Blog da Ana Júlia: Ananindeua recebe hoje 3 estações de água tratada
A governadora continua trabalhando, inaugurando importantes obras para o Pará. Vejam aí no link.
BLOG DO VICENTE CIDADE
Este blog tem como objetivo falar sobre assuntos do cotidiano, como política, economia, comportamento, curiosidades, coisas do nosso dia-a-dia, sem grandes preocupações com a informação em si, mas na verdade apenas de expressar uma opinião sobre fatos que possam despertar meu interesse.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
HIROSHI BOGÉA ONLINE: Professora Edilza desabafa
HIROSHI BOGÉA ONLINE: Professora Edilza desabafa
Leiam essa postagem do Hiroshi e tirem suas próprias conclusões. De minha parte eu já disse, é caso de psiquiatria !!
Tem mais, não deixem de ler os comentários dos leitores do post, estão muito esclarecedores !!
Leiam essa postagem do Hiroshi e tirem suas próprias conclusões. De minha parte eu já disse, é caso de psiquiatria !!
Tem mais, não deixem de ler os comentários dos leitores do post, estão muito esclarecedores !!
No Brasil, a blogosfera derrotou o PIG. Já no Pará, o PT e campanha de Ana praticamente desprezaram a blogosfera.
Ontem, no final da tarde, batendo aquele papo típico de sexta-feira, eu e meu sócio conversávamos sobre o papel importantíssimo que a blogosfera exerceu na campanha da presidente eleita Dilma, chegando a seguinte conclusão.
O exército de blogueiros a disposição da campanha de Dilma conseguiu um feito inimaginável, derrotar a perversidade da união política da Rede Globo, do Grupo Folha, da Veja, de setores religiosos conservadores e da ultra-direita reacionária, todos juntos articulados em torno da campanha tucana do Serra.
Ao meu ver, isso só foi possível porque a blogosfera de esquerda se articulou, a reprodução dos fatos relevantes repercutiam das mais diferentes formas, de acordo com o perfil de cada blog, isso criava uma espécie de elo e a comunicação acabava atingindo todas as camadas de internautas e isso repercutia rápido também na sociedade como um todo.
O exemplo mais evidente desse fato, foi o episódio da bolinha de papel, onde o PIG coordenou uma armação para acusar o PT de agressão ao Serra, mas a blogosfera conseguiu desarticular o golpe e de quebra, marcou a derrocada eleitoral da candidatura tucana.
Por outro lado, o PT nacional não se desarticulou das estruturas sociais em que sempre esteve amparado, ou seja, nas universidades, nos sindicatos, nas entidades gerais, etc. Por isso, o processo eleitoral foi marcado pela possibilidade real de haver retrocesso nas políticas sociais introduzidas pelo governo Lula.
Já no Pará, o que se viu foi o distanciamento entre o partido e os movimentos sociais. O PT Pará abandonou a militância cotidiana nas universidades, nos sindicatos em geral e o que se vê hoje é o atrelamento de entidades a mandatos legislativos e, no caso específico dos últimos quatro anos, ao governo.
Obviamente que esse processo repercutiu na campanha eleitoral, o distanciamento com os movimentos sociais fez com que alguns setores da esquerda não percebessem os retrocessos contidos na vitória dos tucanos no Pará. Por isso, aqui, o que se viu foi a blogosfera dividida, onde os principais blog’s ou eram neutros ou tucanos.
Por conta disso, durante a campanha, houve uma centralização das ações no site oficial, os blogueiros petistas paraenses, na maioria das vezes, serviam apenas para reproduzir as informações produzidas pelos marqueteiros da campanha.
O resultado disso tudo todo mundo já conhece !!
O exército de blogueiros a disposição da campanha de Dilma conseguiu um feito inimaginável, derrotar a perversidade da união política da Rede Globo, do Grupo Folha, da Veja, de setores religiosos conservadores e da ultra-direita reacionária, todos juntos articulados em torno da campanha tucana do Serra.
Ao meu ver, isso só foi possível porque a blogosfera de esquerda se articulou, a reprodução dos fatos relevantes repercutiam das mais diferentes formas, de acordo com o perfil de cada blog, isso criava uma espécie de elo e a comunicação acabava atingindo todas as camadas de internautas e isso repercutia rápido também na sociedade como um todo.
O exemplo mais evidente desse fato, foi o episódio da bolinha de papel, onde o PIG coordenou uma armação para acusar o PT de agressão ao Serra, mas a blogosfera conseguiu desarticular o golpe e de quebra, marcou a derrocada eleitoral da candidatura tucana.
Por outro lado, o PT nacional não se desarticulou das estruturas sociais em que sempre esteve amparado, ou seja, nas universidades, nos sindicatos, nas entidades gerais, etc. Por isso, o processo eleitoral foi marcado pela possibilidade real de haver retrocesso nas políticas sociais introduzidas pelo governo Lula.
Já no Pará, o que se viu foi o distanciamento entre o partido e os movimentos sociais. O PT Pará abandonou a militância cotidiana nas universidades, nos sindicatos em geral e o que se vê hoje é o atrelamento de entidades a mandatos legislativos e, no caso específico dos últimos quatro anos, ao governo.
Obviamente que esse processo repercutiu na campanha eleitoral, o distanciamento com os movimentos sociais fez com que alguns setores da esquerda não percebessem os retrocessos contidos na vitória dos tucanos no Pará. Por isso, aqui, o que se viu foi a blogosfera dividida, onde os principais blog’s ou eram neutros ou tucanos.
Por conta disso, durante a campanha, houve uma centralização das ações no site oficial, os blogueiros petistas paraenses, na maioria das vezes, serviam apenas para reproduzir as informações produzidas pelos marqueteiros da campanha.
O resultado disso tudo todo mundo já conhece !!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Leitura Recomendada: E aí blogosfera? O que fazer pós-eleições? | Maria Frô
Artigo bem legal, aqui só um apiritivo. A íntegra no link acima ...
Leitura Recomendada: E aí blogosfera? O que fazer pós-eleições? Maria Frô
Foi bastante compreensiva, para não dizer providencial, a postura combativa dos meios de comunicação alternativos durante o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras. Muitas revistas e jornais de pequena circulação, blogues e iniciativas digitais, como o 48hdemocracia, simplesmente não titubearam em vestir a camisa de Dilma Rousseff. O objetivo era claro: defender a candidata do PT contra as investidas da campanha de José Serra e as manipulações da chamada grande imprensa – para muitos, favorável ao tucano.
Pudera. Menos de um mês depois da apuração, virou clichê dizer que o processo eleitoral de 2010 ficará marcado como um dos mais pobres em discussões e ideias desde a redemocratização. A disputa pela sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva talvez tenha sido o ponto álgido do marketing político e do oportunismo eleitoreiro. Nunca se viu marqueteiros tão poderosos a ponto de dobrar convicções ideológicas e apequená-las diante da sanha pelo poder e da caça indiscriminada de votos. Até quem nunca tinha ido à igreja ajoelhou-se e rezou para os padroeiros da opinião pública.
Na tevê, no rádio e sobretudo na internet, a campanha demo-tucana e seus apoiadores (voluntários ou não) preferiram apelar para os mais profundos preconceitos da sociedade brasileira como estratégia para angariar, através do medo, um apoio popular que nunca tiveram e reverter, pela pobreza do discurso moralista, o resultado das pesquisas, que vinham anunciando mais uma vitória do petismo.
