainda era da Globo.

Antes do início das filmagens - por se tratar de uma sinopse histórica - o SBT proporcionou para todo o elenco e produção de Amor e Revolução, entre os dias 3 e 4 de janeiro um workshop sobre a ditadura militar, inteirando-os sobre o assunto. O workshop foi conduzido pela jornalista Joyce Ribeiro e teve depoimentos de torturados pela ditadura, começando pelo músico Luiz Ayrão, o político Ricardo Zarattini, Carlos Russo Jr. e a jornalista Rose Nogueira, que teve seu filho, recém nascido, queimado vivo em sua frente pelos militantes.

As gravações da novela começaram dia 10 de janeiro de 2011, com um treinamento militar, os atores tiveram aulas sobre como manejar armas e atirar com Sérgio Farjalla Jr., preparador do elenco da grande produção cinematográfica brasileira Tropa de Elite. Para as cenas de ação, os atores aprenderam sobre artes marciais, aulas de expressão corporal e coreografia de luta para a composição de cenas e caracterização de personagens.

Tiago Santiago, de início, pensou em abordar na trama a história do revolucionário Che Guevara, mas não houve acordo com a família do mesmo e a história foi esquecida.

O produtor executivo, Sérgio Madureira sofreu no dia 11 de fevereiro de 2011 sofreu um Acidente Vascular Cerebral e ficou em coma profundo em São Paulo. O produtor acabou falecendo na manhã do dia 30 de março de 2011.[carece de fontes? Sérgio estava a mais de dois meses em coma e sua morte acabou abalando os atores e os produtores da telenovela.

Entre os dias 5 e 7 de fevereiro de 2011, declaradamente sem a autorização da emissora, cenas da novela foram disponibilizadas no site YouTube, tendo a primeira, mais de 47 mil visualizações.

Os teasers da produção passaram a ser exibidos em 22 de fevereiro de 2011, com 16 segundos de duração, anunciando a produção para abril.

Para escolher a atriz que interpretaria a protagonista Maria Paixão, uma líder estudantil, Tiago Santiago e Reynaldo Boury promoveram ampla busca. Dayenne Mesquita e Alice Braga foram cogitadas para o papel - que acabou ficando para Graziella Schmitt, a única atriz aceita no elenco que precisou fazer testes.

O protagonista, Cláudio Lins já protagonizou a novela Uma Rosa com Amor, adaptada por Tiago. Ele foi exclusivamente convidado para o papel. Tantos outros como Patrícia Dejesus, Joana Limaverde, Luciana Vendramini, Isadora Ribeiro e Gisele Tigre tiveram convite exclusivos e com exceção de Gisele, todas participaram de Uma Rosa com Amor.

Depoimentos

José Dirceu, um dos entrevistados. Para encerrar todos os capítulos de Amor e Revolução, serão usados depoimentos de pessoas que sofreram com a ditadura militar entre 1964 a 1985, seu tempo de duração. É semelhante aos depoimentos que iam ao final de cada capítulo das novelas Páginas da Vida e Viver a Vida ambas de Manoel Carlos, transmitidas pela Rede Globo em 2006 e 2009, retratando as dificuldades verídicas do dia a dia da população. José Dirceu foi o primeiro a gravar o depoimento, que durou cerca de 70 minutos. O material captado foi elogiado pelo diretor da trama Reynaldo Boury: "Foi maravilhoso, tranquilo". Dirceu foi um líder estudantil na época, preso no final da década de 1960 e liberado após o sequestro de um embaixador americano arquitetado por guerrilheiros, se exilou na Cuba e após o fim da ditadura virou um político importante. A produção da telenovela aguardou o sinal verde da assessoria da Presidente da República Dilma Roussef, a qual também tem forte identificação com o período político, a mesma negou.

Muitos políticos ou apoiadores da causa, na época, negaram dar depoimento, alegando ter medo de que mudem o que falaram na edição do vídeo. O espaço do depoimento na novela não é só da esquerda, está aberto a todos os segmentos da sociedade. Quem se sentir prejudicado, pode nos procurar que terá o mesmo espaço para responder.

— Reynaldo Boury, diretor

O SBT exibiu, no dia 9 de março de 2011uma chamada de 5 minutos com cenas da trama, em que resumia toda a história e diziam "Só o SBT tem a coragem de passar a limpo a história recente do nosso país", criando polêmica e vista como um contra-ataque a Rede Globo, que na época da ditadura militar apoiou o golpe. As chamadas anunciam, ainda, a novela para o dia 5 de abril às 10h15 da noite.

Cenário

A história se passará na cidade de São Paulo, no país Cuba (cuja gravações serão feitas em São Paulo) e em todos os estados do Brasil, entre o meio da década de 1960 e o início da década de 1970, respectivamente entre 1964 a 1972. Algumas locações de Amor e Revolução será em um sítio localizado em Santana do Parnaíba, na região metropolitana da capital paulista; uma fazenda de café, em Itu, interior de São Paulo; o Educandário Dom Duarte, na zona oeste da cidade; o Palácio dos Cedros no bairro do Ipiranga; e as Ruas do Comércio e XV de Novembro e o Largo São Franscisco, no centro da capital paulista.

Exibição

Após uma conversa com o dono da emissora, Sílvio Santos, Tiago e Reynaldo conseguiram a permissão para fazer a novela em um ritmo mais lento, para que eles possam ver a opinião do público e por algum momento, fazer alguma alteração na trama, Silvio Santos concordou.