Leitura Recomendada: E aí blogosfera? O que fazer pós-eleições? Maria Frô
Foi bastante compreensiva, para não dizer providencial, a postura combativa dos meios de comunicação alternativos durante o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras. Muitas revistas e jornais de pequena circulação, blogues e iniciativas digitais, como o 48hdemocracia, simplesmente não titubearam em vestir a camisa de Dilma Rousseff. O objetivo era claro: defender a candidata do PT contra as investidas da campanha de José Serra e as manipulações da chamada grande imprensa – para muitos, favorável ao tucano.
Pudera. Menos de um mês depois da apuração, virou clichê dizer que o processo eleitoral de 2010 ficará marcado como um dos mais pobres em discussões e ideias desde a redemocratização. A disputa pela sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva talvez tenha sido o ponto álgido do marketing político e do oportunismo eleitoreiro. Nunca se viu marqueteiros tão poderosos a ponto de dobrar convicções ideológicas e apequená-las diante da sanha pelo poder e da caça indiscriminada de votos. Até quem nunca tinha ido à igreja ajoelhou-se e rezou para os padroeiros da opinião pública.
Na tevê, no rádio e sobretudo na internet, a campanha demo-tucana e seus apoiadores (voluntários ou não) preferiram apelar para os mais profundos preconceitos da sociedade brasileira como estratégia para angariar, através do medo, um apoio popular que nunca tiveram e reverter, pela pobreza do discurso moralista, o resultado das pesquisas, que vinham anunciando mais uma vitória do petismo.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
A mídia paraense contra a parede !!
Esta semana está repercutindo na mídia paraense e na blogosfera, as matérias publicadas no jornal Folha de São Paulo, sobre um suposto esquema para livrar um empresário paraense das denuncias de pedofilia que o mesmo responde.
Segundo a matéria, o esquema envolveria polícia, juízes, políticos, deputados e jornalistas. Aliais, nada muito novo, infelizmente !! Não li a matéria da Folha, mas estou lendo a repercussão na emprensa local e particularmente no blog da repórter.
Contudo, o que mais me chamou a atenção, foi o fato de que, segundo as gravações do inquérito, os dois principais veículos de comunicação do estado foram "pegos" de calça curta. Segundo a reportagem, um dos proprietários do jornal O Liberal, Ronaldo Maiorana, teria incumbido uma funcionária a praticar extorção ao empresário acusado, segundo publicaram a chantagem seria de R$ 100.000,00. Já o jornal Diário do Pará, está acusado de proteger o empresário em razão de interesses políticos, isso porque o empresário citado briga no STF para cassar o prefeito de Barcarena e com isso assumir o posto, já que ficou em segundo lugar nas eleições do munípio.
Tudo isso é muito "cabuloso", nefasto, agora, o que podemos esperar do Ministério Público? de uma coisa nós sabemos, a mídia não dará holofotes a essa investigação !!
E aí ?!!
Segundo a matéria, o esquema envolveria polícia, juízes, políticos, deputados e jornalistas. Aliais, nada muito novo, infelizmente !! Não li a matéria da Folha, mas estou lendo a repercussão na emprensa local e particularmente no blog da repórter.
Contudo, o que mais me chamou a atenção, foi o fato de que, segundo as gravações do inquérito, os dois principais veículos de comunicação do estado foram "pegos" de calça curta. Segundo a reportagem, um dos proprietários do jornal O Liberal, Ronaldo Maiorana, teria incumbido uma funcionária a praticar extorção ao empresário acusado, segundo publicaram a chantagem seria de R$ 100.000,00. Já o jornal Diário do Pará, está acusado de proteger o empresário em razão de interesses políticos, isso porque o empresário citado briga no STF para cassar o prefeito de Barcarena e com isso assumir o posto, já que ficou em segundo lugar nas eleições do munípio.
Tudo isso é muito "cabuloso", nefasto, agora, o que podemos esperar do Ministério Público? de uma coisa nós sabemos, a mídia não dará holofotes a essa investigação !!
E aí ?!!
Meus aplausos para a governadora Ana Júlia !!
Blog da Ana Júlia: PAC 2: Projeto pronto e recurso garantido.
No link acima, vocês podem conferir que a governadora Ana Júlia, mesmo derrotada, continua trabalhando pelo povo do Pará, mesmo sabendo que essas obras e verbas garantidas serão empregadas pelo Jatene e que, se realmente ele aplicar os recursos, se beneficiará políticamente das ações.
Quero deixar aqui o meu registro de felicitações a essa atitude magnânime da governadora, pois, a classe política é sempre muito criticada, desqualificada e esse seu ato mostra grandeza de espírito.
Isso tudo, mesmo sabendo que após o dia 01 de janeiro ela será achincalhada pelo governo eleito e nem de longe essas atitudes serão lembradas, a bem da verdade, pelo futuro governador, quiça seja pelo povo.
É isso, fazer o quê !!
No link acima, vocês podem conferir que a governadora Ana Júlia, mesmo derrotada, continua trabalhando pelo povo do Pará, mesmo sabendo que essas obras e verbas garantidas serão empregadas pelo Jatene e que, se realmente ele aplicar os recursos, se beneficiará políticamente das ações.
Quero deixar aqui o meu registro de felicitações a essa atitude magnânime da governadora, pois, a classe política é sempre muito criticada, desqualificada e esse seu ato mostra grandeza de espírito.
Isso tudo, mesmo sabendo que após o dia 01 de janeiro ela será achincalhada pelo governo eleito e nem de longe essas atitudes serão lembradas, a bem da verdade, pelo futuro governador, quiça seja pelo povo.
É isso, fazer o quê !!
G1 - Em sentença de condenação no Rio, juiz chama goleiro Bruno de covarde - notícias em Rio de Janeiro
Não sou advogado todos sabem, me confesso até ignorante no ramo, por isso só me cabe questionar.
O fato que fico me perguntando é o porquê da justiça agir tão diferente em relação a dois casos terríveis de assassinato, no caso, sobre as acusaçãoes do caso Bruno, descrito no link acima e no caso da advogada Mércia, que, ao que se sabe, todas as investigações, irrefutáveis segundo a polícia, levam ao seu ex namorado, também advogado, mas esse último está em liberdade.
Na verdade o que encomoda mesmo é a percepção de que alguns setores da "justiça" ficam muito sujeitos aos holofotes, sendo pautados por eles, pelo menos é o que parece !!
Não sou advogado todos sabem, me confesso até ignorante no ramo, por isso só me cabe questionar.
O fato que fico me perguntando é o porquê da justiça agir tão diferente em relação a dois casos terríveis de assassinato, no caso, sobre as acusaçãoes do caso Bruno, descrito no link acima e no caso da advogada Mércia, que, ao que se sabe, todas as investigações, irrefutáveis segundo a polícia, levam ao seu ex namorado, também advogado, mas esse último está em liberdade.
Na verdade o que encomoda mesmo é a percepção de que alguns setores da "justiça" ficam muito sujeitos aos holofotes, sendo pautados por eles, pelo menos é o que parece !!
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
E o feitiço virou contra o feiticeiro !!
Os jogadores do Corinthians, passaram a semana toda falando na tal da “mala branca”, defendendo abertamente o incentivo financeiro à equipe do Guarani, para que eles complicassem o jogo para o Flu, mesmo sabendo que esse tipo de atitude é cravada no código desportivo como conduta vedada.