É uma mudança no modo de fazer da emissora. Houve, sim, um diálogo com o Silvio Santos sobre esse assunto. Sobre a importância de a novela ser gravada ao mesmo tempo em que é exibida para poder reagir e interagir com a opinião do público, porque a gente tem a oportunidade de, se o público achar muito violenta, diminuir isso ao longo da exibição. Um casal deu muito certo, vamos aumentar. Esse tipo de coisa é muito positivo para o resultado e vamos ter essa oportunidade agora no SBT.

— Tiago Santiago sobre o novo jeito de fazer novela no SBT.

Amor e Revolução estreio com 40 capítulos escritos pelo autor e seus colaboradores e 24 gravados pela produção da novela, assim, podendo fazer pela primeira vez as pesquisas de opinião com espectadores.

Classificação etária

Com base na sinopse fornecida pela emissora, o Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação classificou inicialmente Amor e Revolução como "não recomendada para menores de 14 anos", antes do início de sua exibição.

Enredo

Vamos contar a história do Brasil em uma época de muita turbulência, mas que está praticamente esquecida ou é desconhecida pelas novas gerações. É uma novela intrigante, que vai despertar no telespectador a vontade de acompanhar um tema nunca debatido e exibido nas telenovelas

— Reynaldo Boury, sobre o enredo

A ditadura militar brasileira foi poucas vezes o tema de uma telenovela: Irmãos Coragem (1970), O Bem-Amado (1973), Gabriela (1975), Roque Santeiro (1975), Saramandaia (1976), Guerra dos Sexos (1983), Vereda Tropical (1984) Anos Rebeldes (1993), Cidadão Brasileiro (2006), entre outras.

Aviso: Esta seção contém revelações sobre o enredo (spoilers).

Ambientada no Rio de Janeiro e em São Paulo, a trama tem início com a Revolução de 1964 e perpassa pelo período mais obscuro da ditadura militar, os chamados anos de chumbo. “A intenção é narrar a história de personagens diretamente ligados ao tema da ditadura, seja a favor ou contra, como militares, guerrilheiros, torturadores, artistas, jornalistas, advogados e estudantes nos anos brutais da repressão. É possível que avancemos até a guerrilha do Araguaia, no começo da década de 70”, observa Tiago Santiago.

“Amor e Revolução” conta a grande história de amor vivida pelo militar José Guerra e pela guerrilheira Maria Paixão, casal protagonista do folhetim. À primeira vista, o amor entre os dois é impossível, pois Maria é líder do movimento estudantil e vai para a luta armada, e José Guerra é um militar da Inteligência, contra a ditadura, democrata, porém filho de um general da linha-dura. Os dois têm rivais: o jovem dramaturgo de esquerda Mario Vieira e a bela e glamorosa atriz Miriam, e surpresas podem acontecer.

A história da luta armada pelos ideais da democracia e liberdade no Brasil tão vivida por Batistelli e Jandira, casal coprotagonista de subversivos perseguidos pela repressão, desde o primeiro momento do golpe; a violência aos direitos humanos e abuso de poder por parte do delegado Aranha , do inspetor Fritz, e dos militares Major Filinto e General Lobo Guerra; a luta pela liberdade de expressão por meio da arte e da imprensa; a desagregação de famílias; a força de estudantes engajados que defendem a igualdade social no país; e as atrocidades cometidas contra os presos políticos são alguns dos temas abordados por Tiago Santiago em torno da trama central.

“Amor e Revolução” é uma novela dinâmica, com muita ação, fortes emoções, cenas de suspense, perseguições, tiroteios, torturas, ao lado de cenas românticas, heróicas e ternas, com toques de leveza e graça. A novela levanta discussões sobre as mudanças comportamentais na década de 60, como a liberação da mulher após a pílula, o feminismo, o movimento hippie, a cena teatral e musical, as transformações provocadas pela moda, entre outras revoluções culturais dos anos 60.

— Tiago Santiago sobre a escolha do elenco e a explicação de não ter tido problema na hora de escalar os atores.

Graziella Schmitt interpreta Maria Paixão, uma estudante comunista que luta contra a ditadura militar. No incêndio do prédio da UNE, conhece José Guerra (Cláudio Lins), por quem se apaixona, mas descobre que o mesmo é filho de um militar linha dura.

Lúcia Veríssimo interpreta Jandira Maciel, uma jornalista que se revolta com o golpe militar e participa de sequestros, assaltos e acaba caindo na clandestinidade. Se relaciona com Rubens Batistelli (Licurgo Spinola) com quem vive uma história de amor e vira amiga de Thiago Paixão (Mário Cardoso), um jornalista que acaba por lutar contra a força armada. No jornal, aonde Thiago trabalha, está a proprietaria da redação, Marina (Gisele Tigre) uma mulher rica, poderosa, tem coragem de desafiar a ditadura, por isso, vê seu jornal sofrer as consequências da sua oposição à tortura, Marina acaba se apaixonando pela sua advogada, Marcela (Luciana Vendramini) mas fica em dúvida sobre seus desejos, pois se considera heterossexual

Thaís Pacholek interpreta Miriam Santos, uma atriz de teatro que tem um relacionamento com Chico Duarte (Carlos Artur Thiré) e acaba entrando, com os colegas de teatro, Stela Lira (Joana Limaverde), Nina Madeira (Patrícia Dejesus), Mário Luz (Gustavo Haddad) e Beto Grande (Cacá Rosset) para a luta armada contra a ditadura militar.