Hoje porém, ao tentar falar sobre o fiasco do Corinthians contra o Goiás, o jogador Roberto Carlos saiu com a seguinte frase:
“Era o time reserva, mas os caras correram para caramba. Até perguntei para um jogador deles o porquê de estarem correndo tanto. Tinha alguma coisa ali. Eles não correriam de graça.”
Ou seja, eles podiam, contra eles não. Mas o mais interessante desse episódio, é o fato do jogador do Corinthians tirar “satisfações” com o jogador adversário, como se esses tivessem a obrigação de entregar o jogo. Bem feito !!
Hoje porém, ao tentar falar sobre o fiasco do Corinthians contra o Goiás, o jogador Roberto Carlos saiu com a seguinte frase:
“Era o time reserva, mas os caras correram para caramba. Até perguntei para um jogador deles o porquê de estarem correndo tanto. Tinha alguma coisa ali. Eles não correriam de graça.”
Ou seja, eles podiam, contra eles não. Mas o mais interessante desse episódio, é o fato do jogador do Corinthians tirar “satisfações” com o jogador adversário, como se esses tivessem a obrigação de entregar o jogo. Bem feito !!
Contas de Jatene sobre suspeitas !!
O Blog da jornalista Ana Célia, A perereca da Vizinha, tráz uma grande pesquisa sobre as contas da campanha do Simão "Lorota" (link acima), lá ela revela como os tucanos "triangularam" as doações da campanha, visando ludibriar a justiça eleitoral.
Aqui vai um pequeno "aperitivo" do post:
... Pelo menos seis empresas mineiras – incluindo dois hospitais privados que atendem pacientes do SUS – doaram dinheiro para o Comitê Financeiro Único do PSDB do Pará, responsável por quase 98% das receitas declaradas pelo governador eleito Simão Jatene, em sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O comitê também recebeu recursos do empresário Welington Brasil Zucato, que possui mais de 938,000 hectares embargados pelo IBAMA, no estado do Mato Grosso, por irregularidades na exploração dessas áreas.
À exceção do empresário Fernando Flexa Ribeiro, que se elegeu senador pelo PSDB e doou dinheiro com o CNPJ de candidato, Zucato foi a pessoa física que mais contribuiu com o comitê: R$ 200 mil. Além disso, ele só realizou mais uma doação eleitoral, em todo o Brasil: R$ 300 mil para o governador reeleito do Mato Grosso, Sinval Barbosa, do PMDB.
Cinqüenta e duas empresas de transporte, agronegócios, construção civil e de industrialização mineral e de alimentos foram responsáveis por mais de 70% das receitas do comitê.
Entre as empresas, a maior doadora foi a transportadora Della Volpe S/A Comércio e Indústria, sediada em São Paulo, que contribuiu com R$ 1 milhão.
No site dela, consta que é responsável pelo abastecimento de todos os almoxarifados da Vale, no Norte, Nordeste e Centro Oeste do Brasil.
Em maio de 2006, o diretor de uma das empresas do grupo, José Della Volpe, foi preso pela Polícia Federal durante a “Operação Castores”, sob suspeita de participar de um esquema de corrupção, estelionato e tráfico de influência, em grandes empresas do setor elétrico.
O mais grave, porém, é a presença na lista de doadores do comitê de dois hospitais que recebem recursos públicos, já que prestam serviços ao SUS...
Aqui vai um pequeno "aperitivo" do post:
... Pelo menos seis empresas mineiras – incluindo dois hospitais privados que atendem pacientes do SUS – doaram dinheiro para o Comitê Financeiro Único do PSDB do Pará, responsável por quase 98% das receitas declaradas pelo governador eleito Simão Jatene, em sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O comitê também recebeu recursos do empresário Welington Brasil Zucato, que possui mais de 938,000 hectares embargados pelo IBAMA, no estado do Mato Grosso, por irregularidades na exploração dessas áreas.
À exceção do empresário Fernando Flexa Ribeiro, que se elegeu senador pelo PSDB e doou dinheiro com o CNPJ de candidato, Zucato foi a pessoa física que mais contribuiu com o comitê: R$ 200 mil. Além disso, ele só realizou mais uma doação eleitoral, em todo o Brasil: R$ 300 mil para o governador reeleito do Mato Grosso, Sinval Barbosa, do PMDB.
Cinqüenta e duas empresas de transporte, agronegócios, construção civil e de industrialização mineral e de alimentos foram responsáveis por mais de 70% das receitas do comitê.
Entre as empresas, a maior doadora foi a transportadora Della Volpe S/A Comércio e Indústria, sediada em São Paulo, que contribuiu com R$ 1 milhão.
No site dela, consta que é responsável pelo abastecimento de todos os almoxarifados da Vale, no Norte, Nordeste e Centro Oeste do Brasil.
Em maio de 2006, o diretor de uma das empresas do grupo, José Della Volpe, foi preso pela Polícia Federal durante a “Operação Castores”, sob suspeita de participar de um esquema de corrupção, estelionato e tráfico de influência, em grandes empresas do setor elétrico.
O mais grave, porém, é a presença na lista de doadores do comitê de dois hospitais que recebem recursos públicos, já que prestam serviços ao SUS...
Mais uma da Deloitte !!
Desta vez o rombo de R$ 1,2 bilhão nas contas do Carrefour. De novo, a Deloitte não viu.
Já postei aqui mesmo no blog, quando da descorberta do rombo do Banco Panamericano, sobre a minha opinião no quediz respeito à auditoria externa como elemento crucial de veracidade das contas das empresas ao mercado, mas, nesse caso da Delloitte, parece haver algo mais, na pior das hipóteses, incompetência, podendo chegar, quem sabe, até a conivência !?!
A verdade é que a reputação da Deloitte está se desfazendo como pueira e vamos torcer para que esse comportamento reprovável seja específico dela, caso contrário, todo sistema de mercado de capitais estará todo em "xeque".
Já postei aqui mesmo no blog, quando da descorberta do rombo do Banco Panamericano, sobre a minha opinião no quediz respeito à auditoria externa como elemento crucial de veracidade das contas das empresas ao mercado, mas, nesse caso da Delloitte, parece haver algo mais, na pior das hipóteses, incompetência, podendo chegar, quem sabe, até a conivência !?!
A verdade é que a reputação da Deloitte está se desfazendo como pueira e vamos torcer para que esse comportamento reprovável seja específico dela, caso contrário, todo sistema de mercado de capitais estará todo em "xeque".
domingo, 5 de dezembro de 2010
Muricy Campeão, ganhou a ética !!
O Flu venceu.
Venceu Muricy. O cara que disse não ao "todo poderoso" presidente da CBF. O cara que abriu mão do sonho de dirigir a seleção para honrar seu contrato com Fluminense.
Legal. Venceu quem merecia !!
Como Rubro Negro só tenho uma coisa a dizer: Que inveja !!!
Venceu Muricy. O cara que disse não ao "todo poderoso" presidente da CBF. O cara que abriu mão do sonho de dirigir a seleção para honrar seu contrato com Fluminense.
Legal. Venceu quem merecia !!
Como Rubro Negro só tenho uma coisa a dizer: Que inveja !!!
sábado, 4 de dezembro de 2010
Artigos
Democracia Socialista
Leon Trotsky: presente!