Nico Puig interpreta Filinto Guerra, um sociopata e investido de autoridade militar, é um torturador, sádico, abusivo e de péssimo caráter, filho do também General linha dura Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga) e é irmão de José Guerra. Filinto é casado com Olivia Guerra (Patrícia de Sabrit) que acaba se revoltando com seu marido e seu sogro quando descobre que eles fazem parte de uma organização paramilitar de caça aos comunistas, a mesma acaba sofrendo muito na mão do marido.

Semelhanças com a vida real

Após divulgados alguns perfis dos personagens, foram especuladas coincidências entre a vida real e a ficção. Políticos que lutaram contra a ditadura militar poderiam estar sendo adaptados e usados nos perfis das personagens.

Isso não é verdade. Não existe nenhum personagem inspirado especificamente em uma pessoa real. Tem gente que diz que a Maria [personagem de Graziella Schmitt] é a Dilma. Não é. A Dilma não se apaixonou por um militar. Então, a Dilma é a Jandira [personagem de Lúcia Veríssimo], que gostava de um outro guerrilheiro? Sim, tem mais semelhanças com a Jandira. Agora, assim como a Dilma, várias outras mulheres seguiram esse caminho. Qualquer pessoa que tenha ido para a luta armada vai se identificar com um trecho ou com outro. Nem estudei a vida da Dilma nesse ponto. Qualquer semelhança será mera coincidência.

— Tiago Santiago negando qualquer semelhança a Dilma e Maria Paixão.

Após a evidência da história de Dilma Roussef, que lutou contra a ditadura militar, houve especulações que a protagonista da próxima novela de Tiago seria inspirada na história da presidente, desde já, Tiago nega a inspiração e deixa claro que qualquer personagem que tenha semelhança a vida real de qualquer pessoa é uma mera coincidência.

Lançamento e repercussão

O jornalista e crítico Leonardo Ferreira do jornal-site Extra começou elogiando a abertura da trama, dizendo: "O melhor momento do primeiro capítulo [...] ficou para o fim: a abertura. Ao som de "Roda viva", de Chico Buarque, ela mostra jornalistas, estudantes e outros personagens sumindo em cena, numa alusão aos desaparecidos ou capturados pelo regime militar." O mesmo crítico, diz que o maior pecado do capítulo foi a direção, e diz que as atuação ainda não são julgaveis, mas destacou as atrizes Patricia de Sabrit e Gabriela Alves como as melhores.

O crítico do site UOL, Mauricio Stycer, disse que a produção era "Uma boa novela", comentou sobre o depoimento final "Essa posição ficou explícita no final do primeiro capítulo, encerrado com o emocionado depoimento da ex-presa política Maria Amélia Teles, cujos filhos, então crianças, a viram ser torturada. Foi o momento mais impressionante em um capítulo frouxo, que deixou no ar a dúvida se “Amor e Revolução” será capaz, mesmo com todo o vento a seu favor, de seduzir o público."  Mauricio acabou a crítica dizendo "O primeiro capítulo de “Amor e Revolução” foi, enfim, frustrante. Um tema ótimo, num bom momento, não é o suficiente para segurar uma novela."

Audiência

Estamos com uma grande expectativa com essa trama e esperamos, no mínimo, segurar a audiência que temos no horário, que fica em torno de sete pontos no Ibope.

— Afirma a diretora artística e de programação do SBT, Daniela Beyruti, na coletiva de imprensa sobre a novela

O capítulo de estreia não teve uma grande audiência, mas não decepcionou a emissora, pois marcou uma média de 7 pontos, mantendo os números estáveis da antiga novela A História de Ana Raio e Zé Trovão.  Teve picos de 9 pontos no Ibope, e ficou em terceiro lugar na audiência, atrás de Globo e Record.

Música - Trilha sonora de Amor e Revolução.

1. “A noite de meu bem” - Dolores Duran;
2.“Alegria, Alegria” – Caetano Veloso;
3.“Apesar de Você” – Chico Buarque;
4.“Baby” – Os Mutantes (com Rita Lee);
5.“Cálice” - Pitty
6.“Cálice” - Chico Buarque (participação de Milton Nascimento)
7.“Carcará” – Edu Lobo;
8.“Disparada” – Jair Rodrigues;
9.“Domingo No Parque” - Gilberto Gil;
10.“Este seu olhar” - Nara Leão;
11.“Gitã” - Raul Seixas;
12.“London london” – Caetano Veloso;
13.“José (Joseph)” - Rita Lee;
14.“Menino” - Milton Nascimento;
15.“Menino Bonito” – Fernanda Takai;
16.“Ninguém vive sem amor” – The Fevers;
17.“Nossa Canção” – Banda Vega;
18.“O que será (à flor da terra)” – Chico Buarque (participação de Milton Nascimento);
19.“Opinião” – Nara Leão;
20.“Pra não dizer que não falei de flores” - Geraldo Vandré;
21.“Preciso aprender a ser só” – Elis Regina;
22.“Roda Viva” – Chico Buarque;
23.“Só vou gostar de quem gosta de mim” - Dani Carlos;
24.“Só vou gostar de quem gosta de mim” - The Fevers;
25.“Universo no teu corpo” – Taiguara;
26.“Vem quente que estou fervendo” - Ultraje a Rigor;
27.“Viola Enluarada” – Marcos Valle (participação de Milton Nascimento).

http://www.sbt.com.br/amorerevolucao/trilhasonora  

sábado, 9 de abril de 2011

Passou batido a mudança de nome da Dalcídio Jurandir !!