20/08/2010. Artigo de Eduardo Mancuso homenageia León Trotsky no 70º aniversário de sua morte. Trotsky pagou com a vida pela coragem de defender suas posições socialistas marxistas, sem medo do isolamento e levando adiante combate que organizou toda a sua vida. Suas virtudes heroicas contribuíram para a vitória da primeira revolução socialista da história, que ele tentou defender com todas as armas que tinha.
Lev Davidovitch Bronstein nasce na Ucrânia, em 1879, filho de um proprietário de terras judeu. Aos 18 anos, juntamente com sua esposa Alexandra e um pequeno grupo de militantes, funda a União dos Trabalhadores do Sul da Rússia. Preso pela polícia czarista foi condenado a quatro anos de deportação na Sibéria. Em 1902, após adotar o pseudônimo que o identificará por toda a vida (tirado do sobrenome de um de seus carcereiros), Trotsky foge da prisão e vai encontrar-se com Lenin em Londres, onde era editado o jornal "Iskra" (Centelha), órgão do Partido Operário Social-Democrata Russo.
No famoso II Congresso do Partido em 1903, ocorre a divisão entre os bolcheviques (maioria) de Lenin e os mencheviques (minoria), que defendiam a liderança da burguesia liberal na revolução democrático-burguesa contra a monarquia czarista. Trotsky divergia radicalmente da estratégia reformista menchevique, mas vota contra os bolcheviques na questão da organização partidária e faz duras críticas às concepções leninistas, que considera centralizadoras e autoritárias. Às portas da revolução de 1917, quando adere ao bolchevismo, Trotsky faz autocrítica das posições que havia adotado durante e após o histórico congresso sobre concepção partidária e de sua insistência em buscar a conciliação entre mencheviques e bolcheviques.
A revolução russa de 1905 teve a destacada participação de Trotsky, que assume a presidência do primeiro soviete (conselho) da história em São Petersburgo (Petrogrado). Após a derrota do movimento, ele escreve seu relato. Primeira revolução do século XX, iniciada a partir da crise do regime czarista provocada pelas greves dos trabalhadores e pela derrota militar frente ao Japão, teve como marco o “domingo sangrento” em que milhares de manifestantes foram fuzilados pelas tropas diante do palácio do czar. A revolução de 1905 marca o surgimento dos sovietes e da greve geral de massas como criações políticas revolucionárias da luta de classes, exercendo forte impacto nas concepções teóricas de Trotsky, Lenin e Rosa Luxemburgo.
Assim, em 1906, Trotsky publica um pequeno livro que se mostra profético, Balanço e Perspectivas, onde antecipa a estratégia vitoriosa da Revolução Russa de 1917. Nessa obra ele resgata o conceito de revolução permanente de Marx, sustentando o caráter socialista e internacional da revolução na Rússia, sob a direção política da classe operária em aliança com o campesinato – ao contrário dos bolcheviques, que defendiam o caráter democrático burguês da revolução, mesmo sob um governo dos trabalhadores. Uma década depois, Lenin se aproxima das posições estratégicas de Trotsky, e este se aproxima das concepções de partido de Lenin.
Em 1914 explode a I Guerra Mundial com a capitulação da social-democracia frente à guerra imperialista e seus 10 milhões de mortos, marcando a traição histórica da Segunda Internacional ao socialismo. Em 1915, a esquerda internacionalista contrária à guerra se encontra na Conferência de Zimmerwald, na Suíça, e as posições de Lenin e Trotsky se reaproximam. Com a fome e a mortandade provocada pela guerra, explode a revolução de fevereiro de 1917 na Rússia, que derruba o czarismo e implanta o governo provisório. Trotsky embarca de volta à Rússia e chega a Petrogrado (antiga São Petersburgo) um mês depois de Lenin ter desembarcado na famosa Estação Finlândia e haver reorientado os rumos do partido bolchevique na oposição ao governo provisório (formado por burgueses liberais e monarquistas constitucionalistas inicialmente, mas depois conta com a participação de socialistas-revolucionários e mencheviques), que mantinha a Rússia na guerra, barrava a reforma agrária e reprimia os trabalhadores e camponeses. “Todo o poder aos sovietes” é a palavra de ordem que Lenin lança às massas radicalizadas contra a guerra e a fome, abrindo caminho para a revolução de outubro. Em julho, Trotsky ingressa no partido e no comitê central bolchevique, juntamente com a organização Interdistrital que contava com três mil militantes. Em setembro, é eleito novamente presidente do Soviete de Petrogrado, e em outubro, coordenador do Comitê Militar Revolucionário, órgão responsável pela organização da tomada do poder. Em novembro (outubro pelo antigo calendário russo), a primeira revolução socialista da história tem lugar, sob a direção dos bolcheviques e com o lema “paz, pão e terra”.
Porém, há a guerra com a Alemanha, o bloqueio e a intervenção militar das potências ocidentais contra a Rússia. Trotsky torna-se Comissário do Povo para as Relações Exteriores, chefia as negociações com o alto comando alemão e desenvolve, nesse período, uma intensa agitação dirigida ao proletariado europeu, denunciando as chantagens imperialistas. Porém, no início de 1918, a jovem república soviética é finalmente obrigada a assinar a Paz de Brest-Litovsk, imposta pela superioridade militar alemã. No plano interno, o caos com a guerra civil e os exércitos brancos da contra-revolução atacando em três frentes, além da oposição interna de mencheviques e de socialistas-revolucionários, e a terrível crise econômica com o colapso da produção agrícola, industrial e dos transportes. A revolução está em perigo.
Trotsky torna-se Comissário do Povo para Assuntos Militares e organiza o Exército Vermelho. Depois de passar dois anos atravessando a Rússia num trem blindado comandando o Exército Vermelho durante a guerra civil, Trotsky conquista a vitória sobre os exércitos brancos em 1920. Mas em março de 1921, o X Congresso do Partido Bolchevique defronta-se com a revolta dos marinheiros do Kronstadt e com as revoltas camponesas, ambas sob influência anarquista e esmagadas pelo poder soviético. Nesse contexto, o Congresso bolchevique suspende, em caráter extraordinário, o direito de tendências no partido, e Lenin lança a Nova Política Econômica (NEP, na sigla em russo), que substitui a fase do comunismo de guerra. Após as derrotas das revoluções na Alemanha, na Finlândia e na Hungria, o isolamento da Rússia soviética era total.
Em 1919 Lenin convoca o congresso de fundação da Internacional Comunista e Trotsky redige seu Manifesto (ele escreveria também o Manifesto do II Congresso e as Teses do III Congresso). Em 1923, Lenin e Trotsky compõem uma aliança contra Stalin (que detinha a secretaria-geral do partido), a fim de combater a nascente burocratização da revolução.
Trotsky organiza a Oposição de Esquerda, mas em janeiro de 1924, Lenin morre. Stalin lança uma campanha de filiação partidária de massas, ironicamente chamada de “recrutamento Lenin” e apresenta sua teoria antimarxista do “socialismo em um só país”.
Entre 1925 e 1927, Trotsky foi afastado das suas funções no governo e na direção do partido, até sua expulsão da União Soviética, em 1929. Nesse período, Trotsky escreve algumas de suas obras mais importantes: Literatura e Revolução, em defesa de uma arte e cultura socialista; A Internacional Comunista depois de Lenin, em que faz um balanço devastador da política internacional do stalinismo; A Revolução Desfigurada, em que responde às calúnias e falsificações históricas sobre o seu papel na revolução e defende a luta política da oposição contra a burocracia stalinista; Minha Vida, sua autobiografia; e A Revolução Permanente, em que retoma e desenvolve suas teses formuladas 25 anos antes.