A novíssima Avenida Dalcídio Jurandir, que fazia justa homenagem a um grande paraense, teve o seu nome trocado pela Câmara Municipal de Belém, dividida em duas vias para homenagear um fato, o centenário de fundação da igrja Assembléia Deus, e um político, o patriarca da família Barbalho, sinônimo de corrupção no Brasil.

É uma pena !!
  
O LIBERAL Avenida celebra 100 anos da Assembleia


TROCA - Logradouro que fazia homenagem a escritor marajoara recebe novos nomes.

O presidente da Assembleia de Deus, pastor Samuel Câmara, esteve na terça-feira, 5, na Câmara de Belém para agradecer os vereadores pela aprovação do projeto que troca o nome da Avenida Dalcídio Jurandir para Avenida Centenário, em homenagem às comemorações de 100 anos da Assembleia de Deus. A avenida foi inaugurada no ano passado como prolongamento da Independência, no perímetro entre as avenidas Júlio Cesar e Augusto Montenegro. O projeto de lei subscrito pelos vereadores José Scaff Filho (PMDB) e Iran Moraes (PSB) foi aprovado na última segunda-feira por unanimidade.

A mudança tramitava há vários meses na Câmara. Com a aprovação do projeto, a avenida terá dois nomes. Da Avenida Julio Cezar até a Augusto Montenegro será chamada Avenida Centenário da Assembleia de Deus; do outro, que vai em direção a Ananindeua, será avenida Jornalista Laércio Barbalho.
Durante a sessão, o presidente da Câmara Raimundo Castro e o vereador Raul Batista enfatizaram os serviços que a Igreja presta à cidade, através de suas inúmeras ações sociais. Ao final, todos os vereadores de Belém receberam das mãos do pastor Samuel Câmara uma carta de agradecimento.
A Assembleia de Deus foi fundada em 18 de junho de 1911 em Belém, pelos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vigren. O projeto de mudança de nomenclatura foi do vereador Iran Moraes. A segunda homenagem é de autoria do vereador José Scaff Filho. O Centenário da Assembleia de Deus será celebrado em Belém, entre os dias 16 e 18 de junho deste ano.

Quem foi Dalcídio Jurandir?
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Dalcídio Jurandir Ramos Pereira (Ponta de Pedras, ilha do Marajó, Pará, 10 de janeiro de 1909 — 16 de junho de 1979) foi um romancista brasileiro. Dalcídio estudou em Belém, até 1927.

Em 1928 partiu para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como revisor, na revista Fon-Fon. Em 1931 retornou para Belém. Foi nomeado auxiliar de gabinete da Interventoria do Estado. Escreveu para vários jornais e revistas.

Militante comunista, foi preso em 1936, permanecendo dois meses no cárcere. Em 1937 foi preso novamente, e ficou quatro meses retido, retornando somente em 1939 para o Marajó, como inspetor escolar.

Escreveu para vários veículos e acabou como repórter da Imprensa Popular, em 1950. Nos anos seguintes viajou à União Soviética, Chile e publicou o restante de sua obra, inclusive em outros idiomas.

Em 1972, a Academia Brasileira de Letras concede ao autor o Prêmio Machado de Assis, entregue por Jorge Amado, pelo conjunto de sua obra.

Em 2001, concorreu com outras personalidades ao título de "Paraense do Século". No mesmo ano, em novembro, foi realizado o Colóquio Dalcídio Jurandir, homenagem aos 60 anos da primeira publicação de Chove nos Campos de Cachoeira.

Em 2008, o Governo do Estado do Pará instituiu o Prêmio de Literatura Dalcídio Jurandir.

Obras de Dalcídio Jurandir

Série Extremo-Norte

Chove nos Campos de Cachoeira (1941)
Marajó (1947)
Três Casas e um Rio (1958)
Belém do Grão Pará (1960)
Passagem dos Inocentes (1963)
Primeira Manhã (1968)
Ponte do Galo (1971)
Os Habitantes (1976)
Chão dos Lobos (1976)
Ribanceira (1978)

Série Extremo-Sul

Linha do Parque (1959)

Publicações póstumas
Passagem dos inocentes – Editora Falângola, 1984
Chove nos campos de Cachoeira – Editora Cejup, 1991
Marajó – Editora Cejup, 1992
Três casas e um rio, Editora Cejup, 1994
Belém do Grão-Pará - Edufpa/Casa de Rui Barbosa, 2004

Barro do princípio do mundo

"Trabalhando o barro do princípio do mundo, do grande rio, a floresta e o povo das barrancas, dos povoados, das ilhas, da ilha de Marajó, ele o faz com a dignidade de um verdadeiro escritor, pleno de sutileza e de ternura na análise e no levantamento da humanidade paraense, amazônica, da criança e dos adultos, da vida por vezes quase tímida ante o mundo extraordinário onde ela se afirma." (Jorge Amado, Saudação a Dalcídio Jurandir)

Governo Jatene: Cem dias sem nada !!

Pela festa que o PIG paraense está fazendo, parece que finalmente o governador Jatene mostrará à sociedade um arremedo de programa de governo, digo arremedo porque, bem ao estilo tucano, o que Jetene fará e anunciar uma "agenda mínima" de obras e ações para ser implementadas no estado. Coisa que se fosse dita durante a campanha certamente poderia fazer o eleitor mudar de rumo.

Pelo menos poderemos finalmente descrubir o que pretende os tucanos e dessa forma começarmos a cobrar alguma coisa que seja, já que eleito sem programa fica difícil cobrar.

Veremos então que obras e ações do goevrno de Ana Júlia serão continuadas ou então abandonadas.

A conferir !!! 

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Puty protocola CPI do Trabalho Escravo

Mesmo em primeiro mandato, o deputado Cláudio Puty vem se destacando no Congresso Nacional. Depois de emplacar a presidência de umas das mais importantes comissões da casa, Finanças e Tributação, conseguiu agora as assinaturas necessárias para formar a CPI do Trabalho Escravo.

Parabens Puty.  

Cláudio Puty: Puty protocola CPI do Trabalho Escravo

O deputado federal Claudio Puty (PT-PA) protocolou, na tarde desta quinta-feira (07/04), no Plenário da Câmara dos Deputados, requerimento, com mais de 180 assinaturas, para instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Trabalho Escravo.
Durante a cerimônia, parlamentares da bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) apoiaram a iniciativa. Estavam presentes Erika Kokay, Newton Lima, Vicentinho Alves, Fernando Marrone e Amauri Teixeira.
A CPI do Trabalho Escravo tem o objetivo de mobilizar a sociedade e pressionar o Congresso Nacional a votar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 438/2001, que expropria terras onde foram encontradas situações análogas à escravidão.
A PEC está parada na Câmara desde 2004, aguardando a votação em segundo turno. “Esta é uma evidência do poder político dos que patrocinam a impunidade de um crime com implicações graves aos direitos humanos, à economia e a Previdência Social”, afirmou Claudio Puty.
Para o deputado paraense a falta de uma legislação rigorosa para punir este crime faz com que o trabalho escravo ainda seja um bom negócio para muitos empresários. “Pessoas inescrupulosas vêem o trabalho escravo como forma de reduzir os custos da mão-de-obra. Na prática, as punições não têm sido suficientes para inibir o crime: infratores flagrados pagam os direitos trabalhistas sonegados e, só mais recentemente, estão impedidos de receber financiamento público”, explicou Claudio Puty.
O trabalho escravo é realidade no Brasil, tanto em áreas rurais quanto urbanas. Já foram registrados casos em 21 estados da federação brasileira. O Cadastro de Empregadores do Ministério do Trabalho de 2010, que contém os casos flagrados de exploração de trabalhadores na condição análoga à de escravos, lista 220 infratores, entre pessoas físicas e jurídicas. Entre 2003 e 2010, foram resgatadas mais de 50 mil pessoas, segundo registros da Comissão Pastoral da Terra (CPT).
A erradicação do trabalho escravo é um compromisso do Estado brasileiro com a Organização dos Estados Americanos (OEA) desde 2003. À época, o Brasil foi processado devido à inoperância dos governos locais em julgar os culpados de tentar assassinar o trabalhador Zé Pereira, baleado em setembro de 1989, ao tentar fugir de uma fazenda que o mantinha em situação análoga à escravidão no Sul do Pará

O que falar ?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Copa 2014: Ficamos de fora. Sorte ou Azar ?!?!

Blog do José Cruz - UOL Esporte

Copa 2014: Estádio Nacional de Brasília ou “o circo dos horrores”?

Os gravíssimos problemas que rondam a construção do Estádio Nacional de Brasília não se esgotam nas informações de irregularidades que o companheiro Filipe Coutinho publicou na edição de ontem da Folha de S.Paulo. A situação é pior, bem além do contrato de R$ 696.648.486,09 que o Governo do Distrito Federal firmou com o Consórcio Brasília 2014 – o grupo de construtoras – sem ter esse dinheiro disponível.

Por exemplo:

Sabem quanto vai custar o novo Estádio? Ninguém sabe. Nem o governo do Distrito Federal, pois não há planilha detalhando a composição unitária de todos os elementos que compõem a obra.

Isso é ousadia ou irresponsabilidade do governador Agnelo, que completou 100 dias de mandato sem ter dito a que veio.

E tem mais:

O custo de R$ 696,6 milhões divulgados serão enterrados APENAS na construção do esqueleto do estádio. Nesse marzão de dinheiro NÃO ESTÃO INCLUÍDOS os seguintes itens:

Cobertura
Gramado
Iluminação
Placar eletrônico
Tecnologia da informação
75 mil cadeiras
Instalações sanitárias
Etacionamentos
Etc, etc, etc.

Pior:

A cobertura do gigante Mané será importada. A informação que obtive é que somente na Alemanha será possível contratar o serviço. Coisa de R$ 100 milhões.

Capacidade

E qual vai ser a capacidade do Estádio Nacional de Brasília? 70 mil lugares? Nada disso!!! É mais uma conta de mentirinha. Brincadeirinha de políticos que fazem jogo bilionário com o dinheiro público.
Serão 75 MIL lugares!!!