Trotsky vive exilado na Turquia até 1933, onde escreve os três volumes da sua magistral História da Revolução Russa e os Escritos sobre a Alemanha (editado no Brasil por Mário Pedrosa, sob o título Revolução e contra-revolução na Alemanha), duas obras-primas do marxismo. Depois de passar pela França e pela Noruega, sofrendo pressões diplomáticas e ameaças constantes à sua vida, Trotsky finalmente encontra abrigo no México, graças ao presidente nacionalista Lázaro Cárdenas.
No exílio mexicano, hospedado com a sua segunda esposa Natália Sedova, inicialmente na casa de seu amigo, o grande muralista Diego Rivera e da artista plástica Frida Khalo, a atividade de Trotsky continua sendo o combate incansável contra a burocracia stalinista. Ele denuncia a traição histórica do partido comunista e da social-democracia ao movimento operário alemão por se recusarem a cerrar fileiras em uma frente única e permitirem a chegada do nazismo ao poder, sem luta; denuncia a traição da revolução espanhola pelo stalinismo e os abjetos Processos de Moscou (nos quais Stalin elimina fisicamente toda a “velha guarda” bolchevique). Em 1936, Trotsky escreve A Revolução Traída, em que caracteriza a União Soviética como um “Estado operário burocraticamente degenerado” e defende a derrubada da ditadura burocrática pelos trabalhadores, através de uma “revolução política” que retomasse a democracia socialista e o poder dos sovietes. “Um rio de sangue separa o stalinismo do bolchevismo”. Tempos terríveis e contra-revolucionários: stalinismo, fascismo e a Grande Depressão capitalista. “Era meia-noite no século”, afirmou o companheiro de oposição e biógrafo de Trotsky, Victor Serge. A II Guerra Mundial já apontava no horizonte.
Trotsky passa seus últimos anos de vida no México organizando a Quarta Internacional – fundada em Paris, em 1938, sem a sua presença – para a qual escreve o "Programa de Transição", com o objetivo de formar uma nova geração de marxistas revolucionários (ele não denominava seu movimento “trotskista”) que dessem continuidade a herança “bolchevique-leninista” de Outubro e da Oposição de Esquerda. Após sobreviver ao atentado organizado por artistas mexicanos do Partido Comunista armados de metralhadoras, finalmente o braço assassino de Stalin alcança Trotsky. Em 20 de agosto de 1940 o agente stalinista Ramón Mercader, após conseguir infiltrar-se na casa-fortaleza de Coyoacan, ataca-o pelas costas em seu escritório, furando o seu cérebro com uma picareta. Na mesa de trabalho de Leon Trotsky, os seus últimos escritos sobre a polícia secreta e os métodos criminosos de Stalin restaram manchados de sangue.
* Eduardo Mancuso é assessor de cooperação internacional da Prefeitura de Canoas/RS, integra o comitê internacional do Fórum Social Mundial e é membro da equipe editorial do Jornal Democracia Socialista/Em Tempo.
Leon Trotsky: presente!
20/08/2010. Artigo de Eduardo Mancuso homenageia León Trotsky no 70º aniversário de sua morte. Trotsky pagou com a vida pela coragem de defender suas posições socialistas marxistas, sem medo do isolamento e levando adiante combate que organizou toda a sua vida. Suas virtudes heroicas contribuíram para a vitória da primeira revolução socialista da história, que ele tentou defender com todas as armas que tinha.
Lev Davidovitch Bronstein nasce na Ucrânia, em 1879, filho de um proprietário de terras judeu. Aos 18 anos, juntamente com sua esposa Alexandra e um pequeno grupo de militantes, funda a União dos Trabalhadores do Sul da Rússia. Preso pela polícia czarista foi condenado a quatro anos de deportação na Sibéria. Em 1902, após adotar o pseudônimo que o identificará por toda a vida (tirado do sobrenome de um de seus carcereiros), Trotsky foge da prisão e vai encontrar-se com Lenin em Londres, onde era editado o jornal "Iskra" (Centelha), órgão do Partido Operário Social-Democrata Russo.
No famoso II Congresso do Partido em 1903, ocorre a divisão entre os bolcheviques (maioria) de Lenin e os mencheviques (minoria), que defendiam a liderança da burguesia liberal na revolução democrático-burguesa contra a monarquia czarista. Trotsky divergia radicalmente da estratégia reformista menchevique, mas vota contra os bolcheviques na questão da organização partidária e faz duras críticas às concepções leninistas, que considera centralizadoras e autoritárias. Às portas da revolução de 1917, quando adere ao bolchevismo, Trotsky faz autocrítica das posições que havia adotado durante e após o histórico congresso sobre concepção partidária e de sua insistência em buscar a conciliação entre mencheviques e bolcheviques.
A revolução russa de 1905 teve a destacada participação de Trotsky, que assume a presidência do primeiro soviete (conselho) da história em São Petersburgo (Petrogrado). Após a derrota do movimento, ele escreve seu relato. Primeira revolução do século XX, iniciada a partir da crise do regime czarista provocada pelas greves dos trabalhadores e pela derrota militar frente ao Japão, teve como marco o “domingo sangrento” em que milhares de manifestantes foram fuzilados pelas tropas diante do palácio do czar. A revolução de 1905 marca o surgimento dos sovietes e da greve geral de massas como criações políticas revolucionárias da luta de classes, exercendo forte impacto nas concepções teóricas de Trotsky, Lenin e Rosa Luxemburgo.
Assim, em 1906, Trotsky publica um pequeno livro que se mostra profético, Balanço e Perspectivas, onde antecipa a estratégia vitoriosa da Revolução Russa de 1917. Nessa obra ele resgata o conceito de revolução permanente de Marx, sustentando o caráter socialista e internacional da revolução na Rússia, sob a direção política da classe operária em aliança com o campesinato – ao contrário dos bolcheviques, que defendiam o caráter democrático burguês da revolução, mesmo sob um governo dos trabalhadores. Uma década depois, Lenin se aproxima das posições estratégicas de Trotsky, e este se aproxima das concepções de partido de Lenin.
Em 1914 explode a I Guerra Mundial com a capitulação da social-democracia frente à guerra imperialista e seus 10 milhões de mortos, marcando a traição histórica da Segunda Internacional ao socialismo. Em 1915, a esquerda internacionalista contrária à guerra se encontra na Conferência de Zimmerwald, na Suíça, e as posições de Lenin e Trotsky se reaproximam. Com a fome e a mortandade provocada pela guerra, explode a revolução de fevereiro de 1917 na Rússia, que derruba o czarismo e implanta o governo provisório. Trotsky embarca de volta à Rússia e chega a Petrogrado (antiga São Petersburgo) um mês depois de Lenin ter desembarcado na famosa Estação Finlândia e haver reorientado os rumos do partido bolchevique na oposição ao governo provisório (formado por burgueses liberais e monarquistas constitucionalistas inicialmente, mas depois conta com a participação de socialistas-revolucionários e mencheviques), que mantinha a Rússia na guerra, barrava a reforma agrária e reprimia os trabalhadores e camponeses. “Todo o poder aos sovietes” é a palavra de ordem que Lenin lança às massas radicalizadas contra a guerra e a fome, abrindo caminho para a revolução de outubro. Em julho, Trotsky ingressa no partido e no comitê central bolchevique, juntamente com a organização Interdistrital que contava com três mil militantes. Em setembro, é eleito novamente presidente do Soviete de Petrogrado, e em outubro, coordenador do Comitê Militar Revolucionário, órgão responsável pela organização da tomada do poder. Em novembro (outubro pelo antigo calendário russo), a primeira revolução socialista da história tem lugar, sob a direção dos bolcheviques e com o lema “paz, pão e terra”.