Encerrada a Copa do Mundo, o Estádio Nacional de Brasília ganhará cinco mil lugares, espaço destinado à imprensa durante os jogos de 2014.

Ou seja, o novo Mané Garrincha terá 75 MIL LUGARES para receber os espetaculares jogos do Campeonato Candango, com média de 600 testemunhas por jogo. Que tal?
Lei? Pra quê?

Conversei com o promotor de Justiça da Defesa do Patrimônio Público do Distrito Federal, Ivaldo Lemos Júnior. Jovem torcedor flamenguista, apaixonado por futebol, ele é, antes, rigoroso fiscalizador dos gastos públicos.

Em sua mesa de trabalho, ao lado do processo sobre o estádio de Brasília – que já tem dois volumes – um livro famoso se destaca: é o que detalha a Lei nº 8.666, de 1993, sobre licitações, o pavor dos políticos e empreiteiras. Porque, se essa lei for levada a sério muita gente deixará de ganhar dinheiro fácil.

E a forma como o GDF está tocando a obra é justamente para passar por cima da legislação. Como disse o vice-governador, Tadeu Filippelli, referindo-se à capacidade monstruosa do estádio, “depois a gente vê como é que fica”. É por manifestações desse tipo que Brasília se tornou um caos. E Filippelli ainda ri ...

Porque, sob o legal, a obra o estádio de Brasília é de uma ilegalidade só. O orçamento é frágil, não há detalhamentos em planilhas , o orçamento é ilusório, não esclarece, não se enquadra nos requisitos legais de um empreendimento deste tamanho.

Ou seja, não houve estudo de viabilidade econômica do governo que saiu, atolado em corrupção, e não há interesse do atual governante dar rumo legal à obra.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Jornal Hoje - Projeto prevê multa a construtoras que não cumprirem prazo de entrega

Jornal Hoje - Projeto prevê multa a construtoras que não cumprirem prazo de entrega

Projeto prevê multa a construtoras que não cumprirem prazo de entrega


O projeto na Câmara dos Deputados pretende aumentar as punições às construtoras que não entregarem imóveis no prazo em contrato.
Giovana Teles
Brasília, DF

Nada melhor do que morar num apartamento novo. Mas quem compra um imóvel na planta nunca sabe quando ficará pronto. Por isso, a Câmara dos Deputados quer aumentar as punições às construtoras.

Esse é um setor aquecido. Com o aumento das vendas cresceram também as queixas sobre os contratos. O comerciante Antenor Bezerra já deveria morar há 1,3 ano no apartamento novo. A construtora marcou para maio a terceira data de entrega. “Pelo visto, mais uma data será descumprida. Então, parece que prazo para eles não é muita preocupação”, diz.

O funcionário público Ginaldo Pereira se mudou para a casa nova 11 meses depois do previsto. “Eu paguei aproximadamente R$ 16 mil reais de aluguel nesse período”, calculou.

A construtora devolveu a metade, mas ele vai entrar na Justiça para receber o que falta.

Os contratos de imóveis comprados na planta, normalmente, têm uma cláusula dizendo que a obra pode atrasar entre quatro e seis meses, sem qualquer custo extra para a construtora.

Para os órgãos de defesa do consumidor, o que vale é o prazo prometido ao comprador, a não ser em casos de força maior, como um desastre da natureza ou uma longa greve de funcionários.

Para reforçar esse entendimento, um projeto na Câmara dos Deputados acaba com essa cláusula e impõe multas mais pesadas às construtoras que teriam que pagar 2% do valor do imóvel, mais juros de 1% ao mês, até a entrega.
O advogado Geraldo Tardin recomenda que se o atraso for pequeno, o comprador deve primeiro receber o imóvel e depois ir à Justiça. “Procurar por um advogado e fazer um laudo com um corretor de imóveis. O corretor colocará o valor do aluguel do imóvel que ele comprou e entra com uma ação chamada de Ação de Lucro Cessante, que é o valor desse aluguel multiplicado pelo período de atraso”, orienta.
Mas e se for um atraso de anos, sem previsão de entrega? “Ele faz uma ação, passa a depositar em juízo as parcelas que teria que pagar para a construtora e pede ao juiz que só libere o montante pago no ato da entrega das chaves”, responde o advogado.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção atribui os atrasos a situações que fogem ao controle das empresas como chuvas intensas. Por isso, defende uma lei que deixe claro quando os prazos podem ser prorrogados.

Desenvolvimento sem Ciência & Tecnologia: Eis a fórmula de Jatene !!

Destaco aqui parte de um post extraído do blog Proposta Democrática, que menciona o esvaziamento da SEDECT, secretaria criada pela governadora Ana Júlia a partir do desmembramento da antiga SECTAM e a junção com a também extinta SEICOM.

No governo Ana Júlia a SEDECT foi estratégicamente pensada para unificar os temas de desenvolvimento e ciência & tecnologia, não por acaso, pois a visão do governo era de implementar um Novo Modelo de Desenvolvimento para o estado, pautado na verticalização da produção e na inserção da inovação tecnológica.    


Durante o governo de Ana Júlia, a SEDECT implementou uma moderna lei de incentivos fiscais, estabelecendo parâmetros concretos de enquadramento para as empresas demandantes do benefício; Implementou uma política de revitalização dos distritos industriais de Belém, Ananindeua e Marabá; Implantou o Parque Tecnológico do Guamá e conseguiu financiamento para implantação de outros dois parques tecnológicos em Marabá e Santarém; Foi responsável direta para vinda dos pólos produtivos da ALPA em Marbá e do Biodiesel da Petrobras em Tome-Açu, Cametá e Belem; Além de implantar o maior programa de inclusão digital do Brasil, o NAVEGAPARÁ.

Agora, a SEDECT será desidratada para dar vez a velha filosofia tucana de centralização das decisões estratégicas para o estado, com isso o governador Jatene trás exclusivamente para si as relações do estado com os grandes empreendimentos. Provavelmente as decisões sobre as concessões dos incentivos devem ir para a SEGOV ou SEPOF, não respeitando mais a critérios técnicos previamente definidos, mas a outros interesses, bem ao exemplo das negociações do Caso CERPASA.

Leiam abaixo o que diz o professor Trindade, do blog Proposta Democrática:


"...Por falar em programa e agenda de ações a última notícia que julgamos fazer referência, é a entrevista do atual Secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, o Professor Alex Fiúza, a um dos dois jornalões locais. A entrevista vale mais pelo que não está dito, do que pelo que está dito.



De uma maneira geral a agenda “tecnológica” da SEDECT parece mantida, mesmo que com orçamento quase quatro vezes menor, considerando, inclusive, as captações de recursos já realizadas na gestão anterior.


O que não fica dito, ou fica nas entrelinhas, refere-se ao desmembramento do componente “desenvolvimento” da pasta, que passará a ser uma Secretaria de Ciência e Tecnologia. O que mais fica curioso é na própria chamada da entrevista o que aparece como desafio seria “conciliar empresários e cientistas”.

O esvaziamento da SEDECT e o estreitamento da pauta de desenvolvimento aos meros “incentivos fiscais”, bem ao gosto dos segmentos mais atrasados do empresariado local e, por outro, a contemporização com a percepção própria do tucanato de que o mercado tudo resolve, bastando a “cultura da interlocução”, infelizmente não faz jus ao potencial e capacidade do Professor Alex Fiúza."

A presidenta Dilma dribla mídia e começa a devolver a Vale ao Brasil

A Marta é capaz de ter ensinado esse drible à Presidenta
Postado por Brizola Neto no seu blog tijolaço.com


A imprensa conservadora está sem ter o que dizer.

Em três meses apenas, Dilma Rousseff fez o que Lula passou anos querendo fazer.

Retomar – não a propriedade, que Fernando Henrique entregou na bacia das almas – mas o papel da Vale como indutora do desenvolvimento brasileiro.

E, para isso, era preciso acabar com o reinado de Roger Agnelli, o homem que queria vender cada vez mais rápido maiores quantidades de minério, não pensava em investir no seu beneficiamento e transformação em aço e, ainda por cima, não tinha uma política de compras interna, como demonstrou na compra de 12 navios gigantes – cada um deles maior que o morro Pão de Açúcar - na China, sem um parafuso feito aqui.

O esquadrão midiático de Agnelli foi solenemente driblado.

Primeiro, quis fritar o Ministro Guido Mantega por ter conversado com Lázaro Brandão, presidente do Bradesco e acionista de verdade da Valepar, controladora da Vale. Mesmo com sua bufunfa de R$ 1,3 milhão por mês, Agnelli não tem ações para escolher sequer o chefe do setor de zeladores do prédio da Vale.

Depois, quis apresentar a mudança como um “aparelhamento da Vale” e os únicos sinais concretos de promiscuidade política da Vale vieram do próprio Agnelli, que armou uma operação com o DEM para atacar o Governo, e o fato de se ter lá dentro uma todo-poderosa senhora que entrou pela janela tucana na empresa e, como braço de ferro de Agnelli, “enquadra” na vontade de funcionários a diretores da empresa.

Perdido Agnelli, tentaram enfiar na Vale o nome de sua preferência. Quietinha, a mineira Dilma deixou que dessem por escolhido o substituto. Na hora H, emplacou uma solução técnica, vinda de dentro da própria empresa ,o ex-funcionário da Vale e membro de sua diretoria, Murilo Ferreira, um excutivo com quem a Presidenta já teve muito contato quando Ministra das Minas e Energia.

Claro que se trata de um profissional de mercado, experiente e capaz. Mas dirigir uma empresa como a Vale requer mais que simples competência técnica. Exige visão estratégica da empresa e do país. E capacidade política de perseguir estes objetivos.

Os jornalistas de mercado adoram falar nas virtudes da sinergia, isto é, na capacidade de duas instituições multiplicarem seus resultados agindo em sintonia.

E curioso que não falassem nunca em quanto a empresa e o país perdiam com a ação de Agnelli em desalinho com as macropolíticas econômicas brasileiras.

A direita midiática levou um competente drible e caiu sentada no chão.

O dia que durou 21 anos

Obras do PTP !!

Veja aí no post Santíssima paz de espírito retirado do blog do Hiroshi, uma foto da estrada de 12 km que fica na entrada da cidade de São João do Araguaia. A estrada liga a Rod. Transamazônica a sede do município. O asfautamento dessa estrada era um sonho antigo da população daquele município.