Porém, há a guerra com a Alemanha, o bloqueio e a intervenção militar das potências ocidentais contra a Rússia. Trotsky torna-se Comissário do Povo para as Relações Exteriores, chefia as negociações com o alto comando alemão e desenvolve, nesse período, uma intensa agitação dirigida ao proletariado europeu, denunciando as chantagens imperialistas. Porém, no início de 1918, a jovem república soviética é finalmente obrigada a assinar a Paz de Brest-Litovsk, imposta pela superioridade militar alemã. No plano interno, o caos com a guerra civil e os exércitos brancos da contra-revolução atacando em três frentes, além da oposição interna de mencheviques e de socialistas-revolucionários, e a terrível crise econômica com o colapso da produção agrícola, industrial e dos transportes. A revolução está em perigo.
Trotsky torna-se Comissário do Povo para Assuntos Militares e organiza o Exército Vermelho. Depois de passar dois anos atravessando a Rússia num trem blindado comandando o Exército Vermelho durante a guerra civil, Trotsky conquista a vitória sobre os exércitos brancos em 1920. Mas em março de 1921, o X Congresso do Partido Bolchevique defronta-se com a revolta dos marinheiros do Kronstadt e com as revoltas camponesas, ambas sob influência anarquista e esmagadas pelo poder soviético. Nesse contexto, o Congresso bolchevique suspende, em caráter extraordinário, o direito de tendências no partido, e Lenin lança a Nova Política Econômica (NEP, na sigla em russo), que substitui a fase do comunismo de guerra. Após as derrotas das revoluções na Alemanha, na Finlândia e na Hungria, o isolamento da Rússia soviética era total.
Em 1919 Lenin convoca o congresso de fundação da Internacional Comunista e Trotsky redige seu Manifesto (ele escreveria também o Manifesto do II Congresso e as Teses do III Congresso). Em 1923, Lenin e Trotsky compõem uma aliança contra Stalin (que detinha a secretaria-geral do partido), a fim de combater a nascente burocratização da revolução.
Trotsky organiza a Oposição de Esquerda, mas em janeiro de 1924, Lenin morre. Stalin lança uma campanha de filiação partidária de massas, ironicamente chamada de “recrutamento Lenin” e apresenta sua teoria antimarxista do “socialismo em um só país”.
Entre 1925 e 1927, Trotsky foi afastado das suas funções no governo e na direção do partido, até sua expulsão da União Soviética, em 1929. Nesse período, Trotsky escreve algumas de suas obras mais importantes: Literatura e Revolução, em defesa de uma arte e cultura socialista; A Internacional Comunista depois de Lenin, em que faz um balanço devastador da política internacional do stalinismo; A Revolução Desfigurada, em que responde às calúnias e falsificações históricas sobre o seu papel na revolução e defende a luta política da oposição contra a burocracia stalinista; Minha Vida, sua autobiografia; e A Revolução Permanente, em que retoma e desenvolve suas teses formuladas 25 anos antes.
Trotsky vive exilado na Turquia até 1933, onde escreve os três volumes da sua magistral História da Revolução Russa e os Escritos sobre a Alemanha (editado no Brasil por Mário Pedrosa, sob o título Revolução e contra-revolução na Alemanha), duas obras-primas do marxismo. Depois de passar pela França e pela Noruega, sofrendo pressões diplomáticas e ameaças constantes à sua vida, Trotsky finalmente encontra abrigo no México, graças ao presidente nacionalista Lázaro Cárdenas.
No exílio mexicano, hospedado com a sua segunda esposa Natália Sedova, inicialmente na casa de seu amigo, o grande muralista Diego Rivera e da artista plástica Frida Khalo, a atividade de Trotsky continua sendo o combate incansável contra a burocracia stalinista. Ele denuncia a traição histórica do partido comunista e da social-democracia ao movimento operário alemão por se recusarem a cerrar fileiras em uma frente única e permitirem a chegada do nazismo ao poder, sem luta; denuncia a traição da revolução espanhola pelo stalinismo e os abjetos Processos de Moscou (nos quais Stalin elimina fisicamente toda a “velha guarda” bolchevique). Em 1936, Trotsky escreve A Revolução Traída, em que caracteriza a União Soviética como um “Estado operário burocraticamente degenerado” e defende a derrubada da ditadura burocrática pelos trabalhadores, através de uma “revolução política” que retomasse a democracia socialista e o poder dos sovietes. “Um rio de sangue separa o stalinismo do bolchevismo”. Tempos terríveis e contra-revolucionários: stalinismo, fascismo e a Grande Depressão capitalista. “Era meia-noite no século”, afirmou o companheiro de oposição e biógrafo de Trotsky, Victor Serge. A II Guerra Mundial já apontava no horizonte.
Trotsky passa seus últimos anos de vida no México organizando a Quarta Internacional – fundada em Paris, em 1938, sem a sua presença – para a qual escreve o "Programa de Transição", com o objetivo de formar uma nova geração de marxistas revolucionários (ele não denominava seu movimento “trotskista”) que dessem continuidade a herança “bolchevique-leninista” de Outubro e da Oposição de Esquerda. Após sobreviver ao atentado organizado por artistas mexicanos do Partido Comunista armados de metralhadoras, finalmente o braço assassino de Stalin alcança Trotsky. Em 20 de agosto de 1940 o agente stalinista Ramón Mercader, após conseguir infiltrar-se na casa-fortaleza de Coyoacan, ataca-o pelas costas em seu escritório, furando o seu cérebro com uma picareta. Na mesa de trabalho de Leon Trotsky, os seus últimos escritos sobre a polícia secreta e os métodos criminosos de Stalin restaram manchados de sangue.
* Eduardo Mancuso é assessor de cooperação internacional da Prefeitura de Canoas/RS, integra o comitê internacional do Fórum Social Mundial e é membro da equipe editorial do Jornal Democracia Socialista/Em Tempo.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
As "bolhas" de Meirelles !!
G1 - Banco Central sobe compulsório e retira R$ 61 bilhões da economia - notícias em Economia e Negócios
Crédito mais caro e possível aumento na taxa básica de juros da economia, essas serão as últimas lembranças de Meirelles à frente do BC !!
Com essa medida o BC pretende dar uma "esfriada" no consumo do país, que está muito aquecido.
Também, com a economia brasileira operando quase no "pleno emprego", com uma taxa de desemprego de 6,1%, haja renda para o povão consumir, não é verdade !!
É tal "bolha" do Meirelles !!
Crédito mais caro e possível aumento na taxa básica de juros da economia, essas serão as últimas lembranças de Meirelles à frente do BC !!
Com essa medida o BC pretende dar uma "esfriada" no consumo do país, que está muito aquecido.
Também, com a economia brasileira operando quase no "pleno emprego", com uma taxa de desemprego de 6,1%, haja renda para o povão consumir, não é verdade !!
É tal "bolha" do Meirelles !!
Falou e disse Zé !!
Passando pelo blog do Zé Carlos li e transcrevo o seu post sobre as lorotas do Lorota a respeito do orçamento em discursão na AL.
Jatene cortará serviços públicos ou buscará novos investimentos?
Por que o governador eleito reclama tanto da proposta de orçamento que tramita na Assembléia Legislativa? Qual é o principal descontentamento? Aparentemente a reclamação do governador eleito reside na rubrica para investimentos, quase duzentos milhões de recurso próprio e o mais de um bilhão em operações de crédito.
Os técnicos do PSDB fazem o maior barulho dizem que é um orçamento irresponsável, como a maioria das pessoas não entende de matéria orçamentária acabam acreditando em tudo que ouvem, ainda mais vindos da parte de quem venceu as eleições e terá quatro anos de mandato pela frente. O derrotado, coitado, leva toda a culpa.
Uma peça orçamentária é uma previsão e numa previsão cabem cenários. Num cenário de segundo mandato de Ana Júlia com a vitória de Dilma seria correto projetar mais serviços públicos para população bancados com receitas próprias e mais investimentos bancados com parcerias entre o estado e a união.
O mesmo cenário poderia ser projetado para o caso de uma vitória de Simão Jatene e uma vitória de Serra. E não teria nada de mais. A União tem obrigações históricas com o Estado do Pará e é correto que o Brasil banque investimentos pesados para tirar o Pará do seu atual estágio de desenvolvimento. Lula fez isso muito bem, tai as eclusas.
O Orçamento foi elaborado antes das eleições e a equipe da Governadora agiu contando com um cenário de vitória aqui e lá. Jatene ganhou e Dilma é a primeira presidenta mulher. O cenário mudou da previsão inicial, o que fazer? Cabe ao governador eleito adaptar o orçamento a sua realidade e não tem mistérios: cortou custeio, sobra investimento.
A equipe de Jatene alega que deixou um nível de investimento bem mais alto do que está recebendo. É verdade. Mas também é verdade que deixou uma oferta de serviços públicos bem menor do que está recebendo.
As eleições acabaram e os palanques devem ser desarmados, a equipe de Simão Jatene, ao invés de lamentar e jogar para platéia, precisa apresentar propostas para um novo orçamento compatível com sua condição de Governador do PSDB em oposição ao Governo Federal.
Para aumentar investimento com recurso próprio a equipe de Jatene pode lançar mão de várias alternativas. Pode cortar serviços públicos para a população, quais os serviços serão cortados? Pode eliminar secretarias ou órgãos que achar desnecessários, quais serão essas secretarias e esses órgãos? Pode convencer os deputados a abrirem mão das emendas e das cotas orçamentárias para convênios. Pode acabar com os criticados assessores especiais ou diminuir o número de DAS. Pode convencer a Assembléia Legislativa da necessidade de diminuir o seu repasse cada vez mais gordo que dá até para pagar décimo quarto salário. Pode continuar apostando em verbas federais vindas do esforço dos seus dois senadores Flexa Ribeiro e Mario Couto ou da bancada de deputados federais. Pode brigar para aumentar a compensação do Pará por conta da Lei Kandir. O que não pode é ficar com perfumarias ou transferir sua responsabilidade de governador eleito para quem perdeu as eleições.
Jatene cortará serviços públicos ou buscará novos investimentos?
Por que o governador eleito reclama tanto da proposta de orçamento que tramita na Assembléia Legislativa? Qual é o principal descontentamento? Aparentemente a reclamação do governador eleito reside na rubrica para investimentos, quase duzentos milhões de recurso próprio e o mais de um bilhão em operações de crédito.
Os técnicos do PSDB fazem o maior barulho dizem que é um orçamento irresponsável, como a maioria das pessoas não entende de matéria orçamentária acabam acreditando em tudo que ouvem, ainda mais vindos da parte de quem venceu as eleições e terá quatro anos de mandato pela frente. O derrotado, coitado, leva toda a culpa.
Uma peça orçamentária é uma previsão e numa previsão cabem cenários. Num cenário de segundo mandato de Ana Júlia com a vitória de Dilma seria correto projetar mais serviços públicos para população bancados com receitas próprias e mais investimentos bancados com parcerias entre o estado e a união.
O mesmo cenário poderia ser projetado para o caso de uma vitória de Simão Jatene e uma vitória de Serra. E não teria nada de mais. A União tem obrigações históricas com o Estado do Pará e é correto que o Brasil banque investimentos pesados para tirar o Pará do seu atual estágio de desenvolvimento. Lula fez isso muito bem, tai as eclusas.
O Orçamento foi elaborado antes das eleições e a equipe da Governadora agiu contando com um cenário de vitória aqui e lá. Jatene ganhou e Dilma é a primeira presidenta mulher. O cenário mudou da previsão inicial, o que fazer? Cabe ao governador eleito adaptar o orçamento a sua realidade e não tem mistérios: cortou custeio, sobra investimento.
A equipe de Jatene alega que deixou um nível de investimento bem mais alto do que está recebendo. É verdade. Mas também é verdade que deixou uma oferta de serviços públicos bem menor do que está recebendo.
As eleições acabaram e os palanques devem ser desarmados, a equipe de Simão Jatene, ao invés de lamentar e jogar para platéia, precisa apresentar propostas para um novo orçamento compatível com sua condição de Governador do PSDB em oposição ao Governo Federal.
Para aumentar investimento com recurso próprio a equipe de Jatene pode lançar mão de várias alternativas. Pode cortar serviços públicos para a população, quais os serviços serão cortados? Pode eliminar secretarias ou órgãos que achar desnecessários, quais serão essas secretarias e esses órgãos? Pode convencer os deputados a abrirem mão das emendas e das cotas orçamentárias para convênios. Pode acabar com os criticados assessores especiais ou diminuir o número de DAS. Pode convencer a Assembléia Legislativa da necessidade de diminuir o seu repasse cada vez mais gordo que dá até para pagar décimo quarto salário. Pode continuar apostando em verbas federais vindas do esforço dos seus dois senadores Flexa Ribeiro e Mario Couto ou da bancada de deputados federais. Pode brigar para aumentar a compensação do Pará por conta da Lei Kandir. O que não pode é ficar com perfumarias ou transferir sua responsabilidade de governador eleito para quem perdeu as eleições.
Filme que acabei de assitir. Fica a dica !! BASTARDOS INGLÓRIOS
Inglourious Basterds
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Inglourious Basterds (br: Bastardos Inglórios; pt: Sacanas Sem Lei) é um filme estadunidense de guerra de 2009, escrito e dirigido por Quentin Tarantino e estrelado por Brad Pitt, Mélanie Laurent, Christoph Waltz, Eli Roth e Diane Kruger. O filme conta a história de dois planos para assassinar os líderes políticos da Alemanha nazista, um planejado por uma jovem francesa judia proprietária de cinema (Laurent), e o outro por um grupo de soldados judeus aliados liderados pelo tenente Aldo Raine (Pitt).
Enredo
Em 1941, o Coronel da SS Hans Landa chega em uma fazenda de leite na França para interrogar Perrier LaPadite sobre rumores de que ele estaria escondendo a familía judia Dreyfus. Landa faz o fazendeiro confessar que ele estava os escondendo debaixo do piso. Landa ordena que os soldados da SS entrem na casa e atirem no chão. A familía é toda morta, com exeção da adolescente Shosanna, que Landa deixa escapar.