Estive lá no início do governo da companheira Ana Júlia, por ocasião da Plenária do Planejamento Territorial Participativo, o PTP, que escolheu entre suas obras prioritárias a obra mencionada. Eis aí um belo resultado do poder da participação popular !!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

ANANINDEUA DEBATES: Racha no “PT Pra Valer

O blog ANANINDEUA DEBATES: Racha no “PT Pra Valer destaca aí no link, postagem originalmente feita pelo blog do Hiroshi, onde revela um eventual racha na tendência interna do PT chamada PT Pra Valer, especificamente na região sudeste, com foco em Marabá. Lá a tendência tem como expressão a deputada Bernadete Ten Caten. De acordo com o post, o racha é motivado por desentendimentos entre o marido da deputada, Luiz Carlos Pies, que dizem, é o manda chuva por lá, e a atual vereadora pelo PT Toinha Carvalho.

Verdade ou não, vale destacar que esse seria o segundo racha do PT Pra Valer na região, o primeiro foi motivado pela saída do ex superintendente do INCRA de Marabá, Raimundo Oliveira, que foi indicado para substituir a deputada Bernadete no cargo, mais que rompeu com a tendência e lançou-se candidato a deputado estudual, concorrendo com a deputada. A briga ganhou inclusive contornos dramáticos, chegando não só ao Palácio dos despachos, à época ocupado por Ana Júlia, como se prolongou até Brasília, no gabinete do Ministro do MDA.

A tendência PT Pra Valer demonstra ter pouca habilidade para lhe dar com o poder. Não há solidariedade, nem centralismo que dê um jeito nisso. Ao que tudo indica, naquela aldeia tem muito índio e parece que todos que ocupam algum cargo querem logo virar cacique.

Se essa moda pega !!!

Égua, o PIG não acerta uma !!

Nestas últimas semanas tenho acompanhado o noticiário do PIG (Partido da Imprensa Golpista) que já estavam "comemorando" a desgraça que eles acreditavam estar por vir. Mas, como esse PIG brasileiro é daquele tipo de "secador" que sempre se dá mal, mais uma vez ficou na torcida.

Desta vez o PIG estava alardeando que os pilares da economia brasileira estavam se deteriorando e que certamente, segundo eles, o Brasil seria rebaixado na sua classificação de risco, o que no mercado é chamado de Rating, e que como consequência o país perderia o chanado Grau de Investimento, que é uma espécie de título dado pelo mercado, que dá maior credibilidade à economia do país.

Mais, na contramão do que pregou o PIG ( e possivelmente torceu) a reclassificação do Rating da economia brasileira foi para melhor, ou seja, segundo as principais agências de classificação de risco país, as condições macroeconômicas brasileiras são sólidas e estão cada dia mais confiáveis.

Leia aí no link abaixo, do próprio PIG, a matéria que explica o melhoramento da confiança internacional na economia do Brasil.    

G1 - Rating melhor é reconhecimento, mas representa problema, diz Mantega - notícias em Mercados

Esse PIG não toma jeito mesmo !!

Leia abaixo a máteria original destacada do site G1

Fitch eleva classificação do Brasil
IDR em moedas estrangeira e local passou de 'BBB -' para 'BBB'.
Agência avalia que taxa de crescimento sustentável do país aumentou.
Do G1, em São Paulo

A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou nesta segunda-feira (4) a classificação do Brasil a um nível acima do grau de investimento. É a primeira elevação desde maio de 2008, quando a Fitch reconheceu o país como grau de investimento. Quanto maior o rating de um país, melhor ele é sob o ponto de vista de atração de investimentos.

Agência de classificação de risco revê perspectiva do Brasil para positivaSituação fiscal do país preocupa mais que inflação, diz Standard & Poor'sO Rating de Probabilidade de Inadimplência (IDR, na sigla em inglês) em moeda estrangeira passou de "BBB -" para "BBB". O IDR em moeda local também passou de "BBB -" para "BBB". O teto do país passou de "BBB" para "BBB +". O IDR de curto prazo passou de "F3" para "F2". A perspectiva para o rating foi revisada de positivo para estável.

De acordo com comunicado da Fitch, o upgrade reflete a avaliação da agência de que a taxa de crescimento potencial sustentável da economia brasileira aumentou entre 4% e 5%, suportando as perspectivas fiscais a médio prazo e o fortalecimento contínuo da liquidez externa do país, o que aumenta a capacidade de absorção de choque.
Ainda segundo a agência, a transição para o governo de Dilma Rousseff foi suave e o consenso sobre políticas macroeconômicas responsáveis continua bem ancorado.
A Fitch é a primeira das três grandes agências de risco a elevar o Brasil acima do primeiro nível do grau de investimento, que é BBB-. As outras duas agências são a Moody's e a Standard & Poor's.
A Standard & Poor's mantém a classificação do Brasil no primeiro nível do grau de investimento (BBB-) desde abril de 2008. Na Moodys, a classificação do Brasil é BAA3, com perspectiva positiva (equivalente à BBB-) desde setembro de 2009. Segundo a agência, há a expectativa de revisão da classificação neste 2º trimestre de 2011.

A Perereca da Vizinha: Pode dar haraquiri: Caso Cerpasa chega ao STJ. Destino político do governador Simão Jatene está nas mãos do ministro Massami Uyeda.

Não deixem de dar uma passada lá no blog da Perereca, a postagem de hoje é bem interessante. Segue o link abaixo: A Perereca da Vizinha: Pode dar haraquiri: Caso Cerpasa chega ao STJ. Destino político do governador Simão Jatene está nas mãos do ministro Massami Uyeda.