Na primavera de 1944, o Primeiro Tenente Aldo Raine é incubido da tarefa de reunir um time de oito soldados judeu-americanos para uma missão atrás das linhas inimigas, que consciste em em levar medo e terror aos soldados alemães. Ele diz a seus soldados que cada um deve a ele 100 escalpos nazistas. Eles não tomam prisioneros e acabam por ser conhecidos como os "Bastardos". Um sobrevivente de um dos ataques dos Bastardos, um soldado chamado Butz, encontra com Adolf Hitler. Butz conta que ele e sua companhia foram atacados, e que seu sargento foi espancado atá a morte com um taco de baseball pelo Sargento Donny Donowitz, conhecido pelos alemães como "O Urso Judeu". Butz revela que Raine cravou uma suástica em sua testa com uma faca.
Em junho de 1944, Shosanna assumiu a identidade de "Emmanuelle Mimieux" e está gerenciando um cinema em Paris. Ela encontra Fredrick Zoller, um atirador de elite alemão cuja história será contada no filme de propaganda nazista chamado de Stolz der Nation (O Orgulho da Nação). Zoller fica atraido por Shosanna e convence Joseph Goebbels a fazer a estréia do filme no cinema de Shosanna. Ela percebe que a presença da vários oficiais da alta patente nazista ofereçe uma oportunidade perfeita para sua vingança e decide atear fogo no cinema durante a estréia, para isso ela decide usar sua coleção de filmes de nitrato, extremamente inflamáveis. Os britânicos descobrem sobre a estréia e mandam o Tenente Archie Hicox para se infiltrar no evento com a ajuda dos Bastardos e uma atriz alemã que estava trabalhando como agente dupla, Bridget von Hammersmark. Hicox e dois alemães membros dos Bastardos encontram Hammersmark em uma taverna onde o Major Dieter Hellstrom, da Gestapo, percebe o estranho sotaque de Hicox e de que ele usa a ordem de três copos errado. A situação gera um tiroteio deixando todos mortos, com a exeção de Hammersmark. Raine a interroga e, quando descobre que Hitler vai comparecer a estréia, cria um plano onde ele, Donny e Omar vão se apresentar como acompanhantes dela na estréia. Landa mais tarde investiga a taverna e descobre o guardanapo autografádo de Hammersmark e seu sapato.
Na estréia, Landa pede para ver Hammersmark a sós, onde ele faz que ela esperimente o sapato. Convencido, para sua satisfação, que ela está com os Bastardos, ele a estrangula até a morte. Ele então manda que Raine e Utivich sejam presos. Landa faz um acordo com o oficial comandante de Raine para receber uma pensão militar e cidadania americana, em troca de deixar Donny e Omar, ainda no cinema, matarem todos os oficiais nazistas. Durante o filme, Zoller vai a sala de projeção para ver Shosanna e confrontá-la sobre as várias rejeições que ele sofreu desde o inicío. Quando ele está de costas, ela atira múltiplas vezes, porém ele consegue atirar nela antes de morrer. O filme é interrompido por um close-up de Shosanna informando ao público que eles serão mortos por uma judia. Ao mesmo tempo, o empregado e amante de Shosanna, Marcel, que havia trancado todas as saídas da sala, incendeia os filmes de nitrato atrás da tela. Omar e Donny conseguem atacar e matar Hitler e Goebbels e, então, atiram no público em pânico até que suas bombas explodem, matando todos.
Landa e seu operador de rádio levam Raine e Utivich até as linhas americanas, e segundo o acordo, se rendem a eles. Para a surpresa de Landa, Raine mata seu operador de rádio e manda Utivich tirar seu escalpo. Raine então crava um suástica na testa de Landa dizendo, "Acho que essa pode ser minha obra-prima".
Elenco
Ator Papel
Brad Pitt Tenente Aldo Raine
Christoph Waltz Coronel Hans Landa
Mélanie Laurent Shosanna Dreyfus
Eli Roth Sargento Donny Donowitz
Michael Fassbender Tenente Archie Hicox
Diane Kruger Bridget von Hammersmark
Daniel Brühl Fredrik Zoller
Til Schweiger Sgt. Hugo Stiglitz
Gedeon Burkhard Cpl. Wilhelm Wicki
Jacky Ido Marcel
B.J. Novak Pfc. Smithson Utivich
Martin Wuttke Adolf Hitler
Sylvester Groth Joseph Goebbels
Mike Myers General Ed Fenech
Julie Dreyfus Francesca Mondino
Rod Taylor Sir Winston Churchill
Omar Doom Pfc. Omar Ulmer
August Diehl Major Hellstrom
Denis Menochet Perrier LaPadite
Produção
O desenvolvimento de Inglourious Basterds começou em 1998, quando Tarantino escreveu o roteiro para o filme. Tarantino "empacou" no fim do enredo e decidiu adiar as filmagens, preferindo dirigir o filme de duas partes Kill Bill. Após dirigir Death Proof em 2007 (como parte da sessão dupla Grindhouse), Tarantino voltou a trabalhar em Inglourious Basterds. As filmagens começaram em outubro de 2008, na Alemanha, com um orçamento inicial de 70 milhões de dólares. Inglourious Basterds estreou em 20 de maio de 2009, no 62º Festival de Cannes, onde competiu pela prestigiosa Palma de Ouro. Foi lançado nos Estados Unidos e na Europa em agosto de 2009 pela The Weinstein Company e Universal Studios.
Pré-produção e filmagem
Tarantino juntou-se com a The Weinstein Company para preparar a produção do que ele planejou ser sua obra-prima épica. Em julho de 2008, Tarantino e os produtores executivos Harvey e Bob Weinstein criaram um cronograma de produção acelerado para ser concluído a tempo para o lançamento no Festival de Cannes de 2009, onde o filme iria concorrer ao Palma de Ouro. A The Weinstein Company co-financiou o filme e o distribuiu nos Estados Unidos, assinou ainda um contrato com a Universal Pictures para financiar o restante do filme e distribuí-lo internacionalmente. Alemanha e França foram escolhidas como locais de filmagem e a gravação do filme começou em outubro de 2008 em locações na Alemanha.
Recepção
O filme foi um sucesso de bilheteria, arrecadando 320.351.773 de dólares em cinemas do mundo todo, tornando-o o filme de maior bilheteria de Tarantino até hoje. O filme recebeu vários prêmios e indicações, incluindo oito indicações ao Oscar. Pela sua atuação como Hans Landa, Christoph Waltz ganhou o Prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes, bem como o BAFTA, o Globo de Ouro e o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
Estrutura
Assim como outros filmes de Quentin Tarantino, o longa é dividido em 5 capítulos.
Ordem do Filme
Capítulo 1: Era uma vez na França ocupada por nazistas
Capítulo 2: Bastardos Inglórios
Capítulo 3: Noite alemã em Paris
Capítulo 4: Operação Kino
Capítulo 5: A vingança do rosto gigante
Premiações
Prêmio Categoria Ator
Oscar Melhor Ator Coadjuvante Christoph Waltz
Globo de Ouro Melhor Ator Coadjuvante Christoph Waltz
Screen Actors Guild Melhor Ator Coadjuvante / Melhor Elenco Christoph Waltz e elenco
Desculpem a falta de postagem. Volto logo !!
Nesta semana estou concluindo um projeto para um curtume, indústria que processa couro. Por isso não estou acessando o blog. Assim que terminar, volto com força total. Prometo. valeu !!
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
